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Publicado por Evandro Furtado

– que publicou 95 textos no ONE.

Ocupações: Estudante de Letras (sim, isto é ocupação) e escritor amador em tempo vago.

Base de operações: Lavras/MG (por mais que eu duvide que esteja realmente aqui, às vezes).

Interesses: Cinema, música, literatura, professional wrestling e uma boa pizza se for possível.

Autores Influentes: Stephen King, Dan Brown, Agatha Christie, Paulo Coelho, Tolkien.

Objetivos: Parafraseando o Coringa de Heath Ledger: “I just do things!”

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Mar
30
2014

Homem de Pano – Asas de Borboleta

Capítulo Anterior: Face a Face com o Medo

 

– Você supõe que sejamos todos suscetíveis como Gagne! – disse Fênix.

– Eu não suponho nada. – respondeu Barton, o sorriso irônico no rosto.

– Existem ainda algumas perguntas.

– E como todos nós sabemos que nosso amigo não voltará à sala tão cedo, por que vocês dois não prosseguem com o interrogatório?

– Algum compromisso, Johnny? – desta fez era Fênix que zombava.

– Não, senhor. Mas eu ainda posso caminhar livremente por esse mundo, ao contrário de alguns. – aquela era uma guerra de palavras, batalhada por dois titãs, na qual Torres se encontrava preso.

– Toda essa ironia não parece típica de alguém que está no corredor da morte, Barton.

– Isso é tudo muito relativo. Eu estou no corredor da morte, mas quem de fato está condenado? E me chame de Johnny.

– Eu chamo você do que eu quiser. – o coronel levantou-se, a postura de oficial militar transparecendo pela primeira vez. – Se eu quiser te chamar de Jocasta, eu chamo. Se eu quiser te chamar de mocinha, eu chamo. Se eu quiser te chamar de minha puta, você se torna minha puta, entendeu Barton?

– Não poderia ser mais claro. – ele respondeu mostrando os dentes.

– Ótimo. – Fênix voltou a sentar-se. – Quem está no comando? Quem dá as ordens no grupo?

– Ordens? – Barton gargalhou. – Acha que realmente, pessoas como nós, seguimos ordens? Acha que existe alguém capaz de nos controlar?

Torres fitava Johnny. Por mais que tentasse, o coronel não conseguiria tirar nada de útil daquele homem. Aquilo era uma casca seca, livre de sentimentos e remorsos. Parecia ser movido apenas por um instinto sexual a uma necessidade constante de escárnio.

Anselmo olhou para a única janela que existia naquela sala. A luz do Sol entrava tímida na sala. A pouca iluminação não era suficiente nem mesmo para formar sombras das pessoas ali dentro. De repente, uma pequena borboleta surgiu na borda do vidro. Batia-as contra a janela. Pela primeira vez ele questionou o porquê de haver uma janela em uma sala de interrogatório. Não era para aquele lugar se guarnecido contra supostos atentados?

– Senhor… – Torres dirigiu-se ao coronel. – tem alguma coisa errada por aqui.

Antes de Fênix poder fazer qualquer coisa, no entanto, sentiu o cano gelado de uma arma sob sua nuca. Torres notou, também, que os quatro guardas na sala apontavam, agora, as armas para ele.

– Levante-se! – ordenou a voz atrás deles.

O coronel virou-se lentamente, simplesmente para se deparar com Gagne, que empunhava a arma e a apontava para sua cabeça. Enquanto isso, em meio a risos histéricos, Barton gritava:

– Surpresa!!!


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