O Nerd Escritor
Feed RSS do ONE

Feed RSS do ONE

Assine o feed e acompanhe o ONE.

Nerds Escritores

Nerds Escritores

Confira quem publica no ONE.

Quer publicar?

Quer publicar?

Você escreve e não sabe o que fazer? Publique aqui!

Fale com ONE

Fale com ONE

Quer falar algo? Dar dicas e tirar dúvidas, aqui é o lugar.

To Do - ONE

To Do - ONE

Espaço aberto para sugestão de melhorias no ONE.

Blog do Guns

Blog do Guns

Meus textos não totalmente literários, pra vocês. :)

Prompt de Escritor

Prompt de Escritor

Textos e idéias para sua criatividade.

Críticas e Resenhas

Críticas e Resenhas

Opinião sobre alguns livros.

Sem Assunto

Sem Assunto

Não sabemos muito bem o que fazer com estes artigos.

Fórum

Fórum

Ta bom, isso não é bem um fórum. :P

Projeto Conto em Conjunto

Projeto Conto em Conjunto

Contos em Conjunto em desenvolvimento!

Fan Page - O Nerd Escritor

Página do ONE no Facebook.

Confere e manda um Like!

@onerdescritor

@onerdescritor

Siga o Twitter do ONE!

Agenda

Agenda

Confira os contos e poemas à serem publicados.

Login

Login

Acesse a área de publicação através deste link.

(8) Uno [agenda]
(0) Olga [agenda]
(0) ERROR [agenda]
(0) Ela [agenda]
(3) Pogo [agenda]

Publicado por Evandro Furtado

– que publicou 95 textos no ONE.

Ocupações: Estudante de Letras (sim, isto é ocupação) e escritor amador em tempo vago.

Base de operações: Lavras/MG (por mais que eu duvide que esteja realmente aqui, às vezes).

Interesses: Cinema, música, literatura, professional wrestling e uma boa pizza se for possível.

Autores Influentes: Stephen King, Dan Brown, Agatha Christie, Paulo Coelho, Tolkien.

Objetivos: Parafraseando o Coringa de Heath Ledger: “I just do things!”

>> Confira outros textos de Evandro Furtado

>> Contate o autor

* Se você é o autor deste texto, mas não é você quem aparece aqui...
>> Fale com ONE <<

Mar
05
2014

O Carnaval de um Psicopata

carnaval

Senhoras e Senhores, orgulhosamente vos apresento, aqui, mais uma história do terrível serial-killer que tem tanto apavorado uma das dimensões deste incrível multiverso que contemplamos: o Homem de Pano! Se tens estômago de ferro e nervos de aço (e nada mais importante para fazer, é claro), eu sugiro que leiam as outras histórias envolvendo este terrível indivíduo de origens desconhecidas. Aproveitem, e tenham bons pesadelos!!!

– O Homem de Pano

– Na Mesa de um Bar

– Inferno

 

Os foliões tomavam as ruas de Nice, na França. Era carnaval. Entre as centenas de pessoas se encontrava Grégoire Sauvageon. O jovem de 26 anos pulava e cantava alegremente. Pobre garoto. Não podia prever o futuro.

Os carros alegóricos, que dividiam espaço com as pessoas fantasiadas, eram grandes atrações. Grégoire havia viajado todo o mundo, visitado até mesmo o Rio de Janeiro. Mas, para ele, não havia carnaval como o de Nice.

Sauvageon prestava atenção nas fantasias dos outros. Havia uma bela moça que desfilava de bailarina. Outro homem, gordo, fazia o clássico Rei Momo. E ele próprio estava vestido de Napoleão Bonaparte. Mas havia uma fantasia que havia chamado sua atenção desde o inicio. Um homem, vestido com roupas feitas de saco de arroz e que havia feito uma ótima pintura facial (parecia mesmo que sua boca estava costurada). Ele acenou para o homem, que correspondeu ao cumprimento. E a festa seguiu.

Ele pulava, cantava e fazia festa. Comemorava o fato de estar vivo. Todos pareciam estar se divertindo aquele dia. Menos o homem vestido com sacos de arroz. Ele não parecia tão feliz assim. Grégoire resolveu aproximar-se do homem.

– Está muito contido, mon ami! – disse Gregóire animado. – Precisa extravasar mais. É carnaval, afinal! – mas a única resposta do homem foi um balanço de cabeça que não fez nenhum sentido para o francês. – Ah, é tímido? Esqueça isso. Não existe vergonha em Nice. – Sauvageon colocou a mão no ombro do homem. Ele o olhou de forma repreensiva. O francês tirou a mão instantaneamente. Aquele homem estava começando a lhe dar arrepios. Gregóire se afastou e continuou a festejar, desta vez longe daquele estranho individuo.

Algum tempo passou e a festa começava a dar sinais de que ia acabar. O número de pessoas ia diminuindo pouco a pouco. Gregóire era um dos restantes. Com a quantidade de foliões se esvaindo, mais uma vez ele pôde ver o tal homem estranho. Ele parecia estar indo embora. Estava com um pouco de pressa. Na corrida deixou cair um pequeno pacote no chão. Grégoire pegou a embalagem e tentou entrega-la ao homem, mas este já estava longe. Sauvageon seguiu-o, a fim de entregar-lhe seus pertences.

Ele caminhou por um longo tempo atrás do homem que aparecia e desaparecia em meio à multidão. Por fim ele pôde ver o homem, ao longe, entrando em um beco. O francês o seguiu.

O beco era estranho e estreito, de forma que Sauvageon caminhou com cautela. O beco era maior do que parecia, assim, demorou alguns minutos antes que encontrasse o homem. E quando o encontrou, Grégoire não pôde acreditar no que viu.

O homem estava lá, mas não estava só. A bela moça vestida de bailarina que vira anteriormente estava lá também. Mas ela estava amarrada a uma parede. Estava nua e sua barriga havia sido rasgada, de forma que as vísceras estavam completamente expostas. Dela saia uma parte do intestino delgado, cuja outra extremidade se encontrava nas mãos do homem, que estava mastigando-o.

Grégoire ficou desesperado. Sem saber o que fazer, realizou a única coisa que passou pela sua cabeça naquele instante: abriu o pacote que o homem havia deixado cair. Lá dentro, um único cartão. Na capa era possível ver fogos de artificio e um desejo de Feliz Carnaval (ele nunca havia um daqueles antes). Ele abriu o cartão. Lá dentro, em letras de forma, estava escrito com sangue: “Bem vindo a MINHA festa!”. Embaixo uma assinatura horrível indicada O HOMEM DE PANO!

Grégoire tentou correr mas não pôde. Ao erguer a vista, então, ele se deparou, face a face, com o Homem de Pano. Ele estava diante dele, seu rosto a menos de dez centímetros.

– Estou tão feliz que tenha vindo! – disse o monstro.


Categorias: Contos | Tags: ,

17 Comments»

RSS feed for comments on this post.


Leave a Reply

Powered by WordPress. © 2009-2014 J. G. Valério