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Publicado por Evandro Furtado

– que publicou 95 textos no ONE.

Ocupações: Estudante de Letras (sim, isto é ocupação) e escritor amador em tempo vago.

Base de operações: Lavras/MG (por mais que eu duvide que esteja realmente aqui, às vezes).

Interesses: Cinema, música, literatura, professional wrestling e uma boa pizza se for possível.

Autores Influentes: Stephen King, Dan Brown, Agatha Christie, Paulo Coelho, Tolkien.

Objetivos: Parafraseando o Coringa de Heath Ledger: “I just do things!”

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Apr
08
2014

Fogo no Céu – Parte 1

fogo-no-ceu

Patrick Lynwood resmungava incessantemente.

– Trinta e cinco mil! Trinta e cinco mil biólogos registrados no Departamento de Defesa e eles me escolhem! “Oh, senhor Lynwood, o escolhemos especialmente para esta missão pela sua incrível experiência e habilidade com essa espécie de formiga”. O cacete! O mais próximo que lidei com esta espécie foi em um terrario para a feira de ciências do segundo ano! Maldição!

Ele caminhava lentamente, procurando por um exemplar. Era curioso. Haviam dito que o atol estava sendo tomado pelas formigas, mas desde que pisara naquele maldito lugar, nenhuma só formiga havia aparecido. E ainda corria o risco de sofrer algum dano. Aquele, afinal, era o Atol Johnston. Testes nucleares haviam sido feitos ali.

Patrick não podia entender a razão de tanta preocupação por parte do governo americano com aquele lugar. Aquilo já era! Não havia salvação. Os Estados Unidos ferraram com aquele lugar há meio século atrás. E agora estavam preocupados com as malditas formigas? Aquilo definitivamente não fazia sentido. O biólogo continuava a resmungar quando alguém tocou seu ombro.

– Doutor Lynwood! – Patrick virou e deparou-se com o sargento Norman Hayes, um homem alto, descendente de irlandês e extremamente insuportável quando estava bêbado. Não que Patrick tenha o visto bêbado, mas aquilo fora o que disseram a ele.

– Ah, sargento! – ele respondeu. – Temo ter más noticias. Não encontrei nenhum espécime, ainda, que possa…

– Infelizmente, doutor, – interrompeu Hayes – teremos que suspender a operação.

– Como assim?

– Acabei de receber uma ligação do Departamento de Defesa. Eles estiveram falando com o centro meteorológico de Honolulu. Uma tempestade se aproxima. Atingirá o atol dentro de poucas horas. É melhor partirmos.

– Claro, claro. – disse Lynwood. Ele estava louco para ir embora de qualquer forma. Caminharam em direção à base. Era dezoito, o número total de pessoas que vieram da América. Somente Patrick era civil. Se alguém podia se sentir incomodado era ele. Já estava preparado para partir quando notou algo de diferente no céu. Arriscou algumas palavras. – Os seus homens aproveitaram para fazer alguns testes, sargento? – ele ironizou. O militar o fitou curioso e, em seguida, seguiu seu olhar até o céu. Algo cruzava o firmamento a uma velocidade espantosa. Brilhava, como fogo. Mas ele não recebera quaisquer instruções de lançamentos de foguetes ou algo assim na ilha. A não ser que alguns de seus homens tinham ordens que ele próprio não possuía. Mas suas dúvidas em breve cessaram. O que quer que fosse aquela coisa no céu, não havia sido lançada. Estava caindo.

– Não creio que aquilo seja um foguete, doutor. – seu tom de voz era de preocupação.

– Droga! – Lynwood partilhava da apreensão. – Acho que é um meteoro.

A coisa brilhante riscou o céu e desceu em direção ao atol. Bateu com força na base militar. As coisas ficaram feias. Houve uma grande explosão. A base foi para os ares, junto com a aeronave que os trouxera. Havia dez homens na base na hora da explosão, todos morreram. E se Lynwood, Hayes e os outros estivesse a alguns passos mais a frente, seriam apenas cadáveres agora.

O sargento não pôde acreditar no que seus olhos viram. Aquela coisa matara metade de seus companheiros, destruíra sua base, aniquilara seu transporte. Sobreviveram ao meteoro, mas a tempestade os mataria!


Categorias: Contos,Fogo no Céu |

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