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Publicado por Evandro Furtado

– que publicou 95 textos no ONE.

Ocupações: Estudante de Letras (sim, isto é ocupação) e escritor amador em tempo vago.

Base de operações: Lavras/MG (por mais que eu duvide que esteja realmente aqui, às vezes).

Interesses: Cinema, música, literatura, professional wrestling e uma boa pizza se for possível.

Autores Influentes: Stephen King, Dan Brown, Agatha Christie, Paulo Coelho, Tolkien.

Objetivos: Parafraseando o Coringa de Heath Ledger: “I just do things!”

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Apr
08
2014

Nirvana: Capítulo 2 – Estrelas de um Novo Mundo

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“Look at the stars,

Look how they shine for you,

And everything you do

Yeah, they were all yellow”

– Coldplay

 

            James estava paralisado. Diante de si, encontrava-se o ídolo de toda uma vida. Ele não sabia o que fazer, não sabia o que dizer. Por isso, foi o rei quem falou primeiro.

– O que trazes aqui, meu caro Peredur?

– Majestade. – o guarda se ajoelhava. – Este garoto se apresentou, diante de nossos portões, afirmando estar perdido nestas vossas terras. Afirmou ser de um reino distante chamado Los Angeles que, creio eu, se localiza nas terras orientais, as quais tu conheces tão bem.

– É verdade. – disse o rei se aproximando. Seus olhos se dirigiam diretamente para as roupas de James. – Não há dúvidas de que é um oriental. Veja o modo como se veste. – ele dirigiu um sorriso a James. – É uma grande honra receber alguém de tão distante lugar. Peredur. – chamou o homem. – Mande organizar uma festa. Faremos uma homenagem ao forasteiro esta noite, sob a luz das estrelas.

– Sim, senhor. – o guarda se levantava. Deu meia volta e se dirigiu a saída. Ao passar por James, acenou ao garoto que devolveu o cumprimento.

Mal a porta do salão fechou-se, o rei virou as costas a James e começou a falar.

– Diga-me, garoto. Como chegou aqui?

– Antes pode me responder uma coisa?

– O que?

– É você mesmo?

– Precisa ser mais especifico em suas perguntas.

– Você é Kurt Cobain?

– Já atendi por esse nome, há muito, quando vivia em um mundo diferente.

– No meu mundo.

– Exato. Mas em uma noite tudo mudou. Algo aconteceu e fui transportado para cá. Não era rei quando cheguei. Mas salvei a cidade de um grande dragão que aterrorizava o povo, e fui premiado. Fui eleito. Rei eleito, já ouviu falar em algo assim?

– Não.

– Pois é. Mas este mundo é diferente do que vivíamos antes. Sim, vivíamos. Pois desde que pisei nestas não, nunca mais tive oportunidade de voltar ao meu mundo natal. E assim, creio, será contigo. Consideram-me desaparecido?

– Te consideram morto. Suicida, aliás.

O rei se espantou com a ideia. Fitou James nos olhos, parecendo surpresa.

– Sim. Havia me esquecido. Parece que quanto mais tempo passo nesta vida, mais me esqueço da outra. Creio que será assim com você também, pequeno. Aliás, qual é o seu nome?

– James Warren.

– Bem, James Warren, bem vindo ao meu novo lar. Que agora é seu também. É bom ter alguém como eu pra me fazer companhia. Creio que não sentirá falta de casa.

– Com certeza não.

– Pois é. – o rei se aproximou da única janela do salão, e olhou para o céu. – Veja. A noite se aproxima. As estrelas já estão no céu.

– Nossa. – James chegou junto à janela. – São amarelas.

– Sim. As estrelas de um novo mundo. E como são belas. Vai notar muitas diferenças em relação a sua casa, James Warren. – disse o déspota se afastando a ponto de não ouvir a última frase do garoto.

– Acho que só agora eu, realmente, sinto-me em casa.


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