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Publicado por Evandro Furtado

– que publicou 95 textos no ONE.

Ocupações: Estudante de Letras (sim, isto é ocupação) e escritor amador em tempo vago.

Base de operações: Lavras/MG (por mais que eu duvide que esteja realmente aqui, às vezes).

Interesses: Cinema, música, literatura, professional wrestling e uma boa pizza se for possível.

Autores Influentes: Stephen King, Dan Brown, Agatha Christie, Paulo Coelho, Tolkien.

Objetivos: Parafraseando o Coringa de Heath Ledger: “I just do things!”

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May
08
2014

Cicatrizes de Guerra

Os livros de história, ao tratar da Segunda Guerra Mundial e da ascensão de Hitler, se esquecem, muitas vezes, que a vida do führer no poder não foi nada fácil. Inúmeros atentados contra ele foram realizados, a grande maioria orquestrada por oficiais e políticos do Reich. No entanto, houve um em questão, apagado dos arquivos, que nunca foi citado.

Em maio de 1941, pouco tempo antes da Operação Barbarossa, um grupo de espiões programou um atentado contra uma das maiores bases militares da Alemanha Nazista: o Unterwassermonster Grube. Escondido a mais de cem metros sob as águas do mar Báltico, o lugar escondia algumas das armas mais poderosas já inventadas, além de ser local de algumas das pesquisas mais ousadas já realizadas no planeta.

A base era de tal importância que era visitada mensalmente por homens como Himmler e Goebbels, sendo que o próprio Hitler a visitava a cada seis meses. Poucas pessoas fora da Alemanha sabiam da existência do local. Entre elas estava Winston Churchill, que dera a ordem para que aquela operação acontecesse.

Conta a lenda que inúmeras pessoas importantes teriam entrado no Grube naquele dia, entre as quais se encontravam De Gaulle e um certo soviético que pessoas alegaram ser Lev Trotsky, mesmo o grande pensador tendo morrido no ano anterior. Infelizmente, como não existem relatos oficiais da operação, mito e realidade são praticamente indissociáveis nessa história. O que parece ser compartilhado por todas as versões, é que o tal atentado foi comandado pelo coronel canadense Robert Dickinson. E o misterioso desaparecimento do oficial durante esta época contribui para que adotemos como real esse fato.

Não se conhece a maneira como a equipe conseguiu driblar as fortes defesas nazistas e entrar na base submarina. Tal questão se torna ainda mais estranha ao constatar o óbvio aumento da segurança naquele dia em questão, considerando que o próprio Adolf Hitler se encontrava naquele lugar. Mas eles conseguiram entrar, e fizeram grande estrago lá dentro.

Um dos homens presentes na operação deu um depoimento tempos atrás, descrevendo alguns acontecimentos importantes: “Ao entrarmos na base, fomos divididos em dois grupos. Lembro-me disso porque eu segui o coronel Dickinson, enquanto o francês e o russo foram pra outro lado. Lembro também das coisas terríveis que vi. Eles tinham uma espécie de campo de concentração ali. Só que era pior. Eles faziam experiências com pessoas. Nós invadimos uma sala onde médicos nazistas abriam barrigas de mulheres grávidas para ver quanto tempo os bebês sobreviviam. Vários fetos se encontravam em potes que enchiam as prateleiras. Havia outras coisas também. Coisas que não tenho autorização pra dizer. Conseguimos salvar uma mulher judia. Ela estava de nove meses. Acabou tendo o bebê de uma forma ou de outra. Nosso paramédico, eu acho que seu nome era Donald, fez o parto. Ele se casou com a mulher depois e adotou o menino. Eles viveram muito tempo felizes em Canterbury. Mas, naquele lugar, as perdas foram imensas. Lembro do sentimento de inutilidade que passou por mim. Fiquei com ainda mais ódio daqueles chucrutes desgraçados. Lembro também que havia uma sala grande, de metal, que parecia um hangar submarino. Apenas o coronel e alguns homens puderam observar. Depois lacraram o lugar e ninguém mais pôde ver o que havia lá dentro. Pude notar o semblante abalado do coronel depois de sair do lugar. Fico pensando se eles não tinham outro lugar como aquele? Sei lá se na Antártida ou em alguma ilha do Pacifico. Aqueles nazistas tinham muitas bases. Fico me questionando quantas delas não estão perdidas por aí”.

O relato acima pode ser comparado com uma suposta nota escrita por De Gaulle na ocasião: “Grupo Beta reportando. Vários inimigos abatidos. Sem sinal do führer. Experiências atormentadoras acontecendo na base”.

Havia também um bilhete, de origem desconhecida, mas que foi apontado como originário da ocasião. No pedaço do papel estava escrito em letra de mão: “Não estamos sós, afinal.”

Não é absurdo questionar o que de fato ocorria naquele lugar. Considerando as supostas afiliações do regime nazista com o ocultismo, é necessário ponderar sobre as ações ocorridas naquele espaço.

Alguns apontam que os estranhos acontecimentos envolvendo Rudolf Hess, tenham tido ligação com a operação, já que alguns relatos apontam que Hess se encontrava na base no dia do atentado.

Vários equipamentos nazistas são descritos nos relatos da invasão. Segundo consta, cerca de trinta máquina criptográficas Enigma foram confiscadas durante a operação. Isso, é claro, não está nos livros oficiais.

Um dos fatos mais interessantes, no entanto, se resume ao próprio coronel Dickinson e seu desaparecimento. O único relato que envolve seus últimos momentos é também aquele considerado o menos confiável, já que seu autor passou os últimos dias em um centro de tratamento psicológico, mas mesmo assim é preciso transmiti-lo: “Quando o encontramos, ele estava em uma sala, que eu julgava, ser de pesquisas. Havia uma grande máquina junto à parede. Era uma estrutura de ferro, em forma de espiral. Parecia ser um grande tubo condutor de energia. Uma das extremidades estava ligada a um grande painel cheio de luzes enquanto a outra conectava-se a uma placa de vidro amarela no centro do aparelho. Ao seu lado, eu pude reconhecer, estavam Hess, Goebbels e aquela mulher, Braun. Um de meus colegas jurou ter visto Mussolini por ali, mas creio que tenha sido ilusão de sua cabeça. Ele era meio doido, sabia? O que eu lembro é que começou um tiroteio. Hitler se jogou atrás de uma mesa enquanto estilhaços voavam para todos os lados. Eu levei um tiro na perna e caí, logo no começo, mas isso me deu oportunidade de acompanhar o fato de perto. O coronel se arrastou em direção a mesa. Creio que sua intenção era matar o homem com as próprias mãos. Ele carregava uma faca de caça na boca enquanto engatinhava. Mas no momento em que ele alcançou o homem foi surpreendido por um ataque surpresa. Eu nunca pensei que aquele alemão baixinho pudesse oferecer alguma resistência em combate corpo a corpo, principalmente considerando o tamanho de Dickinson, mas ele o fez. Batalharam por algum tempo até que Hitler conseguiu arrastar o coronel até a máquina e o lançou de costas contra o objeto. Uma grande luz amarela tomou a sala. Fiquei completamente cego por alguns instantes. Quando recobrei a visão, os nazistas havia ido embora e o coronel havia desaparecido. O painel da máquina começava a entrar em curto circuito. Eu sabia que ia tudo explodir. Me arrastei para a saída e dei sorte de encontrar a outra equipe. Conseguimos sair da base minutos antes de ela explodir. Quanto ao coronel: nunca mais ouvi falar dele.”

Todos esses relatos haviam ficado completamente escondidos durante muito tempo nos arquivos da Scotland Yard. Até recentemente serem requisitados por alguém muito importante.

Recentemente foi divulgado que surgiu em um hospital dos subúrbios de Londres um homem que jura ser Robert Dickinson. Ele parece estar completamente perdido no tempo, não tem quaisquer afinidades com as tecnologias modernas e a todo tempo alerta sobre a Luftwaffe bombardear Londres.

Em uma análise recente é possível notar a incrível semelhança entre as fotos originais do coronel, tiradas pouco antes de seu desaparecimento, e o homem encontrado no hospital. Em breve espera-se realizar alguns exames de DNA com descentes do coronel. Só assim será possível constatar a real identidade desse senhor.      Todos esses fatos acabam levantando questionamentos. Que máquina seria aquela descrita no último depoimento? Qual sua importância a ponto de levantar a curiosidade de figuras tão importantes de um dos governos mais poderosos da história da humanidade. Creio que logo, todas essas respostas surgirão, de uma só vez.


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