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Publicado por Evandro Furtado

– que publicou 95 textos no ONE.

Ocupações: Estudante de Letras (sim, isto é ocupação) e escritor amador em tempo vago.

Base de operações: Lavras/MG (por mais que eu duvide que esteja realmente aqui, às vezes).

Interesses: Cinema, música, literatura, professional wrestling e uma boa pizza se for possível.

Autores Influentes: Stephen King, Dan Brown, Agatha Christie, Paulo Coelho, Tolkien.

Objetivos: Parafraseando o Coringa de Heath Ledger: “I just do things!”

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Aug
07
2014

Akumu – Parte 1

Nakamura enfrentava mais um dia comum. Pegara o metrô para ir ao serviço. Já havia se adaptado àquela vida monótona. Todo dia a mesma história. Levantava as cinco, tomava café, pegava o metrô, ia para o trabalho, voltava pra casa, assistia TV e dormia. Às vezes ele sentia a necessidade de mudança, mas estava confortável na atual posição e não ousava mudar.

Naquele dia, em especial, ao chegar em casa, notou algumas caixas empilhadas na frente do apartamento vizinho. Alguém havia se mudado para lá. Ele esperou por um instante, a chave na abertura, quando um homem ocidental apareceu na porta. O gaijin cumprimentou Nakamura com um aceno de cabeça, ao qual este respondeu timidamente. Em seguida entrou correndo em seu apartamento.

Ele tinha certo receio em relação a ocidentais. Eles costumavam deturpar a ordem natural das coisas. E ele não gostava disso. Gostava de manter as coisas como estavam.

Dirigiu-se até o armário e foi preparar alguma coisa pra comer. Sentou-se ao sofá e começou a assistir TV. Na tela, um grupo de pessoas ria de uma pegadinha na qual um homem estava em seu escritório quando as luzes se apagavam. Surgia então uma mulher pálida, toda de branco e com uma maquiagem tão fantástica que parecia ser, de fato, um demônio. A mulher corria pra cima do homem, que gritava em desespero. Enquanto isso, as pessoas do programa riam, assim como Nakamura, com a boca cheia de macarrão. Ele adorava aquele programa. Uma batida na porta interrompeu sua diversão.

Levantou-se para atender. Era seu novo vizinho quem o incomodava.

– Desculpe incomodar. – dizia o homem em um japonês sofrível. – Eu precisava de…

– Pode falar inglês se quiser. – respondeu Nakamura. – Eu entendo bem.

– Ótimo. Porque o meu japonês é horrível. Eu estava cozinhando alguma coisa e percebi que não tinha nenhum tempero. Será que podia me emprestar alguma coisa.

– Sobrou um resto de macarrão se quiser. – o japonês respondeu virando as costas e voltando para o sofá. – Está no fogão. – respondeu enquanto se sentava.

– Ah, obrigado. – agradeceu o ocidental, fechando a porta atrás de si. – A propósito, sou Chester Griffin. – estendeu a mão para o japonês que o encarou com desdém. Recolheu-a quando notou que não receberia o cumprimento de volta. Foi para o fogão e pegou o resto do macarrão no fogão. Em seguida sentou ao lado do japonês.

O ocidental parecia não compartilhar da diversão de seu vizinho. Aliás, não achava graça nenhuma naquela porcaria. Mas em respeito ao homem ficou em silêncio. Quando terminou de comer, agradeceu pela hospitalidade e voltou ao seu apartamento.

Nakamura, enfim sozinho, desligou a televisão e foi dormir.


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