O Nerd Escritor
Feed RSS do ONE

Feed RSS do ONE

Assine o feed e acompanhe o ONE.

Nerds Escritores

Nerds Escritores

Confira quem publica no ONE.

Quer publicar?

Quer publicar?

Você escreve e não sabe o que fazer? Publique aqui!

Fale com ONE

Fale com ONE

Quer falar algo? Dar dicas e tirar dúvidas, aqui é o lugar.

To Do - ONE

To Do - ONE

Espaço aberto para sugestão de melhorias no ONE.

Blog do Guns

Blog do Guns

Meus textos não totalmente literários, pra vocês. :)

Prompt de Escritor

Prompt de Escritor

Textos e idéias para sua criatividade.

Críticas e Resenhas

Críticas e Resenhas

Opinião sobre alguns livros.

Sem Assunto

Sem Assunto

Não sabemos muito bem o que fazer com estes artigos.

Fórum

Fórum

Ta bom, isso não é bem um fórum. :P

Projeto Conto em Conjunto

Projeto Conto em Conjunto

Contos em Conjunto em desenvolvimento!

Fan Page - O Nerd Escritor

Página do ONE no Facebook.

Confere e manda um Like!

@onerdescritor

@onerdescritor

Siga o Twitter do ONE!

Agenda

Agenda

Confira os contos e poemas à serem publicados.

Login

Login

Acesse a área de publicação através deste link.

(8) Uno [agenda]
(0) Olga [agenda]
(0) ERROR [agenda]
(0) Ela [agenda]
(3) Pogo [agenda]

Publicado por Evandro Furtado

– que publicou 95 textos no ONE.

Ocupações: Estudante de Letras (sim, isto é ocupação) e escritor amador em tempo vago.

Base de operações: Lavras/MG (por mais que eu duvide que esteja realmente aqui, às vezes).

Interesses: Cinema, música, literatura, professional wrestling e uma boa pizza se for possível.

Autores Influentes: Stephen King, Dan Brown, Agatha Christie, Paulo Coelho, Tolkien.

Objetivos: Parafraseando o Coringa de Heath Ledger: “I just do things!”

>> Confira outros textos de Evandro Furtado

>> Contate o autor

* Se você é o autor deste texto, mas não é você quem aparece aqui...
>> Fale com ONE <<

Aug
10
2014

Akumu – Parte 2

Parte 1

 

Acordou por volta de três horas da manhã com um zumbido estranho que vinha do corredor. Ao olhar por baixo da porta, percebeu uma estranha luz vermelha. Saiu e seguiu a fonte da luminosidade.

Quando finalmente achou o lugar de onde a tal luz irradiava, encontrou Griffin a contemplando.

– O que está fazendo? – perguntou Nakamura.

– Nada. – respondeu Chester. – Essa coisa apareceu aqui de repente.

O japonês se aproximou da luz. Vinha de um buraco que surgia da parede. Era um buraco negro-avermelhado que parecia estar se expandindo. Uma expressão de terror tomou a face do japonês.

Akumu! – gritava em desespero. – Akumu! – e saiu correndo de volta para seu apartamento.

Chester ficou ali sem saber o que fazer, quando ele viu uma coisa terrível dentro do buraco.

 

+

 

Griffin batia desesperadamente na porta de Nakamura.

– Ei, você. – gritava para o novo vizinho. – Abre essa porta. Rápido, precisamos… – surpreendeu-se quando, de fato, a porta se abriu. Por ela o japonês saía com nada mais do que uma mochila nas costas. Ele pareceu ignorar o homem e caminhou em direção à saída. – Espere! – Chester tentou impedi-lo. – Aonde vai? – mas o oriental o ignorou. – Escute, você precisa me dizer o que é aquilo. – ele seguia Nakamura, que parecia centrado em apenas continuar caminhando. – Pelo menos me diz o que fazer, droga!

Finalmente o japonês se virou e disse apenas uma palavra:

– Corra.

Ele saía do prédio para as ruas muito bem iluminadas de Yokohama. Griffin continuava a segui-lo.

– Eu não entendo. O que pode ser tão… – um som terrível o interrompeu. Quando virou para trás viu que o prédio do qual acabara de sair estava desmoronando. Girou sobre os calcanhares e notou que o japonês já estava a centenas de metros, correndo desesperadamente. Chester o imitou e saiu em disparada.

Enquanto corria, ele ouviu atrás de si um terrível zumbido. Quando olhou por cima dos ombros viu algo que não podia acreditar. Uma grande perna peluda saía dos escombros do edifício, depois outra e mais outra. Logo eram oito pernas, que se erguiam para mostrar uma aranha gigantesca de mais de vinte metros de altura.

Griffin ficou paralisado diante da cena, e só conseguiu sair dali quando uma mão puxou sua camiseta. Era Nakamura que havia voltado.

– Vamos. – disse o oriental e começou a correr.

– Que diabos é aquilo? – perguntou Chester enquanto o seguia.

– Nós a chamamos de Akumu, o pior dos pesadelos. É um grande demônio que aparece de tempos em tempos para causar grande destruição.

– Isso é ridículo.

– Você acaba de ver uma grande aranha saindo que um buraco que levava a lugar nenhum. Mesmo assim você não acredita no que vê. Gaijin é estúpido.

– Eu só sou racional camarada. Aquela coisa deve ser experimento de algum cientista louco ou algo assim. Não acredito nessa coisa de demônios ou inferno.

– Infernos. Sete no total. E Akumu é apenas um dos demônios que lá habitam.

Enquanto conversavam, atrás deles a terrível criatura destruía tudo o que havia pela frente. As pessoas que acordavam àquela hora por causa do barulho começavam a encher as ruas. A aranha agarrava algumas com as patas gigantescas e em seguida engolia-as com a bocarra imensa.

– Você disse que essa coisa aparece de tempos em tempos. – Griffin perguntou, – Quer dizer que já apareceu anteriormente?

– Sim. Há muitos séculos. E causou muita destruição.

– Mas alguém a derrotou?

– Sim. O grande samurai Hashimoto.

– Que provavelmente não passa de um cadáver putrefato nos dias de hoje.

– O grande samurai foi quem venceu a batalha. Mas o que aprisionou a criatura foi um instrumento muito poderoso, ainda mais antigo.

– Do que está falando.

Bur?dosun?ku!

– E o que diabos isso significa?

– A lâmina da serpente! A única capaz de destruir o grande demônio.

– E onde está essa tal lâmina.

– A lâmina foi há muito destruída.

– Merda!

– Mas fragmentos dela estão guardados no museu de Yokohama.

– Ótimo. Vamos pegá-la.

– Está pensando em roubar o museu?

– Escute amigo. Se essa coisa não for parada, não vai haver museu pra contar história. Então me leve até lá.


Categorias: Agenda |

1 Comment»

RSS feed for comments on this post.


Leave a Reply

Powered by WordPress. © 2009-2014 J. G. Valério