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Publicado por Joao Paulo Vasconcelos

– que publicou 1 textos no ONE.

Gosto muito de ler e escrever, tenho 12 anos (isso mesmo) e adoro ler clássicos.

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Oct
22
2015

A Chuva

A Chuva
Chovia. Era a única coisa de que Clarice tinha certeza. As gotas se misturavam com o gosto das lágrimas. Por quê ele fizera aquilo? Não sairia nunca da sua cabeça o beijo, os dois se fazendo de sonsos. A Angélica ela conhecia, sabia que era tinhosa desde que se conheceram. Mas, Felipe, que parecia amá-la tanto, por quê?
Um turbilhão mexia a cabeça de Felipe. O beijo causado fora causado por Angélica de propósito para atingir Clarice. Ele sabia. Ela chegara em sua casa e o agarrara assim que a esposa chegou. Tinha que falar com Clarice, mas onde ela estaria. Droga de chuva! Se não fosse por ela conseguiria enxergar melhor, e o carro não derraparia tanto.
Clarice sentou-se na borda da ponte. Ficou remoendo a fatídica cena, mal dizendo a “amiga” e o “amor da sua vida”. Olhou o rio que passava em- baixo da ponte. “A água deve estar de matar…” pensou ela.
Felipe não a encontrava, já estava perto da ponte, na saída da cidade. Passara na casa da sogra, que disse não ter visto a filha hoje, assim como todas as amigas de Clarice. Chegara à ponte. Ainda não via nada, somente um vulto sentado, que parecia soluçar…
Um carro parara perto da ponte. Um homem desceu e se dirigia à ela. Ela o conhecia… Felipe! O que fazia ali? Com certeza viera procurá-la. Ela o chamou secamente:
– Felipe?
– Clarice…
– O que faz aqui?
– Não é óbvio?
– Não para mim. Não tem explicação.
– Pois para mim tem!
– Qual seria?
Ele hesitou. Não sabia se ela iria acreditar ou não. Porém, fora ali pela verdade.
– Ela me beijou à força!
– Que desculpa esfarrapada! Toda novelinha de quinta categoria tem essa desculpa! Seja homem!
– Bom, então nossa vida está nas novela das seis, porque é a verdade! Mas se não aceita essa versão, que tal outra?- ele se aproximou e beijou-a. Foi calma e tranquilamente o beijo.
– Que tal nossa novelinha?

– A pior que eu já vi!

– Ainda bem que não quero ir para Globo.

– Ainda bem.- eles sorriem, se gostam.

– Não deixo mais você sozinho. Fui sair e olha onde estamos.

– Pode me deixar só o quanto quiser. Isso aquece a relação.

– Bobo! Vem, vamos sair daqui.
De repente, Clarice cai para atrás, por causa das poças de água. Segura no braço de Felipe, este também caira, e ambos mergulharam na água. “Sim, a água está e matar!” pensou ela, se apagando…
Depois da forte chuva, o lixo que estava no rio foi levado para suas margens, junto com alguns peixes mortos. E, no meio da praia de lixo (era muito lixo), jaziam dois corpos, deitados, de mãos dadas, tristes e ao mesmo tempo felizes…


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