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Publicado por SavioBatista

– que publicou 1 textos no ONE.

Meu nome é Sávio, tenho 20 anos, estou cursando engenharia elétrica, mas um grande sonho sempre foi criar personagens, histórias, jogos, desenhos e hqs. A maior jornada do mundo começou com um único passo, estou escrevendo a minha primeira história (espero que não seja a ultima), algo que pensei e a algum tempo e finalmente comecei a colocar em prática, singelamente é somente o prelúdio.

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Oct
15
2015

O Próximo Rei

Uma história épica. Uma era medieval onde guerreiros convivem com diversos desafios para conseguir realizar um sonho. Embarque nessa aventura de hérois, criaturas e reinos que faria qualquer pessoa desejar entrar nesse universo.

Prólogo

Era uma vida boa, não tínhamos muito conforto ou dinheiro, mas a casa era aconchegante, tranquila, não faltava amor ou carinho por aqui.

O telhado de madeira e palha sofreu com a ultima chuva, a coisa mais emocionante que acontecia nessa vila minúscula. Eu adoraria tentar consertar, mas minha mãe não deixaria, sou apenas um garoto como falava, ela é uma mulher tranquila, altura média, loira e magra, nunca deixou de fazer o café da manhã, almoço ou de arrumar a casa, lecionava tanto aqui como na escola, me ensinou a ler e escrever ainda novo. Meu pai era um bancário seu dinheiro era suficiente para nos manter numa situação estável, além disso, era um exemplo, alguém que eu gostaria de ser quando crescer.

Ele viajara a negócios, minha mãe estava cozinhando, um bife de vaca, suculento como eu a havia pedido. Eu estava sentado na mesa da cozinha desenhando um cavaleiro, um qual eu queria me tornar, forte e destemido, habilidoso e justo. Meu irmão mais velho havia viajado a serviço do rei, minha irmã estava na escola, lecionando.

-Quando meu irmão volta mãe?

– Na ultima carta, ele disse que voltaria em breve. Tenha paciência garoto ele…..

– O que foi mãe?

Já era tarde, estava no começo da noite, o sol já deveria ter se posto, mas não era isso que estava acontecendo pelo clarão que invadira a cozinha. Minha mãe estava olhando fixamente pela janela.    Sem me olhar, apagou as velas e esbravejou:

– Vá para o quarto e se esconda, vou trancar a porta e vou logo em seguida.

-Mas mãe… Ainda está cedo, que luz é essa?

Ela me lançou o “olhar”, aquele tipo de olhar que se eu estivesse fazendo algo errado, iria ficar imóvel e pedir desculpas, sempre funcionou comigo.

– Desculpe mãe, estou indo.

Fui correndo para o quarto, o som de palha estalando estava alto, sem dúvida alguns telhados estavam pegando fogo. Ela entrou correndo, me abraçou forte e fomos nos esconder de baixo da cama.

– Fique quieto, há gente má na vila, daqui a pouco eles vão embora.

Se a mãe estava tentando me acalmar não funcionou, eu sabia o que queria dizer, saqueadores, eram normais em vilas pequenas, ainda mais desde que as rebeliões começaram. Um estrondo, a porta foi feita aos pedaços, abracei minha mãe, meus olhos estavam arregalados, estava assustado.

-O que foi isso?

-Quieto.

E assim ficamos, pior eu acho, conseguia ouvir os passos, pelo barulho era um homem grande.        Foram momentos de agonia, logo ele parou na nossa frente, eu podia ver suas botas sujas de lama, e a cama foi jogada pro outro lado do quarto.

Não era grande, o homem era enorme, gordo e forte, usava roupas de couro, um elmo de javali assustador, na mão segurava uma massa redonda de ferro com espinhos.

– NÃO TEMOS DINHEIRO! VÁ EMBORA!

Pareceu que ele nem escutou, dessa vez o “olhar” de minha mãe não funcionou. O homem com elmo de javali levantou a massa, seria um golpe certeiro se minha mãe não tivesse rolado comigo nos braços. Girou a massa novamente enquanto ela tentou correr, um dos seus espinhos a acertou na panturrilha, foi superficial, mas o suficiente para fazê-la cair.

Eu levantei e tomei a frente, encarei o monstro. Estava a certa distância dele, talvez seja por isso que tive coragem.

-VÁ EMBORA!

– GABRIEL CORRA!

Mais um giro da massa por ser pequeno conseguiu abaixar rápido, mesmo assim um dos espinhos acertou minha testa.   O sangue escorreu pelo meu rosto, tampando meu olho esquerdo. Será que vou morrer? Tudo acaba aqui? Se ele me acertar novamente acabou, quem irá proteger minha mãe?

Sou uma criança, um garoto de nove anos, não posso com esse monstro, nem tenho um elmo, e o que minha mãe possui não irá nos ajudar agora.

Ela me puxou, mas com o olho direito eu vi a massa vindo. Um vulto passou na minha frente, a clava escorregou daquela mão enorme, o elmo de javali estava no chão, assim como o homem que caiu de joelhos. Parado na frente do homem gordo estava ele, meu irmão havia voltado. O homem caiu de bruços, seu rosto virado pra mim, era uma face feia, estava contorcida, eu conhecia aquela expressão.
Foi a primeira vez que eu vi um homem morto, meu irmão tirou uma vida. O rosto dele entregava o que sentiu na hora da morte. O homem gordo morreu… Morreu de medo.

 

Este é prólogo, me interessei muito pelo site, achei uma oportunidade incrível, além do prólogo há mais 3 capítulos, caso se interesse segue o link do meu blog. Obrigado

http://oproximorei.blogspot.com.br/


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