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Oct
31
2015

Tempo

     O tempo anda, corre e vai. Assim como a água escorre pela torneira, vômitos que entra pelo cano e nunca mais volta, cigarros que depois de tragados virado em “bitucas” jogados no chão. O tempo anda, corre, vai e não volta. É passageiro… Como despedidas de garotas que nunca te amou.
     Desci do ônibus e acendi mais outro cigarro, vi três rapazes, três delinqüentes vieram em minha direção. Um cara alto, forte. Outro mediano meio sujo e sem camisa com algumas cicatrizes espalhada pelo corpo. Um gordo meio que simpático mas não passava de um idiota…
     “E ai frutinha.Tem algum trocado para mim e meus amigos?”, falou o sujo.
     “Estou falido, meu caro”, respondi.
     “Arrume alguns cigarros.”, falou novamente o sujo.
     Tragando ainda o meu cigarro falei um simples “Não…”, e sai pelo lados.
     “OK.” , a ultima coisa que ouvi o sujo falar.
*****

     Foi maravilhoso e terrível ao mesmo tempo, com apenas um soco me derrubou e apagou o meu cigarro, não lembro quem era, os três vinha juntos, o forte, o sujo e o gordinho idiota. Eram socos, chutes forte e velozes. A principio dava quase não ver. Apenas as batidas em meu rosto, luzes que vinha em minha visão e o meu sangue flutuando por alguns instantes no céu.
     O dia estava lindo, o sol brilhava, o meu sangue brilhava também quando subia até as alturas e as forças deles eram incrível. Talvez foi um soco ou chute em minha cabeça que me fez enxergar azul, amarelo e um tom meio preto. Depois veio tudo o branco um vazio. Não ouvia ninguém, não sentia mais nada. Estava em paz comigo mesmo, apenas eu e Deus. Lembrei de certas coisas, coisas felizes, coisas tristes e coisas que não fazia sentido.
     A visão branca começou a ficar mais alegre, sentia que iria para um lugar, sentia sim e estava escutando. Uma musica, uma musica linda e era Marcha dos sacerdotes de Wolfgang Amadeus Mozart. Depois senti que as minhas pernas começava a vibrar, minha mãos começou a voltar a mexer, vibrava mais forte coloquei a minha mão para segurar a minha perna e percebi que era meu celular que começa a tocar no mesmo período que começou a musica, a visão foi voltando ao normal, já dava para ver tudo. As pessoas paradas no meio da rua, algumas conversando, outros caminhado. Resolvi então atender o celular…
     “Cadê você, Avlis? Já está a mais de 2 horas atrasado. O tempo corre, você sabia?” Falou a voz pelo telefone.
     “Sim, eu sei… Já estou indo Sra. Raquel”, respondi e terminei a ligação.

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