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Publicado por Dharmacarth

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Jan
11
2016

Qual o sentido da vida?

amorxrazão

É vero que nem todo mundo sabe por que nasceu, qual é sua missão na terra ou se a vida realmente possui algum sentido. Eu fazia parte daquele grupo de crianças, que quando questionadas o que queriam ser quando crescer não sabiam o que responder. Honestamente, até hoje eu não sei.

Sempre admirei aqueles amigos, colegas ou parentes que  sabiam exatamente o que deveriam fazer com suas vidas. Pareciam planejar nos mínimos detalhes aquilo que pretendiam viver. Isso me gerava um leve sentimento de inveja.

Mas será que essas pessoas têm tanta certeza o quanto dizem? Muitos de nós já tivemos vontade de fazer algo que em nossa situação atual seria praticamente impossível, porém já parou para pensar de onde vem essa vontade tremenda?

Por que será que de repente sentimos falta de fazer algo que  na realidade nunca fizemos? Creio que existem respostas para essas perguntas, o difícil é encontrá-las. Podemos ser indecisos, no entanto isso não significa que somos tolos. As vezes preferimos nos enganar ao admitir nossos verdadeiros objetivos, que vão desde querer estar em determinado lugar, até sonhar alto imaginando como será o mundo lá fora.

Não me refiro ao sair pela porta de sua casa, mas sim, dos paradigmas que lhe prendem a um único ponto de vista, paradigmas que nos impedem de enxergar o mundo com nossos próprios olhos. É angustiante imaginar a existência de tamanha beleza natural e urbana em nosso planeta, sabendo que talvez nunca chegaremos a de fato apreciar o melhor que a vida tem a nos oferecer.

Se não entendermos a vida ao nosso redor, fora da zona de conforto, estaremos estagnados, predestinados á vagar na interminável busca por nós mesmos. Contudo, compreendemos que no mais profundo de nossa alma sabemos perfeitamente o que queremos.

E o que a gente quer pode ser um absurdo para os demais, pois eles esperam que sejamos iguais com os mesmos ideais. Já dizia o Poeta Renato Russo há um bom tempo atrás: ”Nos querem todos iguais, assim é bem mais fácil nos controlar.” Acontece que não deveríamos ser manipulados ou controlados como animais irracionais.

Acredite ou não, a nossa verdadeira liberdade está na capacidade de pensar e encontrar as nossas próprias conclusões seja elas a respeito do mundo ou a respeito de quem somos. Há uma emocionante história que esclarece bem esse assunto…

Na época da segunda guerra mundial em meio a um holocausto e dominação nazista, havia um filosofo e psiquiatra que foi levado a campos de concentração como Auschwitz e Dechau, onde permaneceu por dois anos enquanto sua esposa grávida, seus pais e o irmão haviam sido assassinados pelo regime nazista.

Esse homem se chamava Victor Frankl, um dos sobreviventes ao campo de concentração, apesar do enorme sofrimento. Viktor concluiu que, embora os nazistas pudessem controlá-lo fisicamente jamais iriam conseguir controlar a liberdade de sua mente. Afirmava que por mais que estejamos limitados, nossa mente terá sempre liberdade de escolha.

Sendo assim, talvez a gente não nasça para encontrarmos a perfeição ou a profissão ideal, mas para descobrirmos o que faz com que queiramos tanto permanecer vivos ou porque alguns temem a morte. Será que deveríamos na verdade ”partir” com mais sabedoria do que quando ”chegamos” aqui?

Bem, definitivamente, independente de quais sejam as respostas, o importante é nos lembrarmos de que não precisamos seguir nenhum padrão pré-estabelecido, tentando ser conhecedor da ”verdade absoluta”, basta conhecer a si mesmo.

Sinceramente, espero que cada um busque aquilo que pede seu coração, com a certeza que nada será em vão. Para me despedir desse devaneio os deixo com algumas citações de Viktor Frankl:

viktor_frankl_and_barbed_wire (1)”Nós que vivemos em campos de concentração podemos nos lembrar que os homens que percorriam os barracos para contornar os outros abriam mão de seu último pedaço de pão. Eles podem ser ter sido poucos em número, mas sustentaram prova suficiente de que tudo pode ser tirado de um homem exceto uma coisa: a última de suas liberdades, escolher sua atitude em um determinado arranjo circunstancial, a escolha de seu próprio caminho.”

” O homem é capaz de mudar o mundo para melhor, se possível, e mudar a si mesmo para melhor, se necessário”

”O que é então o ser humano? É o ser que sempre decide o que ele é.”

8 Comments»

  • sam says:

    Perfeito!!!! simplesmente tenho palavras para tamanho talento.

    Parabéns!!!

  • AnoHinoKyou says:

    Um bom tema para um começo! xD
    Espero poder continuar sempre acompanhando o/
    Valeu por se lembrar de mim e me mostrar!
    Esperarei textos cada vez melhores! =D.
    Muito sucesso pra você!

    • Dharma Iasodara L. Carth says:

      Agradeço muito pelo seu comentário, é realmente uma honra poder compartilhar meus textos com todos que se interessam a ler.

  • Saito says:

    Muito bom o texto, realmente não há nada para ser chamado a atenção. Meus parabens

    • Dharmacarth says:

      A gente se esforça até o ultimo instante pra deixar o texto o mais perfeito possível. Fico feliz que não há nada a corrigir. Agradeço pela a sua contribuição.

  • Rosa Maria says:

    Simplesmente demais,uau! Estou no meu momento sabático ou melhor meu mini sabático rsrsrs, e confesso que seu texto veio de encontro ao meu momento. Às vezes precisamos calar nossos trilhões de pensamentos e olhar para dentro de nós e fazer uma faxina, não é mesmo? Já consegui tirar umas “teias de aranha” da minha pequena cabeça, mas a faxina continua e eu quero “emagrecer” até çhegar no meu ideal, onde eu tenha mais domínio a respeito de mim mesma e as coisas que me rodeia.
    Beijo e até mais ver…

    • Dharmacarth says:

      Olá Rosa, agradeço por contribuir com seu comentário. Que bacana saber que está em seu sabático, é uma experiência que deve estar aproveitando bastante, ou pelo menos é esse o intuito. Realmente, o intrigante ao fazer uma ”faxina” interior é a possibilidade de encontrar algo que havia esquecido, mas que permaneceu ali contigo todo esses anos. Comente sempre que desejar, um abraço! Passar bem.

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