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Feb
22
2016

E onde é que mora a felicidade?

Não me dêem civilização, eu quero o que é do Mundo. As montanhas e vales com caminhos por descobrir. As árvores que já não conhecem o toque. Os animais: o seu silêncio e as suas sinfonias de uma ordem harmoniosa. Dêem me isso e eu não peço mais, que isso não me dá razão mas entrega-me à minha verdadeira natureza.
De verdade, não sei o que faça por dentro da multidão. O Ser Humano, Ser social, parece que me tem como excepção. As vozes perturbam-me, o desconhecido dá-me orientação. Que, por mim, vivia a andar. Para a frente, para a esquerda ou direita, mas nunca para trás. Fazer o mesmo caminho duas vezes torna a maravilha da descoberta numa mera rotina social. A obrigação, inimiga da liberdade, não me deixa tempo para seguir a minha vontade. Mas também não sei se é por aí que vive a felicidade. Só sei que estou a morrer. Mas nunca mais é verdade.
E enquanto o destino se vai adiando, não vou vivendo. Sou escravo da minha própria vontade. Não a contrario, não a questiono, nem sequer a consigo olhar nos olhos. É só uma mão invisível que sigo cegamente. E onde é que mora a felicidade? Na rua mole dos instintos solitários ou na vontade que desafia à sociabilidade?


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