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Feb
17
2016

Monster II

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O humano se igualou a besta ou a venceu como um simples humano? Ele estudou os pontos e os ligou em busca de um dos mais mirabolantes psicopatas já vistos na Alemanha, que provavelmente age assim por ter sido a principal vítima das experiências nazistas, com uma vida com mais recordações ruins do que boas e uma fome de vingança enorme. Sua história é nula, mas suas vítimas não foram todas mortas, uma delas a venceu e hoje ele continua a ser um ”humano” oculto vivendo em algum lugar do mundo. Kenzo Tenma pode ser considerado o herói, mas algo tão grande foi visto por poucos, seus atos ficaram presentes na memória de quem presenciou e depois de meses após o sumiço de Johan Liebert, ele resolveu falar para o jornal o que houve realmente com a condição de ser publicada apenas de forma digital.

Vi, então, levantar-se do mar uma Fera que tinha dez chifres e sete cabeças; sobre os chifres, dez diademas; e nas suas cabeças, nomes blasfematórios.
A Fera que eu vi era semelhante a uma pantera: os pés como de urso, e as faces como de leão. Deu-lhe o Dragão o seu poder, o seu trono e grande autoridade.
Uma das suas cabeças estava como que ferida de morte, mas essa ferida de morte fora curada. E todos, pasmados de admiração, seguiram a fera
e prostraram-se diante do Dragão, porque dera seu prestígio à Fera, e prostraram-se igualmente diante da Fera, dizendo: Quem é semelhante à Fera e quem poderá lutar com ela? – Apocalipse 13:1-4

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”Hoje eu consigo viver melhor sem ter aquilo consumindo minha cabeça todo momento, sem o peso da culpa por ter salvo um assassino. Minhas viagens dando palestras são minha terapia e eu sempre viajo sozinho. Johan foi um ponto crítico na minha vida, mas não consigo ver tudo com pessimismo por entender sobre a história nula dele. Um hospital requer um psicológico forte, eu atuo como neurocirurgião e isso requer o dobro disso, eu realmente achava que o ponto mais alto de medo que eu iria sentir era na minha profissão” Tenma é médico há anos e se mudou para a Alemanha jovem e conseguiu sucesso em um dos mais famosos hospitais da região.

”No decorrer de minha busca por Johan descobri com dificuldades sobre seu passado, poucas coisas em registros e muitas com depoimentos de pessoas que já haviam o visto. Ele é um garoto que perdeu a família e viveu em um orfanato de experiências humanas, onde o maior desejo dos médicos era criar um ”soldado perfeito. Johan foi o motivo da tragédia e destruição deste orfanato e isso fica marcado como o primeiro passo grandioso dele em busca de Peter Capek e Franz Bonaparta, os responsáveis pela sua vivência lá” – O impacto que a matéria iria causar seria enorme caso fosse publicada em um jornal para todos. Os policiais e os poucos moradores da cidade simplesmente deixaram isso de lado ao ver o problema principal deitado em uma cama de hospital, a investigação foi dada como finalizada e isso se tornou um assunto apenas para fanáticos por tragédias reais.

”Eu estava a beira do desespero, não conseguia ver fraquezas em Johan e minha mente ficava entre matá-lo ou viver com essa angustia infinita, mas tudo mudou no momento em que descobri sobre Franz Bonaparta, um psicólogo aposentado e escritor que criou o maior medo dele, e por incrível que pareça foi um simples livro publicado com um pseudônimo. O livro se chamava ”Um Monstro Sem Nome”. Os relatos são de que o livro foi feito exclusivamente para Johan Liebert como uma lavagem cerebral, ligando suas emoções a uma zona oculta onde um nome não pode representar algo mesmo que tenha vivido bons tempos com ele. O monstro se dividiu para facilitar a busca por um nome, isso é a referência paras Johan e Anna.

”Esse livro foi minha chegada na última parte de uma jornada em busca de extermina-lo, e saber que enquanto eu corria cidades enquanto ele me seguia foi medonho. Anna Liebert estava comigo e ela era o que chamava atenção de Johan, além de ser sua irmã gêmea, era também a única coisa que importava a ele no momento. Ele não tinha coragem de a matar, foi estranho ver isso, ele só abalou o psicológico dela de uma maneira que nos ajudou a chegar até ele e foi o que aconteceu..Ele planejava que o fim dele pegasse Franz Bonaparta, Anna Liebert e eu juntos, ali foi onde vi uma cena que levei semanas para concluir, como uma ilusão eu senti estar em um deserto e ver ele apontar o dedo no centro da testa era um pedido de socorro, ele realmente queria morrer e não deixar o mostro criado no orfanato sair. Nisso um tiro entrou em sua cabeça e eu o salvei”

[Jornalista]- Tenma é realmente corajoso, vendo isso tudo que ele passou não me admira ele ter preferido uma entrevista a distância, mas que bom que ele respondeu a minhas cartas. Porém uma folha em branco foi enviada e.. não está em branco, espera: ”Eu sei o nome real de Johan e Anna Liebert, mas o monstro está morto agora que descobriu ter um nome”
A matéria foi publicada, mas os acessos ao site do jornalista estavam marcando apenas um visitante de perfil desconhecido, o que o levou a se arriscar e fazer a publicação física do relato. A matéria foi recusada por ser ”fantasiosa demais” e por não ter provas registradas do encontro com Tenma que atualmente viajava dando palestras.

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O ”fim” visto por Johan Liebert é referente ao lugar onde ele e sua irmã foram resgatados enquanto fugiam e essa provavelmente é sua maior dor, até maior  que as experiências no orfanato.


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