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conto da noiteO Conto da Noite
Rituais
As pessoas trabalhavam felizes em meio aos limoeiros. Homens e mulheres contentes colhiam os frutos que surgiam abundantemente naquele lugar.

Em meio ao tumulto, um casal arrumava tempo para brincar.


Publicado por Evandro Furtado

– que publicou 95 textos no ONE.

Ocupações: Estudante de Letras (sim, isto é ocupação) e escritor amador em tempo vago.

Base de operações: Lavras/MG (por mais que eu duvide que esteja realmente aqui, às vezes).

Interesses: Cinema, música, literatura, professional wrestling e uma boa pizza se for possível.

Autores Influentes: Stephen King, Dan Brown, Agatha Christie, Paulo Coelho, Tolkien.

Objetivos: Parafraseando o Coringa de Heath Ledger: “I just do things!”

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1

Apenas mais alguns versos

Queria encontrar em um par de olhos

Uma razão para sorrir

Algo que me prendesse ao chão que piso

Que me impedisse de partir

Talvez um dia eu encontre

Então paro de escrever

Passo a viver de amor

E de amor passo a morrer

E talvez escreva mais alguns versos

Mas não em uma folha de papel

Talvez junte um pouco de algodão

E publico meus poemas lá no céu

 –

Quão paradoxal é essa vida, não?

Por quantos sofrimentos um homem precisa passar?

Pra encontrar o seu caminho?

Pra achar o seu lugar?

 –

Pra gritar pra esse mundo

“Eu sou de carne e osso”!

Sem precisar se esgoelar

Pra sair do fundo do poço?

 –

Talvez um dia eu encontre a felicidade

Aí eu paro com tudo

Viro um eremita

Fico cego, fico mudo

 –

E aí você pergunta:

“Por que parar se está feliz?”

Pra que vestir mangas longas

Se eu já cobri a cicatriz

 –

Espero que esse dia chegue

Junto ao alvorecer

Afinal, um homem que não tem razões para chorar

Não tem razões pra escrever

Publicado por Evandro Furtado em: Agenda |
0

Akumu – Parte 4

Parte 1         Parte 2          Parte 3

 

– Por que eu tenho que enfrentar o monstro? – questionava Griffin.

– Porque você teve a ideia, né? – respondeu Nakamura.

Eles se dirigiam a um Toyota que haviam encontrado abandonado em frente ao museu. Não precisaram de muito tempo para chegar perto de seu alvo.

Akumu se encontrava no topo de um prédio, erguida em seis patas. Nas outras duas, um casal se debatia tentando livrar-se do monstro. Em um rápido movimento, ela jogou os dois pra dentro da boca e logo os engoliu. Em seguida começou a descer pela lateral do prédio.

– Vamos acabar logo com isso. – disse Chester descendo do carro. Ele correu em direção ao prédio do qual a criatura descia. Quando ela tocou o solo, pareceu não nota-lo. Isso deu a chance para que Griffin desse o primeiro golpe. Um simples corte em uma das patas foi o suficiente para fazer a aranha arquejar. Ela soltou um urro terrível, tão agudo que os vidros de algumas janelas se quebraram.

Griffin continuou a golpear com cada vez mais força, não notando quando uma das patas se aproximou dele. O golpe foi forte e o lançou de costas contra a lateral de um prédio.

O homem levantou-se rapidamente, mas ainda atordoado. Percebendo a aproximação da criatura, ele entrou no prédio. A coisa veio atrás dele, destruindo tudo em seu caminho. Para a sua sorte, havia uma porta do outro lado, na qual ele pode sair antes do edifício desabar. Para o seu azar, a criatura conseguiu sair também.

Ele continuou correndo. Saltou sobre um carro que se encontrava no meio da rua e seguiu por uma esquina. Perseguindo-o de perto, Akumu passou por cima do carro e atravessou a rua, devorando três pessoas durante o trajeto. Vendo a criatura distraída, Chester tentou se esconder atrás de outro carro. Ele esperou a aranha terminar seu pequeno lanche e voltar suas atenções a ele. A criatura parecia perdida, olhando de um lado para o outro. “Aranhas têm bom olfato?” ele pensou, esperava que não. Ele viu quanto o demônio pareceu perder a pista e seguir para uma esquina próxima. Griffin se deixou largar ao chão para recuperar o folego.

Ao fitar o céu notou que, apesar de tudo, era um belo dia. Uma bela tarde para um piquenique em outras circunstâncias. Talvez quando tudo isso acabasse ele convidaria a garota que encontrara na praça um dia antes. Qual era mesmo o nome dela? Tiveram uma ótima conversa ali. Todos os bancos estavam ocupados e aquele era o único com espaço para comer seu lanche. Ele pediu licença e a garota concedeu. Ela estava lendo um livro. Achava que era algo de Virginia Woolf. Orlando talvez? Mas, diabos, não se lembrava do nome dela. Não importava. Ela recusaria o convite de qualquer maneira. Orientais são um pouco complexos.

Complexos como aquela coisa que tocava seu ombro. Uma gosma grudenta escorria pela lateral de seu corpo. Seu pavor foi enorme quando notou de onde vinha. Ele levantou-se e começou a correr. Akumu havia voltado.

Griffin procurou por algo que pudesse lhe dar uma vantagem. Olhava ao redor enquanto corria. A besta se aproximava. Ele viu um poste. Em um golpe de pura astúcia ele agarrou o objeto de metal. Com a força da velocidade, Chester girou com as mãos, ao redor do poste, e caiu sobre as costas da criatura. Voltou a golpeá-la com as lâminas que possuía.

O demônio respondeu ao golpe com um urro. Arqueou e ficou sobre as duas patas dianteiras. Aquele movimento fez com que Chester tivesse que se agarrar ao dorso do animal. Ele cravou as unhas naquela coisa e, conforme caía, aquilo rasgava a membrana que cobria o corpo da aranha. Griffin, por fim, conseguiu agarrar-se ao abdômen da criatura, enquanto essa girava e se debatia procurando pelo autor de sua dor.

A certa distância, Nakamura encarava a cena, procurando por alguma maneira de ajudar. Aquilo não seria possível, visto que a única coisa que podia matar Akumu era a lâmina. Mas o gaijin parecia estar em apuros. Ele precisava fazer algo. E teve uma ideia.

Enquanto isso, pendurado no demônio, Chester buscava uma maneira de reverter sua situação. Naquela posição, ele seria um alvo fácil caso a aranha o descobrisse. Seria simples para ela aniquila-lo. Ele tentou escalar a lateral do corpo da criatura, mas ela era lisa e viscosa demais para que sua mão pudessem se segurar. E caso soltasse a outra, com a luva feita por Nakamura, ele cairia e, provavelmente, aquele seria seu fim. Ele já perdia a esperança quando algo aconteceu. Pequenas explosões ocorriam abaixo dele. Quando olhou para o lado, perceber que era Nakamura, que lançava uma série de bombas artesanais contra as patas da aranha gigante. Ao contato do fogo provocado pelas explosões, Akumu saltava. Griffin enxergou naquilo uma grande oportunidade. Ele aproveitou um dos saltos da criatura para soltar as lâminas cravadas, e fez uso do impulso criado pelo movimento para ser lançado para cima e conseguir cair, novamente, sobre a garupa do demônio.

Novamente em vantagem, ele começou a lançar uma série de golpes. Agora, sendo atacada por baixo e por cima, a aranha parecia começar a definhar. Soou então, sobre sua cabeça, um barulho agudo, acompanhado de uma ventania incomum.

– Caças! – ele disse. – Caças japoneses. Eles vieram pra matar a criatura, e eu estou entre eles e seu alvo. – percebendo o perigo que corria, Griffin procurava um meio de se livrar da criatura antes que o bombardeio começasse.

Ele esperou até que o demônio se aproximasse da parede de um prédio. Aproveitou a oportunidade para saltar para uma sacada. Foi bem a tempo de escapar da primeira explosão. No entanto, ele ainda estava próximo o suficiente para ser lançado longe diante da força criada pelo impacto. Chester atravessou uma janela e foi cair dentro de um apartamento. Curiosamente, uma velhinha japonesa comia macarrão enquanto assistia televisão. Ela não fazia ideia do que estava acontecendo. Chester questionou-se como a televisão dela ainda funcionava quando viu que estava ligada a um vídeo cassete. Quem ainda tem um vídeo cassete em pleno século vinte e um? Ele pediu desculpas à senhora e saiu pela porta da frente. A velha deu um sorriso, mostrando os dentes cheios de macarrão.

Lá fora, o ataque com a aranha gigante continuava. Nakamura apareceu novamente, agora com um taco de beisebol e um capacete de futebol. Ao ver que os militares estavam ali, ele respirou, aliviado, tirou os equipamentos e voltou a se esconder. Ele, no entanto, sabia que os ataques seriam inúteis. A única coisa capaz de derrotar Akumu era a luva especial que fizera para Chester com os restos da legendária lâmina Bur?dosun?ku.

O ataque aéreo causava mais mal aos prédios da cidade do que a própria criatura. Os japoneses não ousavam usar armas nucleares depois do que houvera em 1945, mesmo assim utilizavam o que tinham de melhor. Aquilo, no entanto, era suficiente apenas para irritar ainda mais o monstro.

Akumu, que mudara seu alvo de um simples humano sobre suas costas para aqueles imensos pássaros de ferro que tomavam o céu, mudava suas estratégias. Em sua mente primitiva, entretanto, ela tentava entender como era possível que o ataque anterior tivesse doído muito mais do que esse, considerando que a ameaça, agora, parecia muito maior.

A aranha gigante começou a escalar outro edifício. As patas enormes quebravam vidraças conforme a criatura avançava. Por sorte os apartamentos já estavam vazios, então ninguém se feriu.

O demônio avançou até o topo, aonde se ergueu sobre as duas patas traseiras. Em seguida, lançou um jato de líquido verde contra os caças. Aqueles que foram atingidos começaram, imediatamente, a derreter. Aquela era uma toxina ácida produzida pela aranha gigante, capaz de liquefazer até o mais resistente dos metais. Com exceção de um, é claro.

Griffin descia as escadas do prédio no qual havia caído. Aliás, aquele era um dos poucos edifícios que continuava em pé na cidade de Yokohama. A cidade estava um completo caos. Incêndios em vários pontos davam inicio a explosões gigantescas. E cabia a Chester acabar com aquela bagunça.

Quando finalmente alcançou o solo, ele estava disposto a atacar Akumu e destruir o monstro de uma vez por todas. O espirito de luta, no entanto, diminuiu um pouco quando ele viu que o demônio se encontrava no topo de um prédio atacando os caças.

Publicado por Evandro Furtado em: Agenda |
2

Essa é a História de um Novo Herói

*Baseada na música “Nova York” de Chrystian & Ralf

 

As luzes na estrada nunca foram tão belas. Em ambos os lados, os postes de iluminação transformam a noite escura em dia.

Marcelo resolve abrir a janela. A brisa da madrugada entra na cabine e toca seu rosto. Seus cabelos compridos balançam com o vento.

Os motoristas, vindo na contramão, contemplam aquele caminhoneiro, com a camisa meio aberta exibindo a tatuagem de um dragão no peito. Marcelo definitivamente não se encaixava no perfil.

Ele aproveitava a noite como poucos. Gostava da estrada. O que não gostava era de dirigir. Sentia que aquilo o impedia de contemplar melhor as estrelas. Então ele se lembrava dela. E a saudade vai, vai, vai; e a saudade vem, vem, vem.

O que Marcelo queria mesmo era pegar ela, em uma dessas noites, coloca-la no banco de carona e viajar pra qualquer lugar. Talvez pra Nova York. Pôr seu caminhão a rodar entre as nuvens, entre as estrelas. E a saudade vai, vai, vai; e a saudade vem, vem, vem.

Bastou um minuto de distração para que Marcelo perdesse o controle. O motorista da frente dormira ao volante. Era um Chevette velho que ele vinha seguindo há alguns quilômetros. De qualquer forma, nunca passara dos 30 km/h. E agora ele estava quase parado.

Marcelo precisava fazer alguma coisa. O freio do caminhão não seria o suficiente. Se jogasse para o lado direito, acabaria espremendo uma família inteira contra o guard rail. Então ele fez a única coisa possível: jogou seu caminhão para o barranco.

A fenda era enorme e Marcelo não sobreviveria à queda. Em seus últimos instantes ele lembrou dela, lembrou das luzes, lembrou da estrada, pensou nas nuvens e em Nova York. E a saudade vai, vai, vai; e a saudade vem, vem, vem…te buscar!

Publicado por Evandro Furtado em: Agenda |
8

Gritos na Madrugada

João costumava sonhar com monstros. De onde vinham aqueles pesadelos terríveis, ele não sabia dizer. Só sabia que acordava gritando.

Da última vez sonhara que estava só em uma casa abandonada. Seus pais não estavam por perto. Ele tentou gritar por seu nome, mas sua voz não saiu. Então, atrás dele, uma porta se abria. Ele não conseguia se virar para ver o que se aproximava, mas sentia a coisa chegando. E quando ela tocava seu ombro, um terror terrível o tomava.

Agora João tinha medo de dormir. Ele sabia que a coisa viria quando o sono chegasse. Qual forma ela assumiria agora? A de uma grande serpente que tentaria o engolir? Ou talvez um grande demônio vermelho com chifres pontudos, como aquele das histórias que sua mãe contava?

Seus pais tentaram, de todo modo, acabar com os pesadelos. Deixavam as luzes acesas, contavam historinhas antes de ele dormir, enfim, várias estratégias. Nenhuma delas, no entanto, aplacou a fúria da coisa que visitava João todas as noites. E ele acordava gritando.

Então levaram o homem pra psicóloga (ou a moça de branco, como João costumava chama-la), e ela explicou-lhe. Disse que João teria de parar de ver os filmes terríveis que assistia, porque eram eles que estavam lhe causando os pesadelos.

– Não, moça. – ele se defendia. – Não podem ser os filmes. Olha, eu assisto os filmes de dia, e os pesadelos só vêm a noite.

A psicóloga sorria e lhe dava um pirulito. E João saía todo sorridente. Gostara tanto dela que passara a chama-la de tia. E na última sessão ela, inclusive, lhe dera um cobertor de presente. Disse que lhe protegeria dos pesadelos.

Depois de um tempo os sonhos ruins realmente passaram. João ainda acorda de madrugada e, às vezes tem a impressão que tem alguém olhando pra ele do corredor. Então ele abraça seu cobertor bem forte, e a coisa vai embora. João volta a dormir. E sonha. Dessa vez coisas boas.

Publicado por Evandro Furtado em: Agenda |
14

X-Bacon – Projeto Conto em Conjunto, Capítulo Vinte e Três

Capítulo Anterior

 

Os dedos de Manson tamborilavam na mesa de madeira, produzindo uma batida oca, acompanhada por um assobio grosseiro e inconfundível.

 

“Nants ingonyama bagithi baba
Sithi uhhmm ingonyama
Ingonyama”

 

– Será que dá pra parar com essa música insuportável? – reclamou Belly Button.

 

“It’s the Circle of Life

And it moves us all

Through despair and hope

Through faith and love

‘Till we find our place

On the path unwinding

In the Circle

The Circle of Life”

            Foi tudo que ele obteve como resposta.

Enfurecido, Dalton levantou-se da mesa e caminhou em direção à janela. Contemplou o horizonte. Zimmer saíra duas horas atrás e ainda não voltara.

– Aquele bastardo maldito! – reclamou. – Acha que temos todo o tempo do mundo.

– Achei que gostava dele.

– Gostar? – Belly Button ironizou. – Eu gosto de sorvete, de mulheres e de uma boa cerveja. Eu suporto o Zimmer.

– Assim como me suporta, devo supor. – um sorriso pequeno surgia em seu rosto.

– De qualquer modo – o gordo voltou a se sentar – eu salvei a sua vida.

– E por isso eu o servirei por toda a minha vida. – Manson arqueou em uma saudação zombeteira. Passava a mão sobre o rosto. A pancada desferia por Cássia havia deixado uma cicatriz sobre o olhou esquerdo. “Vadia maldita. Você teve o que mereceu”.

– Estou cansado. – Dalton bateu ambas as mãos sobre a mesa e voltou a se dirigir para a janela. – Onde está Zimmer?

– Lembre-se, meu caro, a paciência é uma virtude dos fortes.

– É uma virtude do meu rabo! – respondeu com grosseria. Ele fitava a avenida lá embaixo. Os carros passando aos montes de um lado para o outro. Era uma visão magnânima. Por um segundo ele sentiu-se o rei do mundo, era intocável, nada podia detê-lo. Talvez esta tenha sido sua falha trágica.

Belly Button não notou quando Manson levantou de sua cadeira. Não notou sua aproximação. Não notou quando o velho agarrou seus pés e o empurrou pela janela. A única reação instintiva foi agarrar-se ao parapeito da janela.

– Seu estúpido! – ele disse. – Vamos! Me ajude. – então ele notou. A cicatriz no olho esquerdo, o sorriso cruel, o olhar felino. “Me ajude, Scar! Me ajude, irmão”. Ele notou as unhas sujas e compridas de Manson se aproximando, cravando-se em suas mãos. Sentiu a força se esvaindo de seus dedos. E finalmente largou. E gritou enquanto seu corpo desabava de uma altura de trinta andares!

 

 

O ruído atraiu Sonja, que arrombou a porta do apartamento. Ela olhou ao redor, nem sinal de Belly Button. Então ela se aproximou da janela. Havia marcas de unhas no parapeito. Olhou para baixo e notou uma agitação em torno de algo que parecia um amontoado de balões vermelhos espalhados pela rua. Pensou em se virar quando sentiu uma lâmina sobre seu pescoço. Pôde cheirar o hálito quente em sua nuca e ouvir a voz sussurrada em seu ouvido:

– Eu matei Mufasa!

Publicado por Evandro Furtado em: Agenda |

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