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conto da noiteO Conto da Noite
Rituais
As pessoas trabalhavam felizes em meio aos limoeiros. Homens e mulheres contentes colhiam os frutos que surgiam abundantemente naquele lugar.

Em meio ao tumulto, um casal arrumava tempo para brincar.


Publicado por Evandro Furtado

– que publicou 95 textos no ONE.

Ocupações: Estudante de Letras (sim, isto é ocupação) e escritor amador em tempo vago.

Base de operações: Lavras/MG (por mais que eu duvide que esteja realmente aqui, às vezes).

Interesses: Cinema, música, literatura, professional wrestling e uma boa pizza se for possível.

Autores Influentes: Stephen King, Dan Brown, Agatha Christie, Paulo Coelho, Tolkien.

Objetivos: Parafraseando o Coringa de Heath Ledger: “I just do things!”

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1

Akumu – Parte 3 (Um Breve Interlúdio)

Parte 1          Parte 2

            Seria natural que o museu de Yokohama estivesse cercado de seguranças por todos os lados, mas com uma aranha gigante atacando a cidade, aquele seria o último lugar para se encontrar alguém. Desta forma, ambos entraram lá sem problemas.

Nakamura sabia, de cor, o local onde se encontravam os fragmentos da lâmina. Quando chegaram lá, no entanto, Griffin se decepcionou.

– É isso? – ele fitava os cinco pedaços quebrados no vidro. Nenhum deles tinha mais de cinco centímetros de comprimento. – Como vamos matar aquela coisa com isso? Essas coisas são do tamanho das minhas unhas.

– Hmm! – ponderou Nakamura. – Gaijinnão é tão inútil quanto parece.

O japonês quebrou o vidro com cuidado. Em seguida tirou algo da mochila. Sem que Chester pudesse ver o que ele estava fazendo, o oriental juntou os pedaços da lâmina e começou a montar algo.

– Pronto. – disse por fim. – Agora gaijin pode matar Akumu. – ele se virou e exibiu o que tinha feito. Era uma luva e na ponta de cada dedo, as lâminas formavam garras que poderiam ser usadas na batalha.

Publicado por Evandro Furtado em: Agenda |
8

Uno

*Conto produzido a partir do desafio lançado por J. Nóbrega.

 

Caminhava às margens do universo. A imensidão branca o cercava. Não era possível distinguir o horizonte, pois ali não existia distância. Céu e chão eram um só.

Chegou à beira de um pequeno córrego que não era mais que um fio d’água correndo em meio ao nada absoluto. Ao olhar para a água cristalina divisou seu reflexo, dezenas de vezes, em diversos lugares, em diversas formas. Homens, mulheres, crianças, velhos. Negros e brancos e orientais. Cristãos e islâmicos e ateus. E todos eram um só.

Em sua caminhada árvores cresciam para morrer instantes depois. Animais de todos os tipos o cercavam, produzindo os mais diversos sons. E em cada coisa ele via a si mesmo.

Ouvia o canto dos pássaros, o correr das águas, o ronco de motores e os solos das guitarras. E em cada barulho, em cada cricrilar de cada grilo, ele reconhecia o eco reverberante da própria voz.

O relógio soava trinta badaladas, pois ali não havia tempo reconhecível. As folhas dos calendários marcavam cem dias e os meses eram inomináveis.

Então ele olhou para baixo e viu o mundo. Milhões nascendo e milhões morrendo. Viu cada rocha, cada folha, cada gota de orvalho. E em cada objeto, seus próprios olhos o contemplavam de volta.

Viu a praga, a guerra, a fome e a morte, aos quais ele chamava carinhosamente de rim, fígado, pulmão e coração.

Então ajoelhou na sacada do universo, com as galáxias circulando ao seu redor. Fechou os olhos e contemplou as estrelas. Tapou os ouvidos e ouviu os cometas a cortarem a imensidão vazia. Calou a boca e sua voz ecoou pelo cosmo.

Lúcido em sua plena loucura ele se entregou. Então veio o fim. E tudo começou.

Publicado por Evandro Furtado em: Agenda |
1

Akumu – Parte 2

Parte 1

 

Acordou por volta de três horas da manhã com um zumbido estranho que vinha do corredor. Ao olhar por baixo da porta, percebeu uma estranha luz vermelha. Saiu e seguiu a fonte da luminosidade.

Quando finalmente achou o lugar de onde a tal luz irradiava, encontrou Griffin a contemplando.

– O que está fazendo? – perguntou Nakamura.

– Nada. – respondeu Chester. – Essa coisa apareceu aqui de repente.

O japonês se aproximou da luz. Vinha de um buraco que surgia da parede. Era um buraco negro-avermelhado que parecia estar se expandindo. Uma expressão de terror tomou a face do japonês.

Akumu! – gritava em desespero. – Akumu! – e saiu correndo de volta para seu apartamento.

Chester ficou ali sem saber o que fazer, quando ele viu uma coisa terrível dentro do buraco.

 

+

 

Griffin batia desesperadamente na porta de Nakamura.

– Ei, você. – gritava para o novo vizinho. – Abre essa porta. Rápido, precisamos… – surpreendeu-se quando, de fato, a porta se abriu. Por ela o japonês saía com nada mais do que uma mochila nas costas. Ele pareceu ignorar o homem e caminhou em direção à saída. – Espere! – Chester tentou impedi-lo. – Aonde vai? – mas o oriental o ignorou. – Escute, você precisa me dizer o que é aquilo. – ele seguia Nakamura, que parecia centrado em apenas continuar caminhando. – Pelo menos me diz o que fazer, droga!

Finalmente o japonês se virou e disse apenas uma palavra:

– Corra.

Ele saía do prédio para as ruas muito bem iluminadas de Yokohama. Griffin continuava a segui-lo.

– Eu não entendo. O que pode ser tão… – um som terrível o interrompeu. Quando virou para trás viu que o prédio do qual acabara de sair estava desmoronando. Girou sobre os calcanhares e notou que o japonês já estava a centenas de metros, correndo desesperadamente. Chester o imitou e saiu em disparada.

Enquanto corria, ele ouviu atrás de si um terrível zumbido. Quando olhou por cima dos ombros viu algo que não podia acreditar. Uma grande perna peluda saía dos escombros do edifício, depois outra e mais outra. Logo eram oito pernas, que se erguiam para mostrar uma aranha gigantesca de mais de vinte metros de altura.

Griffin ficou paralisado diante da cena, e só conseguiu sair dali quando uma mão puxou sua camiseta. Era Nakamura que havia voltado.

– Vamos. – disse o oriental e começou a correr.

– Que diabos é aquilo? – perguntou Chester enquanto o seguia.

– Nós a chamamos de Akumu, o pior dos pesadelos. É um grande demônio que aparece de tempos em tempos para causar grande destruição.

– Isso é ridículo.

– Você acaba de ver uma grande aranha saindo que um buraco que levava a lugar nenhum. Mesmo assim você não acredita no que vê. Gaijin é estúpido.

– Eu só sou racional camarada. Aquela coisa deve ser experimento de algum cientista louco ou algo assim. Não acredito nessa coisa de demônios ou inferno.

– Infernos. Sete no total. E Akumu é apenas um dos demônios que lá habitam.

Enquanto conversavam, atrás deles a terrível criatura destruía tudo o que havia pela frente. As pessoas que acordavam àquela hora por causa do barulho começavam a encher as ruas. A aranha agarrava algumas com as patas gigantescas e em seguida engolia-as com a bocarra imensa.

– Você disse que essa coisa aparece de tempos em tempos. – Griffin perguntou, – Quer dizer que já apareceu anteriormente?

– Sim. Há muitos séculos. E causou muita destruição.

– Mas alguém a derrotou?

– Sim. O grande samurai Hashimoto.

– Que provavelmente não passa de um cadáver putrefato nos dias de hoje.

– O grande samurai foi quem venceu a batalha. Mas o que aprisionou a criatura foi um instrumento muito poderoso, ainda mais antigo.

– Do que está falando.

Bur?dosun?ku!

– E o que diabos isso significa?

– A lâmina da serpente! A única capaz de destruir o grande demônio.

– E onde está essa tal lâmina.

– A lâmina foi há muito destruída.

– Merda!

– Mas fragmentos dela estão guardados no museu de Yokohama.

– Ótimo. Vamos pegá-la.

– Está pensando em roubar o museu?

– Escute amigo. Se essa coisa não for parada, não vai haver museu pra contar história. Então me leve até lá.

Publicado por Evandro Furtado em: Agenda |
3

Akumu – Parte 1

Nakamura enfrentava mais um dia comum. Pegara o metrô para ir ao serviço. Já havia se adaptado àquela vida monótona. Todo dia a mesma história. Levantava as cinco, tomava café, pegava o metrô, ia para o trabalho, voltava pra casa, assistia TV e dormia. Às vezes ele sentia a necessidade de mudança, mas estava confortável na atual posição e não ousava mudar.

Naquele dia, em especial, ao chegar em casa, notou algumas caixas empilhadas na frente do apartamento vizinho. Alguém havia se mudado para lá. Ele esperou por um instante, a chave na abertura, quando um homem ocidental apareceu na porta. O gaijin cumprimentou Nakamura com um aceno de cabeça, ao qual este respondeu timidamente. Em seguida entrou correndo em seu apartamento.

Ele tinha certo receio em relação a ocidentais. Eles costumavam deturpar a ordem natural das coisas. E ele não gostava disso. Gostava de manter as coisas como estavam.

Dirigiu-se até o armário e foi preparar alguma coisa pra comer. Sentou-se ao sofá e começou a assistir TV. Na tela, um grupo de pessoas ria de uma pegadinha na qual um homem estava em seu escritório quando as luzes se apagavam. Surgia então uma mulher pálida, toda de branco e com uma maquiagem tão fantástica que parecia ser, de fato, um demônio. A mulher corria pra cima do homem, que gritava em desespero. Enquanto isso, as pessoas do programa riam, assim como Nakamura, com a boca cheia de macarrão. Ele adorava aquele programa. Uma batida na porta interrompeu sua diversão.

Levantou-se para atender. Era seu novo vizinho quem o incomodava.

– Desculpe incomodar. – dizia o homem em um japonês sofrível. – Eu precisava de…

– Pode falar inglês se quiser. – respondeu Nakamura. – Eu entendo bem.

– Ótimo. Porque o meu japonês é horrível. Eu estava cozinhando alguma coisa e percebi que não tinha nenhum tempero. Será que podia me emprestar alguma coisa.

– Sobrou um resto de macarrão se quiser. – o japonês respondeu virando as costas e voltando para o sofá. – Está no fogão. – respondeu enquanto se sentava.

– Ah, obrigado. – agradeceu o ocidental, fechando a porta atrás de si. – A propósito, sou Chester Griffin. – estendeu a mão para o japonês que o encarou com desdém. Recolheu-a quando notou que não receberia o cumprimento de volta. Foi para o fogão e pegou o resto do macarrão no fogão. Em seguida sentou ao lado do japonês.

O ocidental parecia não compartilhar da diversão de seu vizinho. Aliás, não achava graça nenhuma naquela porcaria. Mas em respeito ao homem ficou em silêncio. Quando terminou de comer, agradeceu pela hospitalidade e voltou ao seu apartamento.

Nakamura, enfim sozinho, desligou a televisão e foi dormir.

Publicado por Evandro Furtado em: Agenda |
2

Perspectiva – Final

Parte 1          Parte 2          Parte 3          Parte 4          Parte 5

 

André

 

Uma vez me perguntaram: o que um homem é capaz de fazer por amor? Qualquer coisa. Simplesmente qualquer coisa!!!

Veja bem, algumas coisas fazem de você o herói ou o vilão da história, depende do ponto de vista que alguém quiser adotar. No meu, eu sempre fui o herói, por uma simples razão: no final eu alcancei a felicidade. Não é isso o que vale?

Sabe por quanto tempo eu fiquei na escuridão? No silêncio? Sendo ignorado por aquela que eu amava? Oito anos! Oito anos inteiros e nunca recebi um “Olá”. E aí aparece aquele cara, o atleta, o bonitão, e num piscar de olhos arranca tudo o que já foi importante pra mim. Sabe o que é perder a referência? O ponto a seguir? A razão de viver? Num instante eu perdi tudo.

Alguém pode dizer que eu nunca tive nada, mas sim, eu possuía algo. Expectativa. E a amargura da expectativa é mil vezes mais doce do que a certeza do vazio.

E, a partir disso, temos a receita do mundo: sonhos quebrados geram monstros.

Eu não podia suportar a dor de perdê-la. Pior, eu não podia suportar a ideia de outro tê-la. É sufocante, tortura a gente. Eu podia chorar, podia gritar ao mundo o que sentia por ela. Mas faz muito tempo que as palavras não têm efeito sobre a realidade. Então eu fiz aquilo que qualquer um faria no meu lugar: eu lutei pelo que era meu por direito.

Talvez vocês não entendam o que se passou. Eu gostaria de poder descrever com palavras todos os meus sentimentos, mas, desculpe, o meu vocabulário não é tão amplo. E ainda que fosse, ainda que eu conhecesse todas as línguas e dialetos do mundo, não creio que seria o suficiente.

Qual é o primeiro passo para se conquistar algum objetivo? Eliminar todos os obstáculos que impedem que você chegue até lá. E foi isso que eu fiz.

É curioso que Renato…bem, em inglês eu diria: “he never saw it coming”. Definitivamente ele não esperava por aquilo. Foi tão fácil. Tão fácil atraí-lo para a armadilha, tão fácil prende-lo. Matá-lo, no entanto, assim, de uma vez, não seria o suficiente. Eu precisava arrancar dele a dor pela qual eu próprio tive de passar todos esses anos. E eu o fiz passar pelo mesmo processo que eu. Eu lhe dei esperança, garanti que iria deixa-lo ir, e depois arranquei tudo dele, incluindo a cabeça, hahaha!

E então eu parti para o próximo passo. Encontrei a empregada na rua. Uma trombada foi o suficiente. Infelizmente, mais tarde isso se constatou um erro. Eles nem perceberam essa parte. Nunca perceberam que eu troquei as sacolas, que peguei a carne do açougue e coloquei outra no lugar, muito mais saborosa e familiar. Sabe por que nunca encontraram o corpo de Renato? Porque nunca olharam para o vaso sanitário!

O problema foi que a gorducha me reconheceu. Eu tentei fazer com que ela calasse o bico, mas ela não era, nem ao menos uma boa atriz. Passei um grande sufoco no dia das louças. Se ela tivesse dito alguma coisa à Manu. Por sorte consegui inventar a queda de pressão rapidamente. Depois fingi que fui buscar a água com açúcar. Só achei que açúcar não seria o suficiente para curá-la. Resolvi colocar outro pó branco no lugar, só um pouco mais…letal.

Mas aí outra pessoa resolveu entrar na história: Roberta, a mãe de Manu. Eu notei, desde o primeiro instante, a forma como ela me olhava. Maldita, eu estava namorando a filha dela! Eu não permitiria que ninguém machucasse Manu, ninguém! E a oportunidade surgiu.

Ela apareceu com o pretexto de ajuda-la com algo no guarda roupa. Era domingo e havíamos acabado de almoçar. Manu falava com Lara ao telefone (e aquelas conversas duravam horas, eu sabia disso), enquanto Jairo trabalhava no escritório. Entrei no quarto com Roberta, ela fechou a porta atrás de mim. Roupas se espalhavam pela cama. Ela começou a se despir. Ficou completamente nua, diante de mim. Dizia que queria que eu dissesse qual roupa ficava melhor. Vadia. Dei a ela exatamente o que queria. A melhor trepada da vida dela, uma que nem mesmo o inútil do marido poderia dar. E quando acabou simplesmente arranquei o velho canivete do bolso e rasguei a garganta dela. Estanquei o corte com o lençol. Não queria que ela morresse tão facilmente Então a pendurei no lustre. Acho que ela acabou morrendo sufocada, só não sei se foi pela falta de oxigênio ou engasgado com o próprio sangue.

Finalmente eu acreditava que estava tudo bem, que não teria que fazer mais nada pra me manter a salvo com Manu. Mas aí o Jairo começou a desconfiar. Meu Deus, por que ele não ficou quieto. Eu até gostava dele, só que com a ameaça iminente, eu não podia deixa-lo passar.

Resolvi atacar no dia que as garotas foram ao shopping. Não seria fácil, considerando que a casa estava cercada de policias. Mas esses caras sempre foram uns inúteis. Acho que acreditavam que a simples presença deles ali impediria o assassino de agir. Acham que a polícia é onipotente. Estúpidos, essa é a falha do sistema. Você pressupõe respeito, mas isso não lhe garante nada.

Eu, entretanto, não contava com a força que Jairo encontraria no momento crucial. Ele acabou vendo o meu reflexo na tela da televisão. Conseguiu reagir a tempo. Eu fico pensando o que aconteceria se Manu não tivesse chegado naquele momento. Mas, no final, aquela reviravolta se mostrou ideal para os meus planos. Eles tinham um culpado e eu tinha meu álibi final.

As pessoas podem me considerar o vilão da história. No entanto, no fim das contas, eu estou feliz. Tenho a garota mais linda do mundo do meu lado e vou proteger ela de todos os males. Ela acredita que eu sou um herói. O mundo acredita nisso. Droga, a Sonia Abrão acredita nisso. Como pode ver, tudo é só uma questão de perspectiva.

Publicado por Evandro Furtado em: Agenda |

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