Dominação – Parte 2
Escritor: Rafael Ramos

Lisa corria. Nunca lamentou tanto por ter asma. Uivou, tirou a pistola do bolso interno de seu sobretudo e atirou na testa da mulher que a perseguia.
- Seis. Que merda…
Agora só tinha uma bala.
Escritor: Rafael Ramos

Lisa corria. Nunca lamentou tanto por ter asma. Uivou, tirou a pistola do bolso interno de seu sobretudo e atirou na testa da mulher que a perseguia.
- Seis. Que merda…
Agora só tinha uma bala.
Escritor: Felipe Soares
As coisas nem sempre são interessantes quando se é um cavaleiro de Walter. Nem todo o trabalho envolve fantasmas derrubando casas por dentro ou homens vindos das lagoas mais profundas. Às vezes, um cavaleiro de Walter tem de cuidar de pragas minúsculas. Baldur estava em uma dessas situações, e a levava tão sério quanto uma tempestade de sapos.
Escritor: Rafael C. Trovão
A academia da Liga Imperial era a vida de Nilus Fortex.
E justamente no dia em que se graduara capitão de uma das gigantescas Naves Imperiais, os Silicons chegaram em nosso Universo.
O motivo de uma raça de criaturas sintéticas atacarem a raça humana sem nenhum motivo aparente seria um mistério que, ao que tudo indicava, nunca seria completamente esclarecido.
Escritor: Rafael Sanchez
Suzana, sentada em sua cama, olha para o telefone. Ele olha para ela. Eles se olham. Existe uma espécie flerte entre eles. O telefone a quer. Ela quer se entregar, mas sabe que não deve fazer isso tão fácil…
Suzana consegue até mesmo escutá-lo dizendo: Vamos, só uma vez! Só uma ligada rápida! Seu marido está viajando, nunca vai saber! Só umazinha, vamos!
Escritor: Bruno Resende Ramos
Era escritor e arranjou uma nova namorada para fugir dos assombros de sua mente tão imaginativa e perturbada… Era uma garota liberal e um tanto arredia.
Ela tinha mania de estalar os dedos. Pediu-a, primeira vez, encabulado que cessasse os seus estalinhos. Pronto, descobriu uma forma de chamar sua atenção. Irritou-o mais uma vez naquele encontro, ele se fez compreensivo, tentando não demonstrar alguma repulsa. Ela o viu em seu desconcerto.
Escritor: Éder Ângelo Braga
Este primeiro “causo” do Blog tem como protagonista o Sr. Márcio de Oliveira que todos em Andiroba/MG conhecem pelo apelido de Baiano, ou melhor, ninguém sabe que seu nome é Márcio, ou melhor ainda, nem ele mesmo sabia qual o seu nome de batismo e de registro. Baiano sempre foi seu verdadeiro nome.
Escritor: Carlos Fischer
O sr. Bakler sentara-se num banco, e seu jornal lhe trazia um pequeno punhado de notícias inúteis, ao redor da principal. Mesmo assim ele preferia lê-las meticulosa e vagarosamente. O aparentemente jovem Edward Berg olhou o display de seu relógio digital, e ele exibia o mesmo nome cintilante com um cronômetro em contagem regressiva de três minutos. Por fim chegou do nada uma mulher muito sedutora, com cabelos loiros e olhos verdes, usando uma roupa muito provocante, seu nome era Anne Taylor. Ela abriu a pequena bolsa que carregava e puxou um pequeno papel de recados vermelho, com bordas divinamente douradas. Ela segurou o papel por longos instantes, até que um nome surgiu nele e um rapaz olhando seu relógio ficou cintilante em sua visão.
Escritora: Samila
Eu olhava fixamente para o espelho, compenetrado.
Espelhos não costumavam mentir. Pelo menos, não enquanto eu ainda estava vivo.
Mas agora, depois de tanto tempo, eu era capaz de analisar melhor. O que eram os espelhos, senão instrumentos da ilusão? Era cômodo pensar que eles podiam refletir tudo, e com exatidão. Era cômodo demais, tanto que ninguém se aborrecia com o fato de que eles mostravam tudo ao contrário. Era aceitável mexer o braço esquerdo, e ver o braço direito do reflexo movendo-se. Absurdo! Mas compreensível.
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