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Oct
31
2011
4
Conto em Série

Em Busca da Verdade – Parte 1

Escritor: Debora Campos

Ela não aguentava mais sonhar com a morte dos pais,todo dia o mesmo pesadelo,ela achava que iria acabar enlouquecendo.

O barulho vindo do quarto dos pais lhe chamou a atenção,curiosa foi ver o que estava acontecendo. A porta do quarto se encontrava aberta,entrando lá ela percebeu que a janela tambem encontrava-se aberta e isso era muito estranho,ja estavam em epóca de lua cheia,era quando os lobos ou lobisomens mas atacavam,por esse motivo existia a regra de trancar tudo em dia de lua cheia,todos sabiam o quanto era perigoso dormir com as janelas abertas e seus pais como reis que eram não deveriam desobedecer nenhuma regra,ela foi até a janela para ver o que havia acontecido,ouviu alguns gemidos e barulho de carne sendo cortada,virou-se e então viu os corpos de seus pais sendo dilacerados por um lobo,assim que o lobo sentiu sua presença fugiu pela mesma janela por onde entrou.
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Oct
31
2011
3

Resposta “Fria”

Escritor: Anderson Alares

O ano é dois mil trezentos e bolinha, a terra vive um inferno, o aquecimento global foi bem pior do que imaginavam os inocentes humanos do século XXI, os polos derreteram a mais de cento e cinquenta anos e a terra vive hoje num pandemônio controlado por três grandes forças/conglomerados: A semi-república dos Ar-condicionados, O império dos refrigeradores e a Federação dependente dos Protetores solares.
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Oct
31
2011
1

Freud Ignora

Escritor: Anderson Alares

17 de Maio

Começaram há dois dias, no primeiro dia apenas me acalmei “Foi apenas um pesadelo, nada de incomum”  pensei. Mas no outro dia acordei do mesmo jeito, minha mãe me perguntou se tinha algo que estava me perturbando, algum trauma ou coisa do tipo, ela é psicanalista ( do tipo freudiana) por isso sempre acredita que qualquer coisa que eu faça de diferente foi um trauma que ela me causou na infância. Bem, hoje eu espero não acordar do mesmo jeito, senão provavelmente meus vizinhos irão achar que sou louca e minha mãe pensará que me traumatizou profundamente para o resto da vida.
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Publicado por Anderson Alares em: Agenda,Anderson Alares,Contos |
Oct
31
2011
0

Casarão – Parte I

Escritor: Diego Figueira

Eu já estava quebrado e Alex teve que pagar minha entrada no Casarão. Dez reais com direito a duas cervejas, como anunciava o cara de terno branco e bigode na entrada. Vínhamos de outro bar e já estávamos suavemente bêbados. Pegamos nossos cartões comanda, passamos pela revista e entramos. Alex precisava de um guarda volumes para sua mochila. Fui até o bar, peguei minha primeira cerveja e quando olhei em volta ele havia sumido.

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Oct
31
2011
0

Ressaca?

Escritor: Diego Figueira

Sono agitado. Acorda. A mesma boca seca. Ânsia de vômito. O mesmo desconforto abdominal. Diarreia. Levanta. Espera que sua mãe não esteja no banheiro. Não vai tentar vomitar. As dez da manhã não há mais o que vomitar. Depois de cinco horas todo álcool já desceu e virou merda. Não há mais o que vomitar. Só há a sensação. Mesmo assim senta na privada procurando por um saco plástico em caso de emergência. Diarreia. Sua mãe grita qualquer coisa da sala e ele responde arrastando a fala. Se limpa, lava as mãos, olha no espelho, vai até a sala, bebe água, cai de volta na cama.
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Publicado por Diego Figueira em: Agenda,Contos,Diego Figueira |
Oct
30
2011
2

Doce vingança

Escritor: Thiago Tavares

 “… esperara quatro longos invernos por essa oportunidade e não podia desperdiçá-la. Estava saindo numa missão que lhe daria a chance de vingar a morte do pai…” (trecho extraído do capítulo 11)

Com um brilho sinistro contido em seus olhos, Baltar desceu as escadas de acesso aos dormitórios determinado a vingar o pai e nada nem ninguém seria capaz de impedi-lo. Exalando aquele mórbido desejo juntou-se ao pequeno grupo de mercenário que o aguardava do lado de fora e, montando em seu cavalo, olhou por uma última vez na direção da janela do quarto de Argaios. Não havia com o que se preocupar. Duniak prometera protegê-lo em sua ausência.
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Publicado por Thiago Tavares em: Agenda,Contos,Thiago Tavares |
Oct
30
2011
3

A morte de Zarco

Escritor: Thiago Tavares

 “… – Boa viagem e tenham cuidado com os saqueadores! – disse Zarco em voz alta, vendo a pequena carroceria partir…” (trecho extraído do capítulo 6)

Sem saber que era a última vez que via seus filhos, Zarco regressou para o interior da oficina de ferragens. As mãos calejadas clamavam por descanso, no entanto, o habitual tinir de martelo tornou a ressoar pelo vilarejo. A motivação e o vigor daquele homem estavam contidos na satisfação de ver sua clientela aumentando. Os tempos difíceis haviam cessado e serviço demais, não lhe soava como problema.
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Oct
30
2011
4
Conto em Série

Buraco Negro – Parte 4

Escritor: Pablo Grilo

- O que tá acontecendo? – Disse, ao seguir a mulher saindo do apartamento as pressas.

- O professor, Jonas! É isso que tá acontecendo! Vem, rápido!

Quando estavam saindo do prédio, o homem parou perto do velho que abrira a porta para ele antes.

- Obrigado, Souza.

- De nada, detetive Roberta.

- Não se esqueça, se mais alguém vier, o senhor me liga, hein? – O idoso anuiu.
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Oct
30
2011
2
Conto em Série

Buraco Negro – Parte 3

Escritor: Pablo Grilo

Sua respiração acalmou com o tempo. Estava no futuro de acordo com o jornal, mas era engraçado, pois aparentemente, a rua pelo menos, era muito parecida como antes. Para se certificar, Jonas catou outras partes de jornais e checou as datas e notou poucos com datas diferentes, mas todos muitos anos no futuro. Nenhum carro voador, rua asfaltada de forma diferente, nada… Olhava os veículos estacionados, tinha alguns modelos diferentes que ele desconhecia, mas nada também de anormal.
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Oct
30
2011
0

O miserável

Escritor: Everton Campos

O fim de semana chegou deixando para traz cinco árduos dias sem grandes contratempos porem permanentemente repletos do acido veneno da monotonia que afligia a alma de forma lenta e dolorosa.

Os dias atuais eram marcados pela estagnação onde a idade media da vida lhe trazia saudades do passado e medo do futuro, perdera o que o unia a esposa, os filhos irritavam de forma ilógica, sentia desejo por algumas adolescentes da vizinhança, coisa esta que lhe trazia asco de si, caído em desânimo via algumas poucas alegrias em um time de futebol ou na ultima prestação de uma divida qualquer e havia o fato de perder o cabelo algo que o entristecia tanto quanto a falta de perspectiva com o amanha.
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Publicado por Everton Campos em: Agenda,Contos,Everton Campos | Tags:

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