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Jan
24
2012
0

E-Books por menos de um dólar.

O mundo dos livros está descobrindo a promoção de 99 centavos.

Por JEFFREY A. TRACHTENBERG no The Wall Street Journal

Quase dois anos depois de as editoras de livros forçarem um forte aumento no preço de novos lançamentos em formato digital, uma nova tendência de preços baixos está surgindo. Um crescente número de editoras está experimentando preços temporários de US$ 0,99 para e-books, na esperança de persuadir leitores a lerem amostras de uma variedade de escritores.

O mais recente exemplo é o novo romance de suspense “What It Was”, de George Pelecanos, que foi lançado ontem. A edição digital custa US$ 0,99 no primeiro mês, e depois passará ao preço cheio, de US$ 4,99. Pelecanos já escreveu mais de 18 livros, além de trabalhar na série “The Wire”, da HBO. Mas ele nunca teve um sucesso de vendas.

Seu livro mais bem-sucedido foi um romance de 2006, “The Night Gardener”, que vendeu 29.000 exemplares, segundo a firma de dados do mercado editorial Nielsen BookScan.

“Nossa meta é aumentar o público de George”, disse Reagan Arthur, diretor editorial da Reagan Arthur Books, um selo da editora Hachette Book Group, da Lagardere SCA. “Estamos dizendo: se você está curioso sobre esta obra, por que esperar?”

A editora está seguindo o exemplo dado pela Amazon.com Inc., a pioneira em livros digitais baratos que oferece promoções diárias de títulos por US$ 0,99.

A Thomas & Mercer, um selo da própria divisão editorial da Amazon, recentemente ofereceu 35 títulos da série “87th Precint” (“87º DP”, Editora Record), de Ed McBain, por US$ 0,99 cada.

A ideia de oferecer preços mais baixos temporariamente para aumentar a demanda pode não parecer tão radical no varejo. Mas editoras de livro brigaram feio alguns anos atrás para impedir que a Amazon cobrasse US$ 9,99 por livros de destaque, a fim de estancar uma queda nos preços de livros.

Nessa mesma batalha, grandes editoras conquistaram a capacidade de definir preços de livros eletrônicos por elas mesmas, no lugar das varejistas. As editoras agora estão tirando proveito dessa possibilidade, experimentando diferentes modelos de preços para aumentar as vendas. Isso está sendo verdade principalmente para autores cujos livros têm, em geral, vendido pouco, ou para títulos mais velhos que poderiam ser apresentados para uma nova geração de leitores.

“O que está claro para todo mundo é que o formato digital dá mais flexibilidade em termos de promoções do que uma editora ou livraria poderia ter”, disse Russell Grandinetti, vice-presidente da Amazon para conteúdo do leitor de e-books Kindle. Grandinetti disse que as editoras já usaram livros digitais gratuitos para aumentar as vendas de títulos que iam mal.

Entre os diferentes modelos de preços que estão sendo testados está uma oferta de assinatura. A Cemetery Dance Publications, uma editora americana independente especializada em livros de terror ou suspense, decidiu este mês colocar todos os seus livros eletrônicos à disposição dos consumidores por uma assinatura de US$ 49 até o fim de 2012. “É uma mistura de autores ‘best-seller’ e novos escritores”, disse Brian James Freeman, editor-gerente. “Estamos esperando que alguém que assine para ler Peter Straub também vá ver esses outros escritores, e isso vá ajudar as vendas deles.”

Até agora não há dúvida de que vender um livro a US$ 0,99 pode aumentar a demanda. “Nós tivemos dois romances de Kurt Vonnegut com preço de US$ 0,99 em novembro passado em ofertas diárias separadas”, disse Arthur Klebanoff, diretor-presidente da RosettaBooks LLC, uma editora de livros eletrônicos. “Cada um deles vendeu em um dia um número de exemplares comparável ao que teríamos vendido em um ano.”

“É uma aposta, mas eu quero ser lido”, disse Pelecanos, que deve ganhar US$ 0,17 em cada venda de US$ 0,99. Para comparar, a edição digital de seu mais recente romance, “The Cut”, custava US$ 12,99. A fatia de Pelecanos era de US$ 2,27 por exemplar vendido.

Pelecanos comparou a estratégia de venda de seu e-book de US$ 0,99 com a experiência de comprar pelo mesmo preço uma música de uma banda que ele não conhece. “Se vendermos 100.000 e-books por US$ 0,99 eu não vou ganhar dinheiro, mas o que se presume é que se a maioria gostar do livro a gente conseguiu trazê-los para nosso terreno”, disse. “Se tudo correr bem, isso deve aumentar as vendas dos meus livros.”

Ele disse que tem visto escritores independentes venderem seus romances por US$ 0,99 e depois conseguirem um bom aumento nas vendas. “Esse é um romance de mistério com velocidade, que é sexy e violento, e perfeito para esse tipo de promoção”, disse ele.

O risco, acrescentou, é que se o livro não vender por US$ 0,99, pode haver uma percepção de que a editora não consegue vender sua obra nem com preço reduzido. Mas Pelecanos disse que ele vê o preço como uma oportunidade para aumentar seu público, e ele não quer perder essa chance.

Jan
16
2012
12

Show, Don’t Tell ou Mostre, Não Diga.

Qualquer um que já tenha escrito um conto, livro ou feito um curso de escrita já escutou alguém falando sobre o famoso “Show, Don’t Tell” que é traduzido quer dizer “Mostre, Não Diga“.

Eu sei que ouvir essas palavras são frustrantes. Provavelmente porque você não sabe o que estão querendo dizer por “Mostre, Não Diga”. Ou você pode acreditar que você está mostrando quando você está realmente dizendo.

Posso te falar que “dizer” pode ser útil, ou mesmo necessário, entretanto a maioria das pessoas não percebem o quão vital é “mostar” uma história, ensaio, ou mesmo um post no blog é. Quando falo mostra eu digo sobre permitir ao leitor acompanhar o autor, para ver e sentir e experimentar o que o autor experimentou. Usando o equilíbrio adequado de mostrar e dizer vai fazer sua escrita mais interessante e eficaz.

“Ok, eu entendo”, você está pensando. ”Mas como eu faço isso? Como faço para trazer mais “mostrar” em minha escrita?”

Estou feliz que você perguntou. Aqui estão algumas dicas que irão ajudar a tornar a sua escrita mais vívida e ativa para o seu leitor.

 

1. Use o diálogo

O diálogo permite ao leitor experimentar uma cena como se estivessem lá, conversando junto aos personagens e criando uma certa intimidade. Em vez de dizer ao leitor “A mãe de Justin estava com raiva”, eles podem ouvi-lo por si mesmos:

- Justin Bieber – a mãe gritou – Venha aqui neste instante!

O diálogo pode dar a seu leitor uma grande dica sobre o caráter, a emoção e humor dos personagens.

Com certeza alguém já falou mal de uma garota, mas depois de meia hora do lado dessa notou que tudo que falaram sobre ela é mentira?

Já notou que as fala mansa, a melodia da voz, tudo compõe uma personalidade única muito mais poderosa do que uma simples frase sobre ela? Isso é exatamente o Show, Don’t Tell. Faça o leitor conhecer o personagem, ambiente e história.

(more…)

Jan
15
2012
0

Viajando pela leitura: conheçam 80 obras literárias (ou mais) pelo mundo

  As culturas européia e estadunidense são muito influentes em nosso país. Lemos, assistimos e ouvimos o que é produzido por lá de forma massificante, tirando de nossa visão outras culturas tão ou mais interessantes.

Visando divulgar um pouco mais do que existe pelo mundo (já disponível em nossas livrarias, em sua maioria), localizei uma iniciativa fantástica da Abril, onde vocês poderão descobrir novos títulos literários de várias regiões do planeta e, posteriormente, adquirir ou pesquisar mais sobre as obras. Acessem o link abaixo e divirtam-se nesta viagem empolgante e maravilhosa que, certamente, irá ampliar horizontes e mostrar que existe vida em outras partes do mundo (ao contrário do que muitos pensam).

Cliquem aqui: Educar para Crescer.

Jan
01
2012
0

2012 está chegando. Transformem seus sonhos em realidade.

A todos os amigos, um feliz 2012 com muita saúde, paz e harmonia. Que seus sonhos se realizem… Abraços.
Guns, Bruno Vox e Franz.
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A todos los amigos, uno feliz 2012 con mucha salud, paz y armonía. Que tus sueños se hagan realidad … Abrazos.
Guns, Bruno Vox e Franz.
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To all the friends, a happy 2012 with lots of health, peace and harmony. May your dreams come true … Hugs.
Guns, Bruno Vox e Franz.

 

Dec
20
2011
4

Resenha do livro “O estranho mundo de Tim Burton”

“Quando você não tem muitos amigos e nenhuma vida social... você se distancia do resto da sociedade; é como se estivesse olhando por uma janela… mas existem muitos filmes bizarros por aí, então você consegue agüentar bastante tempo sem amigos.”
(Tim Burton se lembrando de sua infância)

Este não é, definitivamente, um livro comum. Inicialmente  pensei que era uma biografia e, sinceramente, aguardarei por uma sobre Tim Burton, mas esse livro não trata disso.

“O estranho mundo de Tim Burton” é uma iniciativa louvável da editora Leya que, aliás, vem se destacando pelos lançamentos diferenciados. O público que gosta do trabalho de Tim Burton é muito grande e estava realmente precisando de um livro sobre o diretor e produtor, mais precisamente sobre suas obras e metodologia de trabalho.
Li com absoluto prazer este livro. A leitura é técnica em alguns pontos e se intercala com entrevistas de pessoas ligadas ao cinema, repórteres e até com o próprio Burton.
Resumidamente, o livro aborda todos os filmes produzidos ou dirigidos por Burton até “Alice in the wonderland” (2010). Não há um detalhamento técnico dos filmes, mas isto é substituído por reportagens, entrevistas e artigos da época do lançamento dos filmes, trazendo-nos um conteúdo inteiramente relevante, visto que, com tal material, podemos fazer um comparativo da evolução de Tim Burton como diretor, além de mostrar as nunces do pensamento da sociedade americana em cada período.
Algumas opiniões de época nos mostram um diretor iniciante e, ainda assim, extremamente atrevido – no melhor sentido da palavra -, capaz de nos brindar com o que mais íntimo ele possui: sua mente fértil e alucinada.
Todas as obras de Burton, produzidas ou dirigidas, são um reflexo de sua própria personalidade, em maior ou menor escala, e nos dão uma clara idéia do potencial criativo do diretor.
Outro ponto muito interessante abordado no livro fala sobre as escolhas de Burton dos atores para os papéis em seus filmes. Um dos mais controversos – por incrível que isso possa parecer hoje – é a escolha de Johnny Depp para o papel título do filme Edward Mãos de Tesoura:

“”Edward Mãos de Tesoura” é um dos trabalhos mais originais, arrebatadores, românticos e charmosos que surgiram da índústria de cinema americana em décadas. Infelizmente, suas qualidades únicas tendem a ser esquecidas pelos críticos em detrimento de seu tema fantástico e a inteligente escolha de Johnny Depp para o papel título (isso ofendeu tanto alguns críticos, que foi dito que era impossível determinar se Depp era ou não bom ator por causa das poucas falas que tinha, um julgamento que faz que o Frankenstein de Boris Karloff também não seja uma atuação).”

Há muitas passagens que esclarecem o leitor sobre o pensamento de Burton, inclusive entrevistas dele, mas não há nada pessoal (como em um biografia) e a falta disso pode ser sentida pelos fãs mais ardorosos. mesmo sem trazer prejuízos ao conteúdo em si.

Visualmente, temos uma obra bastante interessante, porém escassa. A capa remonta à sua produção mais recente – Alice no país das maravilhas – e as divisórias dos filmes/capítulos são similares à capa. Contudo, não há algo inovador quanto a isso.
Todo o potencial que um artista do porte de Tim Burton foi pouco explorado. Para uma produção literária sobre um diretor de cinema, puramente um profissional do áudio-visual, há uma economia em imagens. Não sou favorável aos “livros com figuras”, porém é notável a falta que as imagens relacionadas às obras de Burton faz, principalmente quando o leitor não é um conhecedor das produções dele. É algo muito próximo à leitura de um livro sobre Disney sem imagens de seus desenhos clássicos. Volto a reforçar que essa pequena lacuna não compromete o conteúdo da obra e das pesquisas feitas.
Um dos pontos fortes do livro – são muitos, acreditem – é a entrevista com Tim Burton e Vincent Price, por ocasião do lançamento do filme “Vincent”, um curta-metragem sobre um menino solitário e incompreendido (essa descrição os faz lembrar de alguém?).
Então, após esses apontamentos, chego a uma conclusão: o livro é o que faltava para compreender melhor o diretor, suas obras e, principalmente, perceber o quanto Tim progrediu com o passar dos anos, superando críticas e mantendo o espírito de um garoto que tem o seu maior tesouro dentro de si mesmo, sua imaginação. Acertando ou errando, Burton é um dos poucos diretores que mantém sua essência desde o início da carreira. Ele evoluiu, certamente, e isso não fez com que sua criatividade fosse minimizada pelas imposições tecnológicas ou de mercado, usando-as como aliadas para transformar em filme o que antes só existia em sua mente.
Leitura obrigatória para quem é fã e para os que pretendem conhecer e, definitivamente, passar a admirar os trabalhos desse incrível diretor…Dados sobre o livro:

  • Editora: Leya
  • Autor: PAUL A. WOODS
  • ISBN: 9788580440263
  • Origem: Nacional
  • Ano: 2011
  • Edição:
  • Número de páginas: 344
  • Acabamento: Brochura
  • Formato: Médio
Dec
12
2011
13
Conto em Série

O Sonho de Susana – Capítulo 3

Escritora: Priscilla Rubia

o-sonho-de-susana

Após se recompor, Susana levantou-se e saiu rapidamente de cabeça baixa para que o porteiro não lhe fizesse perguntas.

Há muito tempo não pensava em Alan. Desde… – “Ano passado, desde o ano passado. Meu Deus, só faz um ano que ele morreu”.
(more…)

Publicado por Priscilla Rubia em: Contos,O Sonho de Susana,Priscilla Rubia |
Dec
12
2011
1

O Vento

poesiaAutor: Homero Meyer

Estendi minhas mãos para tocar as suas,
No mesmo momento que trocamos olhares.
Senti seu perfume voando comigo,
Envolvi seu corpo com paixão.
Desejei você para mim!
Desejei como a sede deseja a água!
Desejei como a fome deseja o pão!
Desejei pela existência de todas as coisas,
Na verdade, desejei não haver mais nada.
(more…)

Publicado por homeromeyer em: Homero Meyer,Poesias | Tags: , , ,
Dec
10
2011
2

Occupy Comics: Alan Moore e David Lloyd colaboram

Criadores de V de Vingança são cha- mados de “padrinhos” do projeto e do movimento

A máscara que Alan Moore e David Lloyd criaram para V, o personagem anarquista de V de Vingança, virou um dos símbolos do movimento Occupy Wall Street, que se espalha pelo mundo. Nada mais justo que os dois quadrinistas participem de uma HQ sobre o movimento.

É a Occupy Comics, uma antologia que reúne vários nomes das HQs escrevendo sobre os temas do movimento. O projeto atualmente está buscando apoiadores pelo site de crowdfunding Kickstarter – e já tem duas vezes a arrecadação necessária, de US$ 10 mil.

Moore vai fazer um texto sobre o movimento, abordando “o controle corporativo da indústria dos quadrinhos e do próprio paradigma do super-herói“. Há planos do texto ser ilustrado, possivelmente por Lloyd, reativando a parceria que se deu pela última vez em V de Vingança.

Entre outros colaboradores de Occupy Comics estão Charlie Adlard, J.M. DeMatteis (Moonshadow), Steve Niles (30 dias de noite), Ben Templesmith, Dan Goldman, Darick Robertson, Mike Allred e Dean Haspiel. O projeto sai ano que vem – impresso e digital – e o formato de publicação será definido de acordo com o valor arrecadado no crowdfunding.

Moore declarou seu apoio ao OWS na semana passada, quando esculachou Frank Miller.

Fonte: Omelete

Dec
10
2011
5

Escritora aos 13 anos.

O estímulo à literatura por uma professora na segunda série foi fundamental para alavancar a promissora carreira de escritora de Isadora César Pacello. Hoje com 13 anos, ela já tem duas produções na bagagem. A primeira, um romance escrito em 2009, por enquanto ficará engavetada, mas a ficção “A Dimensão – a Descoberta do Universo Gêmeo” é o livro que a adolescente prodígio – dona de falas bem articuladas, desenvoltura e ciente o bastante do trabalhão que é o ofício de escrever – lança nesta sexta-feira, às 20h30, na Livraria Nobel do Shopping Piracicaba.

A obra, com apelo ao público infanto-juvenil, é centrada na protagonista Helena, uma garota de 13 anos raptada durante uma viagem e levada a uma dimensão paralela. Lá, ela descobre ser a única pessoa capaz de resolver problemas, cujas consequências seriam penosas para ambos os mundos. “Tem a ver com o equilíbrio do universo e é uma informação dada ao leitor logo no prólogo”, revela a autora.

Isadora criou um universo fantástico. Todos os elementos da literatura, nomes, estações do ano, lugares por onde andam os personagens e as tramas, são frutos da imaginação da autora. “A inspiração surge das músicas que escuto, das minhas viagens e do que leio”, conta. Ela ainda cria a partir de estudos da etimologia da palavra. “Mas sempre com fundamento, nada sem sentido”, aponta.

A produção aconteceu entre dezembro de 2009 a agosto de 2010. O ponto de partida, ressalta, foi a aprovação dos pais para ela, ainda com 11 anos, se debruçar com afinco no ofício da escrita. “Eles me perguntaram se gostaria de publicar a história, porque eu já tinha um romance de 200 páginas e não deveria deixar passar a oportunidade.” Isadora acatou tanto a iniciativa dos pais que até já está no estágio final da segunda parte de “A Dimensão”. “A história será contada em cinco grandes capítulos, cinco livros.”

A facilidade em criar e amarrar as tramas define o estilo de Isadora, típicos de uma menina de 13 anos, com pouco ou nenhum repertório para abordar relacionamentos amorosos ou relatar situações em ambientes de trabalho. “Como a história se passa mais na outra dimensão, fiquei à vontade para viajar bastante”, ela observa. O compromisso precoce com as letras, no entanto, não significa amadurecimento além da idade. “Ainda nem sei qual área seguir.”

O primeiro capítulo de “A Dimensão” está no site da autora – www.adimensao.com.br – para leitura gratuita. “Também estou no facebook, /adimensao, e no twitter, @isadorapacello, para conversar com as pessoas quanto às impressões sobre o livro.”

Fonte: Livros e Pessoas

Um ótimo exemplo para todos que escrevem, pois esta é a prova de que não há idade para realizar um sonho. Não vou entrar no mérito do conteúdo da obra, mas no valor do exemplo dado pela autora e pelos pais que a apoiaram.

Dec
08
2011
13

O Gato e o Filósofo

Escritor: Ramon Bacelar

o-gato-e-o-filosofo

Deitado de barriga no chão, o filósofo encara o gato preto debaixo da mesa, pondera e berra:

-Quem é você?!!

O pobre diabo dispara assustado em direção à cozinha, coloca a linguinha pra fora, mas antes de beber o leitinho do pires… Olhos atentos de boca aberta, grunhe com voz de bicho papão:

-Quem é você?!! Agora te pego!!!
(more…)

Publicado por Ramon Bacelar em: Contos,Ramon Bacelar | Tags: ,

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