2012 está chegando. Transformem seus sonhos em realidade.

Guns, Bruno Vox e Franz.
Guns, Bruno Vox e Franz.
Guns, Bruno Vox e Franz.

Escritor: J.G. Valério

Ouça o farfalhar das folhas das árvores, sinta o vento fresco e calmo tocar sua face.
A água do riacho flui em seu ritmo contínuo, peixes nadam, o sol é refletido no cristalino do rio.
O orvalho pinga da relva alta, a natureza vive seu ciclo eterno e perfeito.
Escritor: J. G. Valério

Alto no céu, raios cortam as nuvens, trovões ribombam e um vendaval incessante faz com que a paisagem se torne caótica. Em meio a tudo isso, pequenas partículas se chocam uma nas outras e reações químicas acontecem. Destas reações, uma gota d’água se forma, dentre vários metros cúbicos de nuvens, esta única gota vislumbra a imensidão dos céus, do espaço e da terra.
Escritor: J. G. Valério

As ruas de Londres estavam cobertas por uma névoa naquela noite. A lua emitia um brilho turvo no céu, o ambiente úmido e poças d’água eram obstáculos para as pessoas que andavam nas mais diversas direções. Carruagens trafegavam pelas ruas escuras e o barulho de cascos de cavalo batendo nas pedras do pavimento ecoava através de becos escuros e fétidos naquela antiga cidade.
Em um bairro conhecido por seu entretenimento promíscuo, jovens procuram por diversão e senhores de castas mais altas da sociedade buscavam a companhia de damas da noite. Mulheres que poderiam saciar sua fome libertina, sua sede por aquilo que as esposas não poderiam lhes oferecer em suas casas.
Escritor: J. G. Valério

É esta a rua onde mora aquela prostituta que estuda com meu filho. Ela vive nas ruas a noite e pelo que sei é muito próxima daquele marginalzinho. Se ela souber de algo, eu vou descobrir.
Ando até chegar em frente a uma casa pequena, jardim mal cuidado, pintura descascando. Confiro o número, 132. É esse mesmo. Vou em direção a porta da frente, uma pequena escada da acesso a varanda da casa. Bato na porta. Escuto. La de dentro vem o silêncio. Bato novamente na porta. Um movimento na janela, a cortina se mexe. Me identifico, digo que sou policial e que quero apenas conversar.
Aquela vagabunda deve estar la dentro tentando se esconder, pensando em algum plano para me enganar. Ela deve saber de algo, talvez seja cúmplice do meu filho marginal.
Escritor: J. G. Valério

É amigos, o dia de hoje não foi dos melhores, acabei de voltar de um enterro. Era um colega de trabalho. Conhecia ele a um bom tempo, mas ele veio a falecer em um acidente de avião.
Morreu pela empresa, já que estava viajando a negócios, visitar um cliente ou algo assim. Durante todo o enterro eu pensei, “que emocionante”, morrer no trabalho.
Meu filho, Lalbert estava na escola, por isso fui sozinho. Todos do escritório estavam lá, todos ganharam um dia de folga em respeito ao falecido. O velório foi feito em uma capela pequena. Estávamos apertados la dentro, sentindo aquele cheiro insuportável de flor de cemitério, velas queimando, mulheres chorando e pessoas dando condolências à família do falecido.
Escritor: J. G. Valério

Lembrando o final do último conto. Roger e Jaime se despediram, sendo que Jaime saiu andando rapidamente em passos largos e ligeiros e Roger por sua vez andou rumo a seu apartamento, onde deveria avisar aos moradores da república que no dia seguinte viria um possível hóspede para habitar o local.
A noite passou, o dia amanheceu e todos acordaram cedo para ir trabalhar. Como sempre Jaime foi um dos primeiros a chegar na empresa, não demorando muito chegou outros colegas de trabalho.
Escritor: J. G. Valério

Ser policial nos dias de hoje não é algo fácil, os bandidos possuem melhores armamentos, o dinheiro que recebemos mal da para sustentar nós mesmos, criar uma família é improvável, não que eu queira ter uma família, mas aqueles que querem reclamam. Correr risco para ganhar micharia, não tem porque. É por isso que sempre optamos por utilizar outras fontes de renda.
Acabo de sair da casa de uma das minhas fontes de renda, o nome dela é Rita. Uma jovem moça de família pobre que tem como sonho se formar na faculdade de direito. Maldito seja essas faculdades, maldito mundo que força as pessoas a obterem uma folha de papel para comprovar que conseguem pensar. Essa jovem não sabia muito bem as dificuldades que ia encontrar quando resolveu deixar sua cidadezinha para vir para cá. Mal sabia ela que os sonhos tem um preço alto. Ela precisava pagar este preço para alcançar seu sonho e eu precisava de uma renda extra. Pensar nisso me alegra, é incrível como as oportunidades aparecem.
Escritor: J. G. Valério

O dia de trabalho hoje foi complicado. Começou como todos os outros, SSDD, estava chato e continuou assim por boa parte do dia, eu resolvendo problemas com clientes, tentando entender o que eles queriam, eles tentando explicar o que não queriam, e por fim fazendo o que nenhum dos dois queriam. Tentei livrar minha mente do estresse do dia e me levantei para ir ao banheiro.
No caminho encontrei meu chefe, que veio me dizer que o relatório, que ele havia me cobrado por dias e dias, que depois de muita cobrança eu lhe entreguei, e que ja fazendo uma semana dessa entrega, ele me disse que ainda não leu, mas que não importava, pois os diretores e clientes da empresa estavam vindo para uma reunião e eu deveria montar uma apresentação do assunto até amanhã.
Hoje vou iniciar um conto, que como A Fantástica Vida de Albert, não vai ter previsão para acabar. Este conto trata das histórias de uma República Nerd, que existiu em uma cidade que não posso dizer o nome, e com pessoas reais que também não posso dizer o nome. Por isso todos os nomes citados abaixo são fictícios.
Escritor: J. G. Valério

Em um país qualquer, de uma região qualquer, de uma cidade qualquer, de uma empresa de informática qualquer, um grupo de pessoas trabalhava arduamente, para atender problemas de outras pessoas, que pediam ajuda em como poderiam trabalhar com seus computadores de mão, sendo que o máximo de capacidade mental que tinham era saber escrever em blocos de papel.
O trabalho era difícil, estressante e exigia muita, mas muita… paciência.
Powered by WordPress. © 2009-2011 J. G. Valério