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	<title>O Nerd Escritor &#187; Pandion Haliaetus</title>
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		<title>Filía</title>
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		<pubDate>Thu, 05 May 2011 23:23:04 +0000</pubDate>
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Sem muitas preocupações, o jovem adentra a sala raramente frequentada dos salões ornamentados no palácio de rubi. Local em que vira poucas vezes uma donzela que curiosamente dava o ar de sua graça quando haviam duas ou m[...]</itunes:subtitle>
		<itunes:summary>Escritor: Pandion Haliaetus

Sem muitas preocupações, o jovem adentra a sala raramente frequentada dos salões ornamentados no palácio de rubi. Local em que vira poucas vezes uma donzela que curiosamente dava o ar de sua graça quando haviam duas ou mais pessoas além dela mesma.
Desta vez encontrou um rosto familiar, o roste de alguém o qual houvera compartilhado vários momentos especiais, e que sempre ao se encontrarem o jovem tocava no assunto antes mesmo de sua atual companhia, esta que fazia questão de apenas observar como o jovem fala a respeito dela.
Com o ar jovial e entusiasmado foi direto ao ponto: &#8220;Tens visto Amicitia? Sei que ela virá até nosso encontro&#8221;.
Em resposta, o outro visitando põe-se na posição de preceptor e revela em longo diálogo: &#8220;Sim, e tive a oportunidade de tecer longas tertúlias com Amicitia e outras tão agradáveis companhias, e por repetidas vezes, por isso devo expor-lhe algo&#8221;.
&#8220;Tem sido ela quem sempre habitou meus pensamentos, e quem sempre me deu força para seguir em frente. Procurando-a em cada olhar, querendo a sentir em cada ação&#8221;.
&#8220;Poucos são aqueles que a possuem, e a sua busca pode tomar uma vida inteira para ser encontrada&#8221;.
&#8220;Independente de se possuir ou não, só estará completa se for cultivada a pares&#8221;.
&#8220;Para tanto ela mesma não deve andar desamparada, precisa de companhia assertiva, presente em cada par&#8221;.
&#8220;Simpatia, respeito e afeto. Sem a tríade ela morrerá ou cairá em esquecimento, para infelicidade da maioria&#8221;.
&#8220;Aqueles não a conhecem contentam-se com uma simples névoa de sua existência, e apesar de falar em seu nome, provocam o desgosto em seus pares&#8221;.
&#8220;As ações contrariam as palavras e pensamentos, ainda assim falam em seu nome&#8221;.
&#8220;Contudo aqueles que a conhecem, carregam a dor no peito esquerdo por serem postergados em nome da falsa referida&#8221;.
&#8220;Contraditório é o ser que diz conhecê-la e não honrá-la&#8221;.
&#8220;Mal sabem estes que ela deve ser cultivada, mantida, cuidada, tal qual uma pequena flor que deseja-se vê-la multiplicada no jardim&#8221;.
&#8220;O fato é que ela surgirá em eventos de afinidade, mas não se manterá por si só, e mesmo que ela ainda sobreviva com o coração partido ao ver tomarem sua frente outros que compartilham menos do que ela, sua plenitude só pode ser restaurada e mantida mediante ação consciente de seus pares&#8221;.
&#8220;Por isso se algum dia você a tiver, cuide dela como se fosse um bem que lhe renderá tantos frutos quanto esforço desprendido com ela, pois é assim mesmo que ela o será&#8221;.
Sabendo da possibilidade de que suas palavras não tenham sido esperadas, ele se retira com a esperança de que aos poucos seu presenta vá sendo digerido não só pela mente, mas pelo sentimento, e que em um futuro próximo possa também este jovem caminhar de mãos dadas com ela e seus pares.</itunes:summary>
		<itunes:keywords>Agenda, Contos</itunes:keywords>
		<itunes:author>thegunslinger@mandic.com.br</itunes:author>
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		<title>O Adônis</title>
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		<pubDate>Wed, 04 May 2011 22:55:09 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Escritor: Pandion Haliaetus Este conto possui uma trilha sonora localizada no fim do mesmo. &#8220;Que belo&#8221;, essa havia sido a frase que Acácio mais ouvira desde sua infância. Eis que para ele tornou-se um mantra e uma verdade. Sempre que passava por um espelho não perdia a chance de admirar a figurar e recitar &#8220;Adonai, [...]]]></description>
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		<itunes:summary>Escritor: Pandion Haliaetus

Este conto possui uma trilha sonora localizada no fim do mesmo.
&#8220;Que belo&#8221;, essa havia sido a frase que Acácio mais ouvira desde sua infância. Eis que para ele tornou-se um mantra e uma verdade. Sempre que passava por um espelho não perdia a chance de admirar a figurar e recitar &#8220;Adonai, adonai. Tu és tão belo por fora quanto por dentro.&#8221; E com atitudes supostamente altruísticas, punha-se sempre em condições de prestar um auxílio, uma palavra, dar um pouco de sua sabedoria a outros.
No seu dia-a-dia, cumpria com seus afazeres na medida do possível, sempre empregava sem tempo em atividades que ressaltem sua beleza física, e distribui lições de cima de seu pedestal. Por isso sente-se tão bem, tão capaz, tão superior.
Certo dia enquanto Acácio caminhava pelas ruas, um senhor se pôs a observá-lo atentamente, e percebeu que o jovem mirava os espelhos no caminho sempre que possível, sorria de volta para si mesmo e prosseguia como se caminhasse por cima das águas, acima de qualquer problema. Seguindo o jovem, ele o viu dando um agasalho para um garoto, e dando dinheiro a uma senhora. A expressão de satisfação era vívida no rosto de Acácio, ele esperava cada agradecimento, cada elogio. O senhor então se aproximou.
&#8220;Ora, vejam só que rapaz tão belo e bondoso, algo tão raro nos dias de hoje.&#8221; Acácio então se vira com imensa felicidade para descobrir seu interlocutor, com um sorriso ele estende a mão para um aperto. &#8220;Senhor, não cumpro com mais do que a minha obrigação, pois aquele que tem, deve dar.&#8221; O Senhor levou seu chapéu à cabeça, e com um tom de firmeza proferiu. &#8220;E tens razão meu jovem, isto não passa de um movimento obrigatório, o que difere em muito de um ato de colaboração, pois neste último existe o afeto, o qual deve ser prescindido por uma inefável sabedoria, advinda do profundo saber das causas e efeitos dos atos. Agora diga-me, a que levam estes teus atos que acabastes de realizar?&#8221;. Ainda com um sorriso no rosto, o senhor aguarda a resposta de Acácio, este que por sua vez retrai instantaneamente sua satisfação, e tentando pensar no que o senhor lhe disse, ainda que confuso, defende-se em frente a todos. &#8220;Meu senhor! Eu estou dando de comer a quem tem fome, e vestindo a quem tem frio! O bem estar de cada um é o objetivo de minhas ações.&#8221; E com o ar de ofendido, Acácio tira o pó de sua roupa e começa afastar-se. O senhor, inabalável exemplifica com a mão. &#8220;Percebes agora? Que algo feito sem ter sido pensado, entendido e sem objetivo transcendente, não tem valor real? As suas ações não passam de alimento para as suas deficiências, você faz isto por si de forma egoística e não por eles, faz para que o vejam como belo e bondoso, quando na realidade não passas de um joguete destes pensamentos vaidosos, orgulhos e soberbos.&#8221; Acácio continuava a se afastar, porém ainda olhando para o senhor, e por isso ainda deu tempo de perceber que ele apontou para a vidraça de um prédio, e com a voz já distante disse. &#8220;Olhe mais uma vez para si mesmo.&#8221; Acácio não podia acreditar no que via, o ser belo e resplandecente, agora deu lugar a alguém esguio, mal vestido e pálido. Uma terrível aparência.
Se aproximando do espelho, ele o toca incrédulo, e caindo de joelhos com lágrimas nos olhos, ele questiona. &#8220;Como pode? Como pode? Todo esse tempo. Eu nunca fui quem pensava ser&#8230; Por que teve que ser outro quem me apresentou a mim mesmo?&#8221; Com as lagrimas escorrendo pelo rosto, ele abaixa a cabeça em vergonha, e com a face quase colada ao chão ele promete a si mesmo. &#8220;Não serei mais eu quem passará fome e andará maltrapilho, darei a mim mesmo o pão e as vestes reais do saber, o conhecimento de mim mesmo!&#8221;
Ao longe, o senhor sorri, pois ali vê um jovem que poderá cultivar dentro de si as verdadeiras virtudes que eram simuladas pelas mais mal intencionadas das deficiências.[...]</itunes:summary>
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		<title>O Momento da Mudança</title>
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		<pubDate>Thu, 13 Jan 2011 23:05:34 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Escritor: Pandion Haliaetus Esse conto contém uma trilha sonora localizada no fim do mesmo. FIAX GRADIUS ESFLAM! Grita Pandion correndo com o rosto enfurecido apontando com uma das mãos e segurando sua espada Trevatum na outra. Em sua palma uma esfera de energia vermelha se forma e explode em uma rajada de fogo, a frente o [...]]]></description>
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Esse conto contém uma trilha sonora localizada no fim do mesmo.
FIAX GRADIUS ESFLAM! Grita Pandion correndo com o rosto enfurecido apontando com uma das mãos e segurando sua espada Trevatum na outra. Em sua palma uma esf[...]</itunes:subtitle>
		<itunes:summary>Escritor: Pandion Haliaetus

Esse conto contém uma trilha sonora localizada no fim do mesmo.
FIAX GRADIUS ESFLAM! Grita Pandion correndo com o rosto enfurecido apontando com uma das mãos e segurando sua espada Trevatum na outra. Em sua palma uma esfera de energia vermelha se forma e explode em uma rajada de fogo, a frente o colossal portão de madeira recebe um impacto violento se despedaçando e permitindo que Pandion e sua tropa avance. A magia usada faz com que sua tropa sinta medo e confiança em seu líder, pois jamais houve quem usasse as Arcanas de forma tão explícita e espontânea.
Sem abalar o trote Pandion continua a liderança percorrendo os amplos salões de mármore da Fortaleza do Esplendor. Seu objetivo é nada menos do que a destruição do tesouro do Rei Solidus, por ordem do Imperador Braum. Com isto em mente o honrado cavaleiro da Tríade lidera vorazmente sua tropa em prol de mais uma missão. Seu instinto está usando todos os sentidos e o poder de sua mente para encontrar algo que o leve até o tesouro. Eis que ao longe Pandion escuta o marchar acelerado das tropas de defesa. Parando repentinamente, assim também fazem todos que o seguem, Pandion volta-se para seus soldados e lhes impõe &#8220;Os inimigos estão a frente e se aproximam, lutarei junto a voz, não me desonrem, quero cada esforço, suor, dor e fúria voltados para quem nos afronta. Daqui haveremos de sair vencedores, e o único inimigo somos nós mesmos, o medo, e aqueles que derem vazão ao mesmo considerem-se mortos, se não pelas mãos inimigas, certamente pelas minhas. Lembrem-se, quando se luta pela vida todo o espaço do medo deve ser tomado pela honra. AVANTE HOMENS!&#8221;
Tomados pela determinação eles lutam como nunca, em meio a grande confusão o lendário guerreiro de marfim desequilibra o lado da batalha a seu favor, caso não tomasse o partido de avançar continuamente formar-se-ia uma clareira ao seu redor tamanho o temor que vai incitando no inimigo. Porém seus sentidos continuam voltados em direção ao objetivo. Em meio a toda a sanguinolência, explosões, poeira e gritos, Pandion vê ao longe em meio a multidão uma formação que levemente destoa do contexto, cinco guerreiros abrem caminho escoltando uma pessoa encapuzada. FORTIUM CRUENLER, recita Pandion enquanto toca no guerreiro a sua frente fazendo com a vida lhe seja sugada transformando-o em múmia, a qual cai ao chão sem vida. Subitamente a velocidade e força de Pandion aumentam assustadoramente e em um pulo que o faz voar como uma águia passando por cima dos guerreiros, ele empunha a espada como que pronto para trespassar o ser de capuz. Um salto perfeito, certeiro e mortal, eis que a malévola Trevarum se regozija ao ver-se atravessada a um coração.
Decepcionado, Pandion vê o ser de capuz sendo protegido pelos outros quatro cavaleiros enquanto o quinto está morto ao seus pés, este havia dado a vida em troca do ser encapuzado, Pandion logo nota que sua intuição lhe aponta o caminho para o fim da investida. Retirando a espada do peito do bravo guerreiro, Trevarum absorve rapidamente todo o sangue que a estava manchando e que por insólito que seja, as feridas de Pandion vão lenta porém perceptivelmente cicatrizando-se. Com um leve sorriso de deboche Pandion fala &#8220;Entreguem-me a garota, e poupo suas vidas&#8221;. Uma de suas mãos se estende, como quem pede gentilmente a mão de uma dama. Pandion é acima de tudo um cavalheiro com todas aquelas dignas de respeito. Um dos cavaleiros fala &#8220;Como descobristes a identidade da Princesa? Cão dos abismos, eu tomarei sua vida aqui e agora!&#8221;. Pandion despreocupadamente retruca &#8220;Hunf! Não subestime meus poderes, posso ver e compreender muito mais do que jamais sonhará. Venha, você e mais cem! Neste momento selaste teu destino! Em guarda!&#8221;.
Correndo desesperada, chorando e angustiada, a Princesa Meriane lamenta por deixado seus fiéis cavaleiros abandonados a morte, mas proteger o tesouro é a prioridade. A porta que leva a tumba de seus[...]</itunes:summary>
		<itunes:keywords>Contos</itunes:keywords>
		<itunes:author>thegunslinger@mandic.com.br</itunes:author>
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		<title>Evolução</title>
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		<pubDate>Thu, 09 Sep 2010 01:38:47 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Escritor: Pandion Haliaetus O cidadão passa em frente a loja de televisores e nota uma multidão se aglomerando, curioso, ele para e também assiste. A cena é um homem sentado em banco de pedra, e atrás dele imenso mapa do mundo, que toma todo a tela. O local é sombrio, e o homem com cabelos [...]]]></description>
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		<title>Os Filhos Do Gelo</title>
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		<pubDate>Sat, 30 Jan 2010 01:08:43 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Escritor: Pandion Haliaetus Enquanto escalava o Monte Jomurgand, Jotun observa uma enorme pedra que rola mortalmente em sua direção. Por um instante o frio desaparece e seu sangue acelera, e tão rápido quanto uma raposa das neves o gigante de cabelos negros tomba para o lado e se afunda na neve, fazendo com que a [...]]]></description>
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		<title>Renegado &#8211; Você já está morto?</title>
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		<pubDate>Mon, 05 Oct 2009 20:40:20 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Escritor: Pandion Haliaetus - Quando matar um ser humano é correto? O que você é? Estúpido? Qualquer momento pode ser o momento para matar, mas existe um sinal&#8230; Existe um momento em que se matar não sofrei a responsabilidade pelo que aquele ser iria fazer em vida. &#8211; Ele para e me encara como seu [...]]]></description>
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		<title>O Nascituro &#8211; Primeiro Capítulo</title>
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		<pubDate>Fri, 11 Sep 2009 23:13:25 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Escritor: Pandion Haliaetus Em uma terra abandonada por qualquer desejo e pensamento de bondade, o homem se degladiou, matou e aterrorizou. Raça contra raça, o ódio e terror foram crescendo a cada dia. Logo outras nações e etnias agregaram-se ao conflito. Um lugar de lucro para aqueles que pesquisam doenças, para aqueles que vendem armas, [...]]]></description>
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		<title>Renegado &#8211; A cura &#8211; Parte 2</title>
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		<pubDate>Fri, 28 Aug 2009 23:10:15 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Escritor: Pandion Haliaetus Logo ponho-me a avançar por entre o mato, estamos com o tempo acertado, chegaremos lá próximo as duas da madrugada, tempo suficiente para resolvermos o que houver por lá, e a polícia chegar de manhã. O dinheiro que eu deixei com o dono do bar garantem que ele irá chamar a polícia [...]]]></description>
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		<title>Renegado &#8211; A cura &#8211; Parte 1</title>
		<link>http://www.onerdescritor.com.br/2009/08/renegado-a-cura-parte-1/</link>
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		<pubDate>Thu, 20 Aug 2009 00:12:51 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Escritor: Pandion Haliaetus Em um estrada deserta e escura acelero a mais de 160km/h, o vento em meu corpo e o som contínuo do motor soam como um mantra que me permitem relaxar e pensar sobre a vida. Penso que se algum dia eu fosse privado desta sensação de certo enlouqueceria. Muitas coisas podem acontecer [...]]]></description>
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		<title>Renegado</title>
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		<pubDate>Wed, 10 Jun 2009 22:01:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>The Gunslinger</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Pandion Haliaetus]]></category>
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		<description><![CDATA[Escritor: Pandion Haliaetus Um mundo de medo e covardes, é aonde eu vivo, as pessoas não se defendem por medo. Não existem mais exemplos de bravura. Isto deu margem para que alguns acreditassem que nada pode ir contra eles, se aproveitando da fraqueza alheia. Eu descobri que os covardes me irritam profundamente, entre eles, alguns [...]]]></description>
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