O Nerd Escritor
Feed RSS do ONE

Feed RSS do ONE

Assine o feed e acompanhe o ONE.

Nerds Escritores

Nerds Escritores

Confira quem publica no ONE.

Quer publicar?

Quer publicar?

Você escreve e não sabe o que fazer? Publique aqui!

Fale com ONE

Fale com ONE

Quer falar algo? Dar dicas e tirar dúvidas, aqui é o lugar.

To Do - ONE

To Do - ONE

Espaço aberto para sugestão de melhorias no ONE.

Contos

Contos

Lista de contos publicados no ONE.

Poesias

Poesias

Lista de poesias publicadas no ONE.

Críticas e Resenhas

Críticas e Resenhas

Opinião sobre alguns livros.

Notícias

Notícias

Veja o que está rolando no mundo literário nerd.

Promoções

Promoções

Aqui você pode ganhar livros e outros prêmios em sua casa.

Sem Assunto

Sem Assunto

Não sabemos muito bem o que fazer com estes artigos.

Anuncie Aqui!

Papo na Estante

Papo na Estante

O nosso podcast de literatura.

Blog do Guns

Blog do Guns

Meus textos não totalmente literários, pra vocês. :)

Nerdoteca

Nerdoteca

Os livros que todo nerd deveria ler.

A Batalha do Apocalipse
Autógrafos

Autógrafos

Em breve! :)

Anuncie Aqui!

Agenda

Agenda

Confira os contos e poemas à serem publicados.

Login

Login

Acesse a área de publicação através deste link.

Fan Page - O Nerd Escritor

Página do ONE no Facebook.

Confere e manda um Like!

@onerdescritor

@onerdescritor

Siga o Twitter do ONE!

May
16
2013
33

Desafogamentos

desafogamentos

Durante todos esses anos estive te procurando. Em cada canto, por todos os lugares. Não te encontrei. Ninguém me disse onde podia receber notícias de você. E eu vim sozinha pra cá atrás de você. E foi então que finalmente te encontrei, no lugar que eu acreditava que não estaria. No único lugar que parecia não caber. Você desde sempre estava ali, dentro de mim. E então construí isso aqui pra você. Tudo que escrevo tem um pouquinho de você. Tem sua pinta atrás da orelha esquerda, tem seus truques de cartas, tem suas mágicas de toalhas, tem sua letra redonda e torta, tem seus cabelos enrolados, tem suas mãos macias, tem seu olhinho bobo, seus lábios grossos, tem seu abraço-ninho que parece acolher o mundo. Você só parece não fazer questão disso. Mas não importa. Porque não escrevo só para você. Escrevo para mim. E um dia todos estarão mortos. Não vai sobrar ninguém ao menos pra dizer que um dia o Homo Sapiens existiu. Ninguém vai se lembrar de Aristóteles ou de Cleópatra, quanto mais de mim, ou de você. Mas esquece, deixe o fim do mundo e o esquecimento humano para Deus. Enquanto isso… continue lindo que eu estarei aqui te amando e escrevendo.

May
15
2013
25

O Irrepreensível

irrepreensivel

A vida pode ser incrivelmente leve, mas pode também ser incrivelmente pesada. O que permite tamanha diferença? O que permite que algo tão contraditório possa existir?

A massa é igual ao produto entre densidade e volume. Se a massa determina aquilo que é leve ou pesado, para que a massa mude deve-se alterar ou volume ou densidade. Para que exista a diferença entre leve e pesado deve existir o volume e a densidade.

Qualquer julgamento sobre a vida deve ser feito considerando-se estas três variáveis.

(more…)

Publicado por L. K. em: Contos |
May
14
2013
24

O pistoleiro

pistoleiro

“E sobre os homens caiu do céu uma grande saraivada, pedras do peso de um talento.”
Apocalipse, 16, 21

OFEGANTE, O PISTOLEIRO RETIROU AS ARMAS DO COLDRE E DESCANSOU-AS SOBRE A LÁPIDE FRIA.

A luz mortiça da Lua empalidecia toda a extensão de túmulos do cemitério. Na madrugada gélida, nada se movia. Ele andava pelas ruas desertas da cidade quando o seu senso de perigo o pôs em alerta. O mal que pressentira não era algo comum, pertencente àquele mundo materialista e que negava qualquer manifestação do sobrenatural; tratava-se de algo deveras perigoso, uma força advinda das sombras de uma realidade que respirava a magia. Afinal, que espécie de criatura maligna o espreitava, e, o mais importante, quais seriam as suas intensões perversas? Um calafrio de horror percorreu a espinha dorsal do pistoleiro…

(more…)

Publicado por Guilherme Reis em: Contos |
May
13
2013
27

Tpsuni

tpsuni

Coisa mais feia é entrar e nem se apresentar. Nunca gostei mesmo de apresentações e de me explicar, mas nesse caso acho que é válido. Enfim, eu nasci. Chamo-me Tpsuni,porque assim decidi. Tpsuni é o ser que pulsa intensamente em mim, vibrante, corajosa, apaixonada. Tpsuni vive. Tpsuni ama. Tpsuni é. Tpsuni me encobre durante a noite e me permite ser tudo que preciso, sem contas a prestar. Eu me vejo com disposição para o que me faz bem, mesmo que não seja moral nem ético. No entanto, eu sou o ser que se esconde no corpo que me envolve, eu quero amar, e sua moralzinha de merda me amordaça, eu quero ser feliz e sua eticazinha tacanha me segura. Tpsuni é o meu lado verdadeiro, minha essência desconhecida. E todas as noites Tpsuni entra em minha casa me possui com ardor, diz que me ama e que não pode viver sem mim. E a- mato todos os dias, e todas as noites ela ressuscita, para me mostrar o que não devia.

May
08
2013
14

Últimas memórias

ultimas-memorias

Capítulo I

A cadeira rangia, era velha, extremamente desconfortável, um tormento para quem lá se sentasse, mas era mais apropriado que o chão frio e empoeirado. No maldito assento inadequado Daniel se firmou, fingido não sentir o incômodo que o móvel lhe causava.

Era o segundo dia de isolamento na fazenda onde passaria um tempo enclausurado. O retiro foi sua tentativa de criar seu cemitério de elefantes particular. Estando com o câncer no pulmão em estágio avançado, buscou o ambiente campestre para passar seus últimos dias, não avisando ninguém, simplesmente pegara o carro e partira para a antiga casa de campo da família.

(more…)

Publicado por roquetn@hotmail.com em: Contos | Tags:
May
06
2013
14
Conto em Série

Os sete enigmas da esfinge – 1º Enigma – Parte 2

esfinge

 

Os sete enigmas da esfinge

 

O primeiro enigma

 

Parte 2

 

             Naquele momento, a “Mãe de todos os mistérios” mudou de posição e ficou de quatro patas. Seu corpo era semelhante ao do leão de Neméia, as garras eram de ferro de “Mjölnir”, suas asas similares as da lendária Ziz, seus dentes eram de ouro, seus cabelos eram lisos escuros, e o seu rosto oval de pele branca lembrava muito as características faciais de Lilith. Embora sua garganta fosse de dragão, sua voz era branda e suave como a nevoa. Reza a lenda que quando ela falava, todos prestavam a atenção em suas palavras. E seus olhos transmitiam a mesma astucia dos olhos da serpente do Éden.

(more…)

May
02
2013
26
Conto em Série

Os sete enigmas da esfinge

esfinge

Os sete enigmas da esfinge

 

O primeiro enigma

 

Parte 1

 

          A esfinge chegou voando em sua pirâmide, pousando sobre o chão. Olhou para Mina e Lindorf com seus olhos escuros e sombrios por um momento. Em seguida bateu sua pata esquerda sobre o chão, e usou seu poder psíquico para trancar ambos na câmera real. De lá não sairiam com vida, a menos quê… Resolvessem seu enigma.

(more…)

Apr
30
2013
8
Conto em Série

[Operação Black Hole] Cap.2 | Parte 2

one-operacao-black-hole-cap2

Cap. 1 | INÍCIO – PARTE 2 – PARTE 3 – PARTE 4 - PARTE 5 - PARTE 6 - PARTE 7
Cap. 2 | PARTE 1

——————–

Contribuição para a humanidade

2001, Cambridge, Massachusetts.

Nicolas estava atrasado para a festa. Passara as últimas duas horas decidindo se iria, ou não, reencontrar os colegas do curso de Ciência da Computação. Dez anos atrás, ele mesmo fora um dos que levantaram a ideia de fazer essa reunião, quando já estivessem casados, com filhos e um bom emprego…

(more…)

Apr
29
2013
12
Conto em Série

Condado Nãshie [As Letras Históricas das Terras-de-Sempre] Cap. VII

as-letras-historicas-das-terras-de-sempre

Capítulo IUma Música no Submundo
Capítulo II part. INo Reino Nobre
Capítulo II part. IIOs Filhos de Morak
Capítulo IIINo Império Flamejante
Capítulo IVNo Reino Gélido
Capítulo VNa Terra dos Nômades
Capítulo VIO Interrogatório

 

 

 Caleb e Nian estavam com a água barrenta até os joelhos. Ele cantarolava:

Os seios são melões
suculentos e gostosos.
No rosto as maçãs
são vermelhas como gosto.

No traseiro de almofadas
repousarei minha cabeça.
Na cama armo a cilada;
entre suas pernas será a peleja.

(more…)

Apr
26
2013
9

Te Amo, Meu Lobisomem!

teamo-meu-lobisomem

(1ª PARTE)
Kia era uma garota normal aos olhos de todos que a conheciam, saia cedo de casa para ir á faculdade, fazia medicina e ja estava quase terminando o curso. Morava com a mãe e dois irmãos de 10 e 7 anos, o pai falecera a 1 ano e meio num acidente de carro, desde então Kia (apelido dado pela mae quando ela nascera) era quem cuidava da familia, sua mãe era Babá mas o dinheiro dava apenas para algumas tarefas.. entao sobrava a Kia trabalhar a noite ja que o dia todo ela ficava na facul.

(more…)

Publicado por saah em: Contos |

Powered by WordPress. © 2009-2013 J. G. Valério