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Rituais
As pessoas trabalhavam felizes em meio aos limoeiros. Homens e mulheres contentes colhiam os frutos que surgiam abundantemente naquele lugar.

Em meio ao tumulto, um casal arrumava tempo para brincar.


Publicado por Evandro Furtado

– que publicou 95 textos no ONE.

Ocupações: Estudante de Letras (sim, isto é ocupação) e escritor amador em tempo vago.

Base de operações: Lavras/MG (por mais que eu duvide que esteja realmente aqui, às vezes).

Interesses: Cinema, música, literatura, professional wrestling e uma boa pizza se for possível.

Autores Influentes: Stephen King, Dan Brown, Agatha Christie, Paulo Coelho, Tolkien.

Objetivos: Parafraseando o Coringa de Heath Ledger: “I just do things!”

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Metrô 2033 – Resenha

Um mundo dentro de um metrô

click para comprar Metro 2033

Em Metrô 2033 (Editora Planeta; 2010; 416 páginas; R$ 39,90) o autor e jornalista russo Dmitry Glukhovsky apresenta para o leitor uma Rússia devastada por uma guerra nuclear. Com a superfície tomada por radiação e criaturas mutantes que surgiram para preencher o vazio no ecossistema, a única forma que os moscovitas encontraram para sobreviver ao ambiente hostil foi refugiando-se na vasta rede de túneis que descansa abaixo da capital russa.

O livro, de ficção-científica e tema pós-apocalíptico, foi lançado pela primeira vez em 2002, pela internet, sendo apresentado na íntegra no site do autor. Mais tarde, conforme o sucesso e as visualizações aumentavam, foi transformado em uma experiência imersiva e em 2009 já havia sido traduzido para mais de 20 países. Com o crescente sucesso, logo foi transportado para o mundo dos jogos pela 4A Games, que conseguiu tirar da história do livro um jogo de tiro em primeira pessoa bem competente.

O cenário da obra é bem trabalhado e coeso, apresentando um ambiente sujo, onde a humanidade decaiu ao ponto da quase extinção e vive confinada ao subsolo, dividindo seu espaço com criações de porcos, galinhas, cogumelos e também com outras criaturas bizarras. O metrô já não funciona neste mundo pós apocalíptico, seus trilhos são utilizados como estradas e as estações servem de morada para o homem, sendo na maioria das vezes, o único local seguro em meio ao caos e aos bizarros segredos do lugar. Nos resquícios da nação russa, reinam a escuridão e o medo, um lugar onde o ser humano luta para sub-existir, resistindo com pedaços da tecnologia passada e constantemente tendo que patrulhar as linhas de trem, um lugar de sons estranhos e perigo constante, apenas para defender sombras pálidas de sua civilização.

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Publicado por Renan Barcellos em: Críticas e Resenhas | Tags: ,
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A Menina que Roubava Livros – Sobre o livro e o filme

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Se não estou enganado, fazem três meses que lí o livro do Markus Zusak, “A Menina Que Roubava Livros“. E devem fazer três horas que assisti a adaptação de livro para os cinemas.

Relaxem que este texto é SEM SPOILER! 🙂

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click para comprar A Menina que Roubava Livros

Porque eu gostei de ler A Menina Que Roubava Livros?

Os motivos são vários, creio que todos que leram terão seus motivos próprios, mas eu acredito que para quem gosta de escrever, ler o livro do Zusak é uma experiência a parte.

A maneira que Zusak brincou com a escrita neste livro foi de encher os olhos. Durante a narração da história ele foi adicionando diversos elementos diferentes no texto, que foram se somando a narrativa. Por exemplo utilizar a Morte como narradora, usar um dado de sete lados para marcar acontecimentos, ter a ousadia de contar o final do livro no meio da historia, desenhar uma historia dentro de uma historia com as paginas de um livro apagado como plano de fundo, inserir no meio da narração pequenos trechos explicativos sobre varios acontecimentos.

Estes exemplos podem soar estranhos para quem não leu o livro… mas tenho certeza de que, quem já leu, vai lembrar de todas estas passagens. É uma brincadeira gostosa ler esse livro.

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Publicado por The Gunslinger em: Críticas e Resenhas | Tags: , ,
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Resenha: Filhos do Éden – Anjos da Morte

Filhos do Éden - Anjos da Morte

click para comprar Anjos da Morte

Anjos da Morte é o segundo livro da trilogia Filhos do Éden, escrita pelo Eduardo Spohr. Muito mais soturno e intenso que o primeiro, o livro se divide em duas narrativas nos apresentando parte dos conflitos do século XX e dando continuidade cronológica a Herdeiros de Atlântica.

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A Máquina Diferencial

Um romance histórico de um passado que nunca existiu

maquina_diferencial

Capa do livro, muito bonita em minha opinião

William Gibson e Bruce Sterling são conhecidos principalmente pelo mérito de definir o que seria o Cyberpunk na literatura, com trabalhos como Neuromancer e a antologia Mirrorshades. No entanto, A Máquina Diferencial (Editora Aleph, 2012; 456 páginas; R$ 55,00)  não leva o leitor até um futuro distópico. O livro, escrito simultaneamente pelos dois autores durante um período de sete anos, traz à tona uma Era Vitoriana onde vapor e computadores fazem parte do cotidiano. Além de serem os precursores do Cyberpunk, os dois autores acabaram escrevendo uma das maiores referências do Steampunk.

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Resenha do livro “O estranho mundo de Tim Burton”

click para comprar o livro

“Quando você não tem muitos amigos e nenhuma vida social... você se distancia do resto da sociedade; é como se estivesse olhando por uma janela… mas existem muitos filmes bizarros por aí, então você consegue agüentar bastante tempo sem amigos.”
(Tim Burton se lembrando de sua infância)

Este não é, definitivamente, um livro comum. Inicialmente  pensei que era uma biografia e, sinceramente, aguardarei por uma sobre Tim Burton, mas esse livro não trata disso.

“O estranho mundo de Tim Burton” é uma iniciativa louvável da editora Leya que, aliás, vem se destacando pelos lançamentos diferenciados. O público que gosta do trabalho de Tim Burton é muito grande e estava realmente precisando de um livro sobre o diretor e produtor, mais precisamente sobre suas obras e metodologia de trabalho.
Li com absoluto prazer este livro. A leitura é técnica em alguns pontos e se intercala com entrevistas de pessoas ligadas ao cinema, repórteres e até com o próprio Burton.
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