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conto da noiteO Conto da Noite
Rituais
As pessoas trabalhavam felizes em meio aos limoeiros. Homens e mulheres contentes colhiam os frutos que surgiam abundantemente naquele lugar.

Em meio ao tumulto, um casal arrumava tempo para brincar.


Publicado por Evandro Furtado

– que publicou 95 textos no ONE.

Ocupações: Estudante de Letras (sim, isto é ocupação) e escritor amador em tempo vago.

Base de operações: Lavras/MG (por mais que eu duvide que esteja realmente aqui, às vezes).

Interesses: Cinema, música, literatura, professional wrestling e uma boa pizza se for possível.

Autores Influentes: Stephen King, Dan Brown, Agatha Christie, Paulo Coelho, Tolkien.

Objetivos: Parafraseando o Coringa de Heath Ledger: “I just do things!”

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* Se você é o autor deste texto, mas não é você quem aparece aqui...
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Expectativa

Passamos a infância inteira pensando no quão bom seria quando nos tornarmos adolescentes, e em seguida pensando no quão bom será quando nos tornamos adultos. Criamos diversas expectativas que raramente são cumpridas, mas aquele desejo de que isso se torne realidade não nos faz desistir de criar expectativas.

Mas a questão é que aquilo que acontece nunca é o que planejamos, ou desejamos. Mas essa é a graça da vida, ela dá alguns (vários) socos na sua cara, mas no final acontecerá algo que valerá a pena, e fará com que você veja que aquilo que você planejou/desejou e não aconteceu valeu ainda mais do que se tivesse se tornado verdade.

No começo dói, dói muito saber que o que te deixava feliz não trazia mais aquela felicidade. Mas com o tempo você percebe que aquilo era algo que aparentemente te deixava feliz. Atualmente vive-se muito de aparências, mas a questão é como não viver de aparências. Às vezes você se convence que aquilo que aparentemente te deixa feliz seja realmente verdade, mesmo que no fundo você saiba que isso não é pra você. Mas aquela sensação de ser feliz por algum tempo faz com que você se prenda a isso e esqueça-se de ir à procura daquilo que te fará feliz por muitos anos, ou para sempre.

Contudo, é nesse momento que se surge a duvida, a incerteza. Será que eu acredito que isso seja algo que aparentemente me deixa feliz, ou isso realmente me traz felicidade. E se eu desistir de tudo por acreditar que não valha a pena, e se eu perder a melhor oportunidade da minha vida, e se…

Se você perder a oportunidade da sua vida, e acreditar que algo que valia a pena não vale, bola pra frente. Se você não tivesse se arriscado iria conviver com aquela duvida para sempre, não iria ter a oportunidade de experimentar e conhecer coisas novas, mesmo que não seja aquilo que você sempre sonhou. Mas o importante é você arriscar, se descobrir e assim ser feliz.

Corra atrás daquilo que você acredita que te deixa feliz, daquilo que faz com que você se sinta mais leve, mesmo depois de um dia cheio de atividades. Não crie expectativas, crie sonhos, crie coragem de se descobrir, crie esperança, crie vontade de se tornar uma pessoa melhor e mais feliz.

Publicado por someplace em: Agenda | Tags: , , ,
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Segunda chance ambulante

O metrô cheirava a umidade e abafamento, no espaço entre os assentos e o piso sombrinhas encharcadas criavam poças pretas que se uniam à pegadas molhadas. A moça sentou em um lugar de janela e tentava ajeitar o cabelo arrepiado, respingado de chuva, no reflexo do vagão em movimento. Seu jeans antes azul claro formava um degrade escuro de azul marinho e sua camiseta grudava meio transparente nos ombros e costas. Se apenas não tivesse esquecido seu guarda-chuva. O trem para e entram alguns poucos gatos molhados, outros com sombrinhas que deixavam um rastro e um homem de chinelos carregando uma sacola de plástico acinzentado com vários embrulhinhos de plástico metalizado brilhante. As portas se fecham e ele se posiciona no extremo do vagão.

-Gen te desculpeenterrompersuaviagem mas es tou de sen pre ga do e…

Ele falava com se estivesse se esforçando para lembrar de um roteiro que não decorou muito bem.

– …masestouaqui ho je pa ra o fereceravoces umproduto dequa li da de com…

Ele começou a se movimentar entregando os pacotinhos aos passageiros que não fingiam estar dormindo ou não balançavam a cabeça para os lados. A moça que já pensava em seu futuro resfriado e sentia o jeans molhado grudar desagradavelmente entre o assento e a pele se sentiu mais irritada ainda por também ter esquecido o celular, para não ter que olhar para o sujeito de barba mal feita que se aproximava de seu lugar.

-…eum porapenas dois re a is ou doiportrês…

Ele colocou um dos embrulhos sobre seu colo, mesmo que estivesse olhando fixamente para a janela e com os braços cruzados, enquanto avançava ao outro lado do vagão.

-…ehsohapertaro bo tão domeioe refazer atéa ul ti ma me i a hora devida.

A moça olhou confusa para o embrulho, agora em sua mão, e o homem de cara bronca, agora no fundo do vagão olhando um ponto invisível na sua frente enquanto recitava a explicação da mercadoria. Realmente era possível sentir um botão redondo em relevo sob a embalagem brilhante e meio escorregadia de chuva.

-Ossenhores esenhoraspodem tes tar ega ran to quenãovao se…

Ela apertou o botão que fez um click e estava novamente no corredor de saída do prédio prestes a apertar o botão que abria a porta. Por um momento ela olhou ao redor e sentiu a roupa seca. Ao contrário da primeira vez, pela porta de vidro percebeu nuvens carregadas se alastrando. Ela procurou o embrulho na mão, não o viu mas sentiu o botão sob seus dedos. Como num transe subiu as escadas abriu seu apartamento e pegou o guarda chuva encostado no rodapé. Saiu caminhando rápido e depois de 5 minutos o guarda chuva já recebia vários pingos de uma forte chuva de verão.

Estava mais uma vez no vagão no mesmo lugar da janela mas dessa vez tão seca quanto poderia estar e com um guarda chuva que desaguava uma pequena poça pelas costas do banco da frente. O trem cheirava a chuva e umidade e em sua primeira parada entrou o homem de camisa puída e unhas curtas mas encardidas. Assim que as portas se fecharam se posicionou na mesma posição e continuou o discurso.

-Obrigadopelasua a ten ção. QueDeusos aben çoe.

Ele percorreu então o caminho oposto, retirando ou os pacotinhos brilhantes, jogados de volta na sacola, ou moedas e notas de dinheiro, para o bolso mais inchado da calça. Quando chegou na, agora seca, moça o pacote reapareceu em sua mão. Ela olhou para o homem e pediu um momento com uma mão enquanto abria a bolsa com a outra. Revirou seus pertences varias vezes, o locutor anunciava a próxima estação, e com decepção percebeu que não tinha dinheiro. Pediu desculpas e devolveu o pacotinho ao homem que já se manobrava pelos passageiros do lado. Com a cabeça baixa ele disse um apressado -quedeusteabençoe- e no momento que o embrulhinho caiu de volta na sacola ela sentiu toda a umidade voltando de baixo para cima até respingar no seu rosto. O guarda- chuva não estava mais na sua frente, sua pele grudava no tecido frio e molhado. Estava chegando a próxima parada, o ambulante esperava em uma das portas e a moça procurava por moedas perdidas no fundo de sua bolsa.

Publicado por silveriumbloodus em: Agenda | Tags: , ,
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Sobre termos um Fandom Brasileiro

Pessoas, oi.

Vejo muito em sites e fóruns fora do Brasil, pessoas discutindo muito, mas muito mesmo, o que os autores estão fazendo.

O que Patrick Rothfuss anda aprontando, Brandon Sanderson, os livros de Terry Pratchett, Neil Gaiman, livros novos que vão saindo como Prince of Thorns… e por aí vai.

O mercado lá fora é muito maior, é uma cultura diferente quanto ao consumismo de literatura e fantasia.

Vocês conhecem locais aqui no Brasil que se assemelham com a descrição acima?

Sei que em páginas de fãs no facebook é possível encontrar isso, mas geralmente destinado a um autor. Quero ver algo sobre gênero.

Publicado por The Gunslinger em: Fórum | Tags: , , ,
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Amazon assina com editoras e vai vender livros em formato físico

amazonbr

A Amazon já assinou contrato com praticamente todas as grande editoras de livros do país e se prepara para iniciar a venda de livros físicos pela internet até o início de maio, apurou a Folha.

A varejista americana iniciou operações no Brasil em dezembro de 2012, mas passou os primeiros 13 meses vendendo apenas livros digitais e aplicativos.

Os notórios desafios logísticos e tributários do país atrasaram o início da venda de produtos físicos, que começou de forma quase experimental em fevereiro, apenas com o leitor de livros digitais Kindle e acessórios para o aparelho.

… continue lendo em Livros só mudam Pessoas.

Publicado por The Gunslinger em: Notícias | Tags: , ,
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Os Cavaleiros do Zodíaco: A Lenda do Santuário | Filme chegará aos cinemas brasileiros

Os Cavaleiros do Zodíaco: A Lenda do Santuário

Os Cavaleiros do Zodíaco: A Lenda do Santuário (Saint Seiya: Legend of Sanctuary), longa animado em computação gráfica de Os Cavaleiros do Zodíaco – que antes circulava com o nome de Saint Seiya – Knights of the Zodiac, chegará ao Brasil no segundo semestre de 2014. O anúncio foi feito pela distribuidora Diamond Films Brasil na sua página no Facebook. O filme, que readaptará o famoso arco do Santuário e deve chegar aos cinemas japoneses entre junho e julho de 2014. [via Omelete]

Saiba mais sobre o filme clicando no link do Omelete.

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