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May
09
2013
3

Jupiter’s Legacy supera expectativas e derruba números de Marvel e DC nos EUA

Jupiter's LegacyA grande notícia do mercado de quadrinhos norte-americano em abril é Jupiter’s Legacy. A primeira edição da minissérie de Mark Millar Frank Quitely  pode não ter chegado ao topo das HQs mais vendidas, mas é raro uma HQ autoral e da Image Comics passar dos 100 milexemplares. Os números são da distribuidora Diamond Comics, com análise do site ICV2.

Jupiter’s Legacy #1 ficou em terceiro lugar no ranking. Walking Dead #109, também autoral e também da Image, subiu posições e foi para oitavo lugar. A Image também fez bonito na lista de coletâneas e graphic novels, com as quatro primeiras posições: Walking Dead vol. 1, The Manhattan Projects vol. 2, Happy e Saga vol. 1. O projeto da editora de atrair talentos de renome para fazer trabalho autoral – inspirados no sucesso absurdo de Walking Dead - está rendendo ótimos frutos. [via Omelete]

Saiba mais dos números das vendas do mercado norte-americano clicando no link do Omelete.

Publicado por Bruno Vox em: Notícias | Tags: , , , , , ,
May
08
2013
2

Operação Lança de Netuno – Khost, leste do Afeganistão

Parte 1 / Parte 2

02 de abril de 2011, Khost, leste do Afeganistão

Os helicópteros pousaram na base militar. Nós descemos e tiramos os equipamentos. Era noite e nos dirigimos aos refeitórios. O que meu pai pensaria se me visse ali? Deserdou-me quando entrei para a marinha, qual seria sua reação se soubesse que não me contentei apenas com isso e tornei-me membro da tropa de elite do exército americano? E, não qualquer pelotão de elite, mas parte de uma das forças mais mortíferas do mundo! Um soldado dos SEALs. Agindo em solo muçulmano. Acho que o velho teria um infarto, ou ele mesmo me mataria.

Sentei ao redor de uma mesa com Smith, Jhonson e Fred. Meus únicos amigos. Nos conhecemos no Hell Week, a Semana Infernal, o terrível treinamento que passa todo aspirante a SEAL, e desde então, sempre estivemos juntos. Por sorte ficamos na mesma divisão participando juntos de várias missões. Fred era meu parceiro de ação durante as ações, nós dois tínhamos o sobrenome Walker e costumávamos falar para todos que éramos irmãos. Smith foi o primeiro a quebrar o silêncio enquanto mordia um Big Mac, falou com a boca cheia:

— O que será que eles têm para nós dessa vez?

— Deve ser alguém importante — respondeu Jhon.

— Sempre é alguém importante, somos SEALs! — Exclamou Fred com o orgulho que nunca escondia de ninguém.

— Não sei se repararam, mas há agentes da CIA por todos os lados. Acredito que acharam um peixe grande e vão nos mandar para pescar.

— Então nós somos a vara? — Smith, como sempre fez mais uma pergunta idiota e nós disparamos a rir. Ele continuou olhando sem entender o motivo da graça. Jhon deu um tapa em sua nunca e falou:

— Somo os pescadores, seu otário!

— Eu nunca pesquei! — Smith gargalhou de uma piada que só ele percebera. Nem ligamos, já estávamos acostumados. Retomei o assunto:

— Só na entrada tinha cinco agentes reunidos. Quem será que vamos buscar?

— Que tal uma aposta? — Smith adorava apostar. Inclusive devia mais do que recebia.

— Eu topo — aceitando, Jhon já apresentou seu palpite: — Nós vamos pegar, Abu Ahmed, porta-voz do Bin Laden. — Refleti um momento, era um bom nome, pois diante da ineficácia das tentativas de encontrar Osama Bin Laden, ao que parece, a inteligência concentrava-se nas pessoas próximas ao líder máximo da Al-Qaeda para assim rastreá-lo. Smith cortou meu raciocínio:

— Pera aí, qual o valor de sua aposta? Não me venha com vinte dólares!

— Cinquenta dólares. — Respondeu Jhon. Smith também tirou uma nota e botou na mesa:

— Minhas fichas são em Mohammed! — O grandalhão sorriu.

— Vai se foder! — Bradou Jhon.

— O que foi? — Smith fingiu não entender, ou realmente não entendia.

— Quantas pessoas nesse fim de mundo se chamam Mohammed? Aposta direito seu merda ou então sai fora com suas trapaças! — Disse Fred.

— Então tá! Vou apostar em qualquer um desses filhos da puta. Afinal vou matar qualquer um independente de quem seja! — Ele ficou pensando por alguns segundos e finalmente escolheu: — Meus cinquenta conto vai no tal de Hassan Nasrallah!

Dessa vez foi eu que gargalhei e os outros me acompanharam. Smith não gostou nada, então falei.

— Idiota! Hassan Nasrallah é líder do Hezbollah.

— E o que é que tem?

— Estamos no Afeganistão! Acha que partiremos daqui direto para o Líbano? — Ele fez uma expressão de ódio e perguntou:

— Então qual sua aposta? Intelectual do inferno!

— Acho que vocês estão esquecendo que não somos qualquer tropa. Somos os SEAL’s 6! Somos fantasmas! Portanto, eu aposto que dessa vez pegaremos Ayman al-Zawahiri, o número dois. — Todos confirmaram com a cabeça e Jhon comentou:

— É uma boa aposta!

Realmente era. A unidade SEALs 6 é a principal e mais mortífera força dos EUA. Nem sequer existe oficialmente. Quando a marinha americana precisa de seus melhores homens, envia os SEALs. Quando os SEALs precisam de seus melhores homens, enviam o SEAL Team 6. Não temos passaportes, registros no seguro social, acho que nem a própria marinha tem nossos dados. Talvez meu nome nem seja Peter Walker… Somos soldados invisíveis e letais. E se fomos convocados, não enfrentaremos inimigos comuns. Por isso foi um ótimo palpite.

Depois de um tempo de reflexão, foi a vez de Fred falar:

— Eu aposto esses cinquenta dólares com a certeza de que dessa vez pegaremos Osama Bin Laden!

Todas as vezes antes das operações fazíamos esse tipo de aposta. E sempre Fred apostou em Osama Bin Laden. A história dele é trágica. Sua noiva era agente do Departamento de Defesa, e um mês antes do casamento morreu quando um avião guiado por terroristas chocou-se contra o Pentágono. Seu pai, um respeitado advogado, trabalhava em um escritório no WorldTrade Center e também morreu nos atentados de 11 de setembro de 2001. Foi o desejo de vingança que levou Fred aos Marines, que o fez se destacar e chegar aos SEALs. Mas, também que fez dele um dos agentes mais violentos que já passaram por essas fileiras. Seu sonho era matar Osama com as próprias mãos, claro que depois de uma longa sessão de tortura.

Ficamos conversando por algumas horas e depois fomos para o alojamento, pois pressentíamos que o próximo dia seria bastante puxado.

03 de abril de 2011, Khost, leste do Afeganistão

A rotina de uma base militar em um país inimigo não é algo animador, apesar de estarmos isolados do restante dos soldados que atuam na guerra, o clima ainda sim é pesado. Homens partem, homens não voltam. E quando isso tornar-se algo diário, o lugar fica sombrio.

Mesmo sendo cedo o sol já era forte e corríamos com o peso do equipamento nas costas e sob os gritos do comandante.

— Corram mais rápido são merdas, ou vou enfiar uma baioneta nos seus traseiros! — Gritou o Capitão. Eu puxava a dianteira e era um ótimo corredor, portanto, forcei ainda mais e todos tiveram que acompanhar. Passamos toda a manhã correndo, fazendo flexões e praticando tiro. No período da tarde fizemos simulações de combate, paraquedismo e descida de rapel dos helicópteros. A noite estávamos completamente esgotados, mas nada que já não estivéssemos acostumados.

— Puta que pariu! Os caras botaram pra fuder hoje! Não preciso disso, dei-me uma arma e esses desgraçados podem correr tanto quanto o Peter que estraçalho suas nucas! — Smith era o maior de nós e o mais preguiçoso e sendo um atirador de elite, sempre falava que não precisava passar por aquilo.

— Quando você vai deixar de ser uma puta chorona? — Ele já comia uma coxa de frango e nem ligou para o insulto de Jhon.

— Pelo treinamento de hoje acho que temos uma barra pesada pela frente. — falei e Fred concordou. Olhou para uma agente da CIA que passou por nós e sorriu:

— Não gosto desses desgraçados da CIA, mas abria uma exceção para essa aí. — e sorriu. Ficamos um tempo olhando para o rebolado da agente que percebeu nossos olhos e requebrou ainda mais. Smith que já tinha terminado de comer levantou-se:

— Cara eu não sei vocês, mas estou tão cansado quanto um recruta. Vou nessa! — Fred também levantou:

— Já que temos uma operação perigosa nos próximos dias essa pode ser a última chance de transar, portanto, vou ver se encontro aquela gracinha da CIA.

— Cuidado para não arrumar confusão, hein. — Alertei. Ele rui e saiu. Fred sempre arrumava confusão. Jhon levantou perguntando:

— Vai uma cerveja, Peter?

—  Só se for agora.

Permanecemos mais uma hora no local e depois partimos. E confesso que já estava começando a ficar ansioso.

Publicado por J.Nóbrega em: Agenda | Tags: , , , , ,
Mar
25
2013
3

Operação Lança de Netuno – Vale do Korengal, leste do Afeganistão

Clique e leia a Parte I

01 de abril de 2011, Vale do Korengal, leste do Afeganistão

Sou Peter Walker, e lhes garanto que se Ian Fleming estivesse vivo adoraria escrever minha vida. Sim, possuo um nome comum para merecer ser alvo da mesma pena que deu vida a James Bond, entretanto, não deixe-se enganar, por trás de nomes comuns existem histórias inacreditáveis. A minha é uma delas. Crer ou não crer é uma escolha sua.

Meu nome de guerra é apenas Peter — temos dois Walker’s só em meu pelotão — mas não é meu nome de nascença. Quando nasci, fui chamado de Muhammad Tarek Bin Laden, em homenagem aos nossos antepassados. Isso mesmo, sou um Bin Laden. Não; não tenho uma bomba presa ao corpo. Pela integridade de meus pais e irmãos, mesmo que insistam, não revelarei meu grau de parentesco com o mais conhecido da família.

Em 13 de setembro de 2001, com 14 anos, eu deixei os EUA em um voo fretado com destino à Arabia Saudita. O avião estava lotado de familiares e tenho certeza que naquele dia — apenas dois dias depois dos atentados de 11/09 — qualquer um ficaria feliz em nos derrubar, culpados ou não, éramos Bin Laden’s. Dois anos depois retornei à América. Mas, não foi Muhammad Tarek que desembarcou, e sim Peter Walker. Por segurança e com o auxílio dos dólares sauditas, mudei meu nome.

Na época eu tinha apenas 16 anos, portanto, não foi fácil convencer minha família. Entretanto, amava aquele país e queria voltar de toda forma. Não fui criado nas rédeas islâmicas, pelo contrário, meus pais deram-me total liberdade, por isso, cresci muçulmano apenas no nome. Nesses dois anos fora das terras americanas viajei por vários países islâmicos, cheguei a ir ao Afeganistão — alguns meses antes do início da guerra — pela fronteira do Paquistão, nessa ocasião um primo, aliás meu melhor amigo, uniu-se ao Talibã.

Eu estava acostumado à liberdade dos EUA e não consegui adaptar-me ao mundo árabe. Aquele era meu lugar. Ali nasci, e não importa meu sobrenome sou americano. Após os ataques de 11/09, vendo todo o ódio destilado contra os muçulmanos, decidi desistir do Islã. Aliás, desisti de deus. E assim voltei e a Estátua da Liberdade recebeu-me. Realizei o sonho de morar sozinho, estudei bastante; tornei-me verdadeiramente Peter Walker. E qualquer vestígio que houvesse dentro de mim de Muhammad Tarek Bin Laden, desapareceu quando em 2005 ingressei no corpo de Fuzileiros Navais dos Estados Unidos da América, os marines.  Muhammad Tarek foi “sepultado”. E minha família deserdou-me.

Estou com 24 anos e sinto que chegou o momento decisivo da minha vida. Já participei de várias operações, matei muitas pessoas, e fazia um mês que não éramos convocados, mas algo me diz que essa será a ação de nossas vidas. Não estou ansioso. Fui treinado para isso, portanto, resta-me apenas esperar.

— Peter, veja! — Smith avisou e Paul, o piloto, começou a inclinar a aeronave. Lá embaixo três homens viram o nosso helicóptero e começaram a correr desesperados em direção a uma construção. Se correu deve, diz o ditado. Assim, abri fogo e os três caíram comendo areia.

Publicado por J.Nóbrega em: Agenda | Tags: , , , ,
Mar
20
2013
4

Operação Lança de Netuno – Afeganistão

Fevereiro de 2010,  Marja,  Afeganistão

Nossa missão era emboscar quatro carros que seguiam por uma estrada paralela. Segundo as informações que tínhamos recebido, o comboio era composto por dois jipes e dois sedãs pretos e carregava oficiais do Talibã. Deveríamos executar os inimigos tomando o cuidado de capturar um para ser interrogado.

Fred, que ficou posicionado sobre uma casa, fez sinal avisando que os alvos se aproximavam. Eu estava na esquina que levava direto para a via, ao meu lado, Smith  assobiava. Jhon, agachado atrás de uma mureta, preparou-se, esperou os carros passarem e detonou os explosivos colocados na pista. Os jipes cheios de soldados, voaram. Entramos em cena.

De nossa posição derrubamos dois sobreviventes do último jipe e nos abrigamos dos tiros vindos dos dois carros restantes. Fred do telhado disparou os morteiros e os automóveis capotaram. Saímos do abrigo; Smith me dando cobertura.  Um dos carros estava em chamas e outro completamente destruído, os poucos que não morreram nas explosões gemiam e Smith finalizou-os. Vasculhávamos o perímetro quando Jhon foi baleado. Um homem passou correndo em direção das ruas.

— Cuidem dele! — Apontei para nosso companheiro sangrando e saí em perseguição do atirador. Smith, um valioso sniper, foi para os telhados. O homem entrou em uma rua onde eu sabia que não havia saída, por isso pulei uma cerca e fiquei esperando, sabendo que ele seria obrigado a saltar sobre o muro, do contrário sua cabeça seria estourada pelo franco-atirador. Dessa forma, como eu planejara o desgraçado caiu na minha frente, nem me viu escondido atrás da carcaça de um carro, disparei duas vezes sem erros, com ele no chão corri e chutei sua arma para longe. De onde eu estava fiz sinal para Smith, que vinha por cima das casas, para que soubesse que estava tudo sob controle. Meus disparos não foram fatais e o terrorista agonizava. Fui chegando perto e tomei um susto quando ele gritou em minha língua:

— Filho de uma puta! Eu sei quem é você! — Apontei a arma e me aproximei lentamente. O safado arrancou o turbante e meu sangue congelou. Era meu primo.

— Desgraçado! Traidor! Como pôde, Tarek? Soldado americano? Logo você? Maldito inimigo do Islã! — Ele berrava. Eu estava chocado, sem reação. Sabia que meu primo era do Talibã, mas jamais imaginei que nossos caminhos se cruzariam. Agachei ao seu lado. Chorei.

— Me perdoa primo! — Falei.

— Não me toque seu impuro! — Tentou levantar-se, mas uma perfuração no ombro e outra no abdômen o fez gritar de dor. — Se estivesse com minha arma eu te mataria! — Completou. Eu simplesmente não sabia como reagir. Smith surgiu no beco. E ficou irado ao me ver chorando ao lado de um terrorista:

— Que porra é essa? Traga esse merda e vamos sair desse inferno! O Fred precisa de um médico!

— Estou indo. — Minha voz soou fraca. Smith saiu correndo. Continuei chorando:

— Perdão primo — ele já estava quase sem força por isso parou de xingar — irei levá-lo. Lá terá médicos.

— Não! — Gritou, assustando-me. — Não me leve! Aqueles desgraçados me arrastarão para Guantánamo. Eu mereço uma morte digna. Morte de Mujahidi!

— Não! —  Dessa vez foi eu que gritei.

— Faça! É o mínimo depois de sua traição! Faça… por favor, Tarek. — Sua voz fraquejou. Meus companheiros de pelotão começaram a buzinar claramente chamando-me. Levantei.

— Por favor. — Ele disse mais uma vez.

Puxei a pistola e pela primeira vez fechei os olhos ao atirar. O projétil perfurou o meio de sua testa e o sangue escorreu pelos olhos, dando a terrível impressão de que ele chorava sangue. Todos viram as lágrimas no meu rosto quando cheguei no carro, ao questionarem falei que eram por Fred.

— E cadê o desgraçado do terrorista? — Smith exigiu saber.

— Não resistiu ao ferimento — respondi. Claro que ele não acreditou, pois escutou o tiro, aliás ninguém acreditou. Traí minha família. Matei meu primo, meu amigo de infância. Eu era apóstata, traidor e agora assassino de familiares. Levei a mão ao bolso e peguei as coisas que tirei do colete dele. Havia um pino de granada, algumas munições e a foto de uma linda garotinha, que pelo rosto deduzi ser filha dele. O que me deixou ainda pior. Atrás da foto existia um mapa. Um preciso mapa das montanhas de Tora Bora com coordenadas geográficas exatas de algum lugar, que um dia iria descobrir o que era. Notei que Jhon estava fixado no desenho em minha mão e não gostei do olhar que me deu.

Publicado por J.Nóbrega em: Agenda | Tags: , , , , , ,
Jan
21
2013
1

Marvel decide explicar relação entre S.H.I.E.L.D. e governo nos quadrinhos

S.H.I.E.L.D.

Com uma série de TV sendo rodada, a S.H.I.E.L.D. agora ganhou mais importância no Universo Marvel dos quadrinhos. E como sua indefinição gerou problemas - o Pentágono não quis apoiar Vingadores: O Filme porque não sabia a quem a organização respondia -, a editora resolveu explicar melhor a agência de espionagem.

Em entrevista à Marvel.com sobre a nova série Secret Avengers, o roteirista Nick Spencer diz que a S.H.I.E.L.D. passou por uma reformulação e que voltará a responder ao Conselho de Segurança da ONU – ou seja, não é uma organização dos EUA, mas sim do conselho cujos cinco membros de maior poder são EUA, França, Reino Unido, Rússia e China. [via Omelete]

Leia o que Spencer disse clicando no link do Omelete.

Publicado por Bruno Vox em: Notícias | Tags: , , , , , , , ,
Jan
14
2013
2

Star Wars | Primeira edição da HQ baseada nos filmes esgota em 24 horas nos EUA

Star WarsStar Wars, a série em quadrinhos lançada pela Dark Horse Comics em janeiro, esgotou a primeira tiragem de sua edição #1 em 24 horas de venda.

Os fãs que não conseguiram adquirir o exemplar terão de aguardar um mês – segundo comunicado oficial, a segunda tiragem da HQ será disponibilizada nas lojas em 6 de fevereiro. [via Omelete]

Saiba mais sobre a HQ clicando no link do Omelete.

Publicado por Bruno Vox em: Notícias | Tags: , , , , , , ,
Nov
14
2012
2

Marvel recupera mercado e Walking Dead só cresce entre HQs mais vendidas em outubro nos EUA

Editoras, distribuidora e lojistas já estão soltando foguetes no mercado norte-americano de quadrinhos: outubro foi um mês de recordes, tanto para o ano quanto para a história, nas listas de HQs mais pedidas à distribuidora Diamond Comics, segundo análise do site ICV2.

O grande destaque foi a subida de 53,9% no mercado de coletâneas e graphic novels, em relação ao mesmo período em 2011. No topo da lista da categoria está Superman: Earth One vol. 2, graphic novel que já havia rendido bons números no primeiro volume. Mas quem fez grana mesmo foi The Walking Dead, cuja segunda edição Compendium (reunindo as edições 49 a 96 em 1068 páginas) chegou ao terceiro lugar mesmo custandoUS$ 60. E teve mais Walking Dead na lista, com as duas primeiras coletâneas “fininhas” da série nas posições 4 e 5.

A categoria de gibis também teve crescimento: 7,4%.Uncanny Avengers #1, primeiro lançamento da Marvel Now, entrou para a lista de mais vendidas do século com 303 mil unidades (apoiadas em vinte capas alternativas). Enquanto a lista registra outras presenças esperadas, como as séries mais vendidas da DC e o final deVingadores vs. X-Men, a surpresa novamente tem a ver com Walking Dead: a edição 103 da série chegou à nona posição da lista. [via Omelete]

Leia mais sobre o crescimento das vendas das HQ´s clicando no link do Omelete.

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Dec
13
2011
0

Uma livraria salva por um tweet

Broadway Books era uma livraria independente em crise, em Portland, Oregon, nos Estados Unidos. Infelizmente, uma situação cada vez mais comum no mundo diante da força dos grandes magazines de livros. Quando Roberta Dyer, a proprietária, contou a situação ao filho, o motivou a usar o Twitter e 1 mil dólares para tentar salvar o negócio da mãe.

É a história que você vê acima, num vídeo produzido pelo próprio Twitter para mostrar o poder da ferramenta. Em troca da compra de livros no lugar, Aaron começou a dar burritos. A ação foi replicada à vontade e assim a livraria teve uma das melhores temporadas de vendas, ganhou clientes novos. Está muito bem, obrigada, há três anos. [via Livros Só Mudam Pessoas]

Que interessante a história :)

Saiba mais e veja o vídeo clicando no link do Livros Só Mudam Pessoas.

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Dec
12
2011
1

Mangás começam a ser vendidos em formato digital antes do impresso

Uma das justificativas de quem lê mangás piratas  é o atraso que existe entre a publicação no Japão e no resto do mundo – que as traduções feitas por fãs alegremente tentam diminuir. As editoras Shueisha e Viz estão testando uma forma de resolver o problema: lançamento digital antes do impresso.

A estratégia, que vai manter três volumes das séries à frente da versão impressa, é novidade para os quadrinhos nos EUA, onde se discute até que ponto o digital pode ter impacto negativo sobre o mercado. [via Omelete]

Bom, enquanto alguns autores lutam contra isso, os mangás vão entrar  de sola no mercado digital.

Saiba mais sobre clicando no link do Omelete.

Publicado por Bruno Vox em: Notícias | Tags: , , , , , , , ,
Sep
12
2011
0

Inkshot | Antologia de quadrinistas brasileiros vai sair nos EUA

Os quadrinistas brasileiros continuam atacando com tudo o mercado norte-americano de quadrinhos. A nova investida é uma antologia de 250 páginas lançada exclusivamente lá fora, reunindo só nomes do mercado nacional: a Inskhot.

O projeto, que circula pelo menos desde 2009, foi confirmado pela editora IDW, que lança o volumão em janeiro nos EUA. A antologia vai custar US$ 24,99 (R$ 42). No Brasil, ainda não tem editora interessada – por enquanto. [via Omelete]

Sucesso para os nossos quadrinhistas que precisam lançar lá fora primeiro para entrar no mercado nacional depois.

Leia mais clicando no link do Omelete.

Publicado por Bruno Vox em: Notícias | Tags: , , , , , ,

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