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conto da noiteO Conto da Noite
Rituais
As pessoas trabalhavam felizes em meio aos limoeiros. Homens e mulheres contentes colhiam os frutos que surgiam abundantemente naquele lugar.

Em meio ao tumulto, um casal arrumava tempo para brincar.


Publicado por Evandro Furtado

– que publicou 95 textos no ONE.

Ocupações: Estudante de Letras (sim, isto é ocupação) e escritor amador em tempo vago.

Base de operações: Lavras/MG (por mais que eu duvide que esteja realmente aqui, às vezes).

Interesses: Cinema, música, literatura, professional wrestling e uma boa pizza se for possível.

Autores Influentes: Stephen King, Dan Brown, Agatha Christie, Paulo Coelho, Tolkien.

Objetivos: Parafraseando o Coringa de Heath Ledger: “I just do things!”

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Clausura

as chamas me comem enquanto ainda me sento na cadeira da sala, alta, cismo… minhas minúcias são corvos na imensidão da noite que me assombra, fantasmagórica ópera do meu caráter estóico, pranto severo na clausura em desafeto.

Publicado por dracula rumanesk em: Agenda | Tags: , , , , ,
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Submundos

sinto os mundos dos meus submundos, uma quaresma me espera e quando canto ela destoa minhas sombras, vísceras em sofreguidão, voo para os céus e embrenho me no calor das catedrais mais doces vezes ácidas.

Publicado por dracula rumanesk em: Agenda | Tags: , , , , ,
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A loira do bar [Lenda Urbana]

Não houve muita conversa. No bar, Roger Silva, chamou a loira linda para dançar e ela aceitou. Em poucos minutos, beijavam-se loucamente enquanto os amigos olhavam incrédulos. Tinham até apostado uma rodada de uísque.

— É muita areia para seu carrinho de mão. — Disse Lucas, gargalhando enquanto Roger levantava cheio de coragem, conquistada com doses de tequila.

Apesar da tenra idade, Roger era casado e passava por uma crise no relacionamento. Nunca havia traído a esposa antes, mas não conseguia desvincilhar-se daqueles braços.

— Me possua — sussurrou ela em seu ouvido. Terminaram a noite em um motel. Quando acordou pela manhã, a moça havia desaparecido e restou-lhe apenas a conta. Para ele, sendo um homem comprometido, estava perfeito, sem números de celulares e não lembrava-se sequer de terem falado seus nomes. Entretanto, a imagem daquele corpo perfeito, escultural, não saia-lhe da mente, tinha a sensação de conhecê-la, porém não conseguia lembrar de qual lugar. Assustou-se quando, passado três dias ela apareceu em sua porta. Tentou evitar, mas acabaram em seu próprio leito nupcial. Os encontros tornaram-se rotina. Todas as vezes que estava sozinho em casa, sem que ligasse, Beatriz — esse era seu nome — aparecia. Roger queria parar, no entanto, estava envolvido demais.

A ideia partiu de Lucas. Os cinco jovens haviam deixado o Porão do Rock e transitavam em suas motos pela capital do país movidos por muita vodca. Roger precisava espairecer a mente, pois sua vida estava um caos. Beatriz não só ficou mais ousada, como possessiva. Ligava o dia todo e exigia que ele ficasse apenas com ela. Passou a telefonar para sua esposa e ameaçá-la. Naquele dia, ele desligou o celular, queria esquecer toda a loucura em que metera-se. Resolveram relembrar os tempos de adolescência rebelde e quando passavam pela W3 Sul, Lucas, sem qualquer aviso, pulou um muro e invadiu o cemitério. Roger tentou protestar, mas acabou acompanhando seus amigos.

— Vamos para o túmulo da gostosa. — Falou Carlos.

— Cara, você nunca vai aprender a respeitar os mortos? — perguntou, Roger. Quando eram mais novos, eles sempre entravam no cemitério para beber e lá permanceciam até que tivessem que fugir dos vigias. Ficavam sentados em um túmulo com a foto de uma jovem na lápide por acharem ela bonita. Certa vez, Lucas, tentou arrancar a foto, mas Roger impediu. Teve uma época em que ele trocava as flores e seus amigos riam dizendo que ele era um necrófilo.

Foram andando por entre as árvores até chegarem ao conhecido ponto de encontro. — Aqui está nosso filezinho. — Disse Lucas deitando no túmulo e acariciando a foto. Roger preparou-se para falar alguma censura quando paralisou.

— É ela! — Gaguejou de olhos arregalados. Todos viraram-se.

— Vejam a foto e o nome. Beatriz Queiroz. — Ele gritava. Até Lucas ficou assustado e pulou da lápide. Tentou falar algo, mas seu celular tocou. Número oculto. Atendeu e tremendo passou para Roger:

— É para você! — Roger atendeu e uma voz feminina disse:

— Agora não há nada entre nós, meu amor. — algo no tom da voz o deixou desesperado. Correu, pulou o muro e acelerou sua moto, que por ser mais potente deixou os amigos para trás. Ao entrar na rua viu sua casa em chamas. Sem pensar muito, chutou a porta e entrou pela cozinha. Sua esposa estava no chão com o pescoço cortado; jogada sobre o próprio sangue. Desesperado, agarrou o corpo e abraçou. Sentiu uma lâmina na garganta e uma voz sussurou em seu ouvido:

— Me possua.

Quando seus amigos chegaram tudo havia sido consumido pelas chamas, uma loira apareceu rapidamente na janela, sorriu, alguém beijou-lhe o pescoço e desapareceram quando as cortinas incendiaram-se.

Não havia corpos dentro da casa e Roger e sua esposa não foram mais vistos. Ninguém sabe ao certo o que realmente aconteceu, entretanto, deixo-lhe um conselho: Não fique muito tempo próximo a uma lápide com foto.

Publicado por J.Nóbrega em: Agenda | Tags: , , , , ,
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Saga de Furria s01e06

Escritor: Zuko Vyper

Cap. 6 – As Faces de Fúrria

(O que se segue são eventos ocorridos durante o treinamento de fogo do lobo vermelho)

Parte 1 – Os Pergaminhos do Mago (trechos lidos pelo Vyper)

“…no início, havia apenas um grupo de tribos nômades que viviam em constante batalha entre si, por terras. Então, Fúrrius I, o bravo, conseguiu unificar todas as tribos em um único reino, e delimitou as fronteiras de Fúrria: ao sul, faz limite com o grande deserto; ao norte, com a terra do gelo eterno; a fronteira oeste são os montes caninos e a leste, o oceano. Houve um grupo que não aceitou a unificação, desde então vivendo como bárbaros em acampamentos no deserto, freqüentemente envolvidos em furtos e arruaças.”
(more…)

Publicado por Zuko Vyper em: Agenda,Contos,Saga de Furria | Tags: , , , , , , , , , , , ,
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Saga de Furria s01e05

Escritor: Zuko Vyper

Cap. 5 Os Dragões

A viagem a pé seria muito mais rápida se fossem pela estrada, mas assim que amanheceu o dia, Zuko e Rogério decidiram que seria mais seguro andarem ocultos pela floresta. Do alto da colina, o lobo via que lá embaixo já iniciava o conserto do teto da taverna, num mutirão de amigos. Não tiveram tempo para se despedir, pegaram água, suprimentos e alguns pergaminhos de história e cartografia. Rogério ainda levava seu cajado de madeira.
(more…)

Publicado por Zuko Vyper em: Agenda,Contos,Saga de Furria | Tags: , , , , , , , , , , ,

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