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Nov
09
2011
1

O Primeiro Beijo

poesiaAutor: Igor Felippe

O primeiro beijo
não há como esquecer.
O toque nos meus lábios, momento mágico
me fez enlouquecer.
Mas tão breve acabou
então ela me deixou,
como um louco alucinado
mais um pobre apaixonado.

Publicado por Igor em: Igor Felippe,Poesias | Tags: ,
Nov
08
2011
0

O Matuto

poesiaEscritor: João Felinto Neto

O matuto está triste,
cabisbaixo e pensativo.
Não encontra um só motivo
para saber se existe.
Tal canário sem alpiste,
preso a uma velha gaiola,
vendo longe a aurora,
sem ter ânimo pra cantar.
Com vontade de voar
para longe, ao horizonte;
a saudade o consome
antes mesmo de partir.
O matuto fica ali,
a pensar no que seria
sem a única companhia,
a choupana em que vive.
Tal amor só visto em versos,
o matuto é regresso
de um lugar que não existe.

Publicado por joaofelintoneto em: João Felinto Neto,Poesias | Tags: ,
Nov
04
2011
2

Formando os bolos

poesiaEscritora: Cíntia Mara da Silva

O céu existe para os planetas,
no fundo tudo é cenário
de um espaço sem vento,
preenchido com rochas
pequenas e grandes pedras,
tudo é pó triturado da massa velha,
explodiu-se como uma torta
separando os ingredientes.

Publicado por Cintia Mara em: Cíntia Mara da Silva,Poesias | Tags: ,
Oct
31
2011
0

Assalto

poesiaAutor: Alex Nunes

A noite escura da arma assaltante

Aponta para um peito surpreso

e lá dentro um coração pulsante

geme tal qual pássaro indefeso

A tranqüilidade que antes havia

já não há mais
(more…)

Publicado por Alex Nunes em: Alex Nunes,Poesias | Tags: ,
Oct
27
2011
1

Medo da Paixão

poesiaAutor: Igor Felippe

Fecho meus olhos, te vejo
abro meus olhos, te desejo
te vejo, tenho medo de olhar
no fundo dos teus olhos
medo, de me apaixonar.

Publicado por Igor em: Igor Felippe,Poesias | Tags: , ,
Oct
26
2011
0

Soneto da Vitrine

poesiaEscritor: João Felinto Neto

A vidraça estilhaçada,
Não desfaz a minha imagem,
Não subtrai da cidade,
A luz do sol ofuscada.

De pé, fiquei na calçada
Com minha mão estendida.
Exorcizei minha vida
Na pedra que arremessara.
(more…)

Publicado por joaofelintoneto em: João Felinto Neto,Poesias | Tags: , ,
Oct
25
2011
1

Lírio da morte – Parte I. Abandonado

poesiaEscritor: Lucas L. Valadares

Lírio da morte
Parte I: (Abandonado)

Tu que me salvaste das sombras,
Deixaste-me só.
Por que me abandonaste sem teu beijo?
Tornaste-me viúvo, oh meu senhor.

Na chuva fria,
as gotas matam-me com os anseios de meu coração.
Deixaste-me este verso,
peço que não me abandone.
(more…)

Publicado por Orfeu em: Lucas L. Valadares,Poesias | Tags: , ,
Oct
24
2011
1

Onde esta as coisas

poesiaEscritora: Cíntia Mara da Silva

Meus olhos estão se fechados
Com vidros embaçados
Não vejo onde esta a árvore
Não sei onde anda o sol
E as verdes ramagens não sei se estão mortas
Ou arrancadas do jardim
Como sei onde esta a porta
Parou em meus pés porque bati a cabeça
Eu não sabia onde estava a porta.

Publicado por Cintia Mara em: Cíntia Mara da Silva,Poesias | Tags: ,
Oct
20
2011
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Fluxo das dunas

poesiaAutor: Gabriel Mendonça

O mundo está em constante movimento.
O mundo muda.
Mesmo que você deseje o contrário,
Mesmo que você lute,
Mesmo que você morra por isso,
Mesmo que todos lhe ajudem,
O tempo flui.
E se transforma.
E sempre te vence.
O céu que você tentou agarrar,
Não está mais ali.
(more…)

Publicado por Omninerd em: Gabriel Mendonça,Poesias | Tags: , , , ,
Oct
19
2011
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Quando Choro

poesiaEscritor: João Felinto Neto

Onde andam os meus olhos
Quando choro,
Se não consigo encontrar
As minhas lágrimas?
Nas migalhas,
Além de meus remorsos?
Nos meus ossos,
Aquém de minha alma?

Publicado por joaofelintoneto em: João Felinto Neto,Poesias | Tags: ,

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