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conto da noiteO Conto da Noite
Rituais
As pessoas trabalhavam felizes em meio aos limoeiros. Homens e mulheres contentes colhiam os frutos que surgiam abundantemente naquele lugar.

Em meio ao tumulto, um casal arrumava tempo para brincar.


Publicado por Evandro Furtado

– que publicou 95 textos no ONE.

Ocupações: Estudante de Letras (sim, isto é ocupação) e escritor amador em tempo vago.

Base de operações: Lavras/MG (por mais que eu duvide que esteja realmente aqui, às vezes).

Interesses: Cinema, música, literatura, professional wrestling e uma boa pizza se for possível.

Autores Influentes: Stephen King, Dan Brown, Agatha Christie, Paulo Coelho, Tolkien.

Objetivos: Parafraseando o Coringa de Heath Ledger: “I just do things!”

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* Se você é o autor deste texto, mas não é você quem aparece aqui...
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Tempo suficiente

Existe um momento, um segundo… em que um pensamento explode na sua cabeça. Nesse segundo você se deu conta de que sabe o que deve fazer, que você vê sua vida a partir dalí sendo realmente sua vida.

Este segundo se transforma em minutos. Minutos processando aquilo que realizou. Minutos de pura paixão, alegria e euforia.

Você tem um sonho a partir daí. Um objetivo.

Quão rapido as sinapses do seu cérebro transmitiram essa informação para você? Muito rápido sem dúvida, mas foi o tempo necessário para você ter a chance de transformar aquele lapso, em uma vida inteira.

Viver sabendo seu objetivo, você vive em seu mundo. Você vive em seu universo. E tudo se expande. Seus acertos, seus erros, sua experiência, suas amizades, sua imaginação, seus sentidos, seu prazer de estar fazendo aquilo que gosta, tudo se expande!

O universo cresce a um tamanho nunca antes percebido… até caber dentro e preencher inteiramente você.

Publicado por The Gunslinger em: Blog do Guns | Tags: , , ,
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Sobre o tempo

Quão bem faz marcarmos a passagem do tempo?

Tem todas suas utilidades na nossa vida, mas… é uma âncora sem igual.

Ano novo, vida nova! Planejei para o próximo semestre! Mês que vem com certeza. Na segunda começo. Porque não amanhã? Depois do almoço?

Que tal agora?

Publicado por The Gunslinger em: Blog do Guns | Tags: , , ,
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Rosa Branca

– Eu ainda tenho tempo! Ainda existe uma chance…


Tsuka acreditava em suas próprias palavras e as repetia em um mantra motivacional que apenas ela mesma poderia ouvir. – Eu ainda tenho tempo! Ainda existe uma chance… – E realmente havia, pois naquele momento, ela era a única coisa que realmente existia, que vivia, que poderia se mover e agir. Ela era a única variável da equação e sua vida a fez acreditar que tudo o que aconteceu com ela foi proposital, um destino milimetricamente calculado. Sua vida fazia sentido agora e Tsuka apenas precisava cumprir sua missão, ela apenas precisava salvar a todos!

O silêncio era assustador.

Nem ao menos os passos de Tsuka com seu chinelo de madeira faziam barulho. O fogo permanecia estático e lhe faltava o criptar da chamas. As lágrimas não escorriam, a água não molhava bem como o fogo não queimava. O ar parado era sufocante, mas a garota conseguia respirar.

Assustada, ela corria pelos corredores de madeira e tatame do hospital improvisado, Tsuka sentia seus olhos arderem, com a estranha luz que entrava pelas janelas, ela sentia também suas pernas arderem enquanto subia todas as escadas do edifício, sentia também o ar lhe faltar, mas não podia parar. Ela subia rápido, precisava pensar rápido, mas não sabia o que lhe aguardava…

Ao chegar no telhado, a visão foi espantosa! Tsuka viu o céu em chamas. Era como uma pintura antiga, pensava a garota, curvas negras e vermelhas desenhadas no céu. Nada se movia, mas apenas porque Tsuka havia parado o tempo exatamente quando a luz da explosão invadiu sua janela. Tsuka achava que era apenas mais uma explosão, mas não era. Tsuka percebera que toda sua cidade estava em chamas, Hiroshima ardia ao seu redor.

Seus olhos levaram alguns segundos para se ajustar à claridade, mas a luz era muito intensa e a garota não conseguia olhar para ela diretamente. Mesmo assim ela conseguia perceber uma grande rosa que surgia no centro da cidade e subia para desabrochar nos céus. Tsuka desabou em lágrimas. Ela sentia o calor daquela luz, mas não conseguia se afastar. Por diversas vezes ela havia parado o tempo para salvar pessoas, mas agora parecia que o destino havia reservado uma crueldade final para ela… Tsuka apenas queria chorar, ela nunca poderia superar a magnitudade daquela desgraça.


Apenas 13 anos antes a mãe de Tsuka invdira o hospital assustada, a mulher estava em trabalho de parto, mas nem ao menos sabia que estava grávida. Tsuka nasceu depois de um parto complicado, sua mãe fugiu da maternidade sem nunca ter se registrado e a criança acabou adotada por uma enfermeira local.

Intrigados pelo caso, os médicos perceberam que Tsuka apresentava um envelhecimento precoce e um rápido metabolismo. Com apenas um ano de idade, ela aparentava ter três, com oitos anos, aparentava quinze e agora, aos treze, parecia ser uma mulher adulta com cerca de vinte e poucos anos.

O caso curioso, para muitos nunca passou disso, mas Tsuka escondia um segredo que ela mesma demorou anos para desvendar. Aos sete anos de idade, Tsuka viu sua mãe adotiva cair de uma escada e ficar gravemente ferida. A garota parou ao seu lado em desespero e pode ver a morte chegando nos olhos da mulher, mas antes que eles perdessem o brilho, ela desejou que aquele momento nunca chegasse ao fim. Motivada talvez por algum instinto único de sua natureza especial, Tsuka fez o tempo parar.

A garota viu tudo desacelerar ao seu redor, viu tudo frear e permanecer em um estado de total inércia. Tsuka passou anos presa nesse momento, ela vagava pelo mundo silencioso sem saber como voltá-lo ao normal e então sentava-se ao lado do corpo feridop de sua mãe para observar seus olhos antes que os mesmos perdessem a vida. Ela nunca soube quanto tempo o tempo ficou parado, mas foi durante esse longo período de solidão que a garota lembrou-se que não era a primeira vez que isso acontecia. Sua memórias voltaram devagar, mas Tsuka entendeu que ela não envelhecia precocemente, ela apenas podia viver anos enquanto outros viviam apenas uma fração de um segundo. Assim fora no útero de sua mãe, nove meses passaram para ela, mas menos de dois meses passaram para a sua progenitora que assustou-se a descobrir que havia gerado uma criança e não exitou em abandoná-la.

Tsuka demorou para aprender a controlar seu poder e quando imaginou ter encontrado uma forma de controlá-lo, demorou para fazê-lo, temendo arrepender-se de deixar a morte chegar até sua mãe.

Durante dias Tsuka não comeu nada, não bebeu nada, apenas ficou sentada ao lado do corpo daquela mulher que lhe acolhera com carinho e olhou para seus olhos, então, tomada por uma vontade sufocante de sentir o toque de sua mãe mais uma vez, de ouvir sua voz uma última vez, Tsuka liberou o tempo…

Sua mãe olhou para ela e sorriu, ela apertou sua mão e morreu.

Tsuka nunca se arrependeu daquele último segundo de amor e vida ao lado de sua mãe e daquele dia em diante decidiu que usaria essa habilidade para salvar a todos que estivessem em seu alcance.

Assim ela o fez.

Quando a guerra começou, Tsuka passou a morar no hospital. Soldados chegavam todos os dias. Algumas vezes ela trocava ataduras que os médicos não tinham tempo para ver, outras ela estancava sangramentos, por vezes até limpava ferimentos. Ninguém sabia o que acontecia, mas Tsuka proporcionava naquele local uma magia que salvava vidas.

Ela suportou noites e dias em claro. Algumas vezes parava o tempo apenas para poder descansar, pois os feridos nunca paravam de chegar.

Em poucos anos, Tsuka viveu mais de uma década, mas ela se sentia feliz em ajudar e sentia que assim honrava a mamória de sua mãe adotiva.


Algumas vezes Tsuka caminhava até um campo com rosas brancas nos arredores da cidade, desse campo ela trazia flores que colocava ao lado dos enfermos sem que eles soubessem de onde elas vinham. Tsuka gostava de ver a surpresa em seus olhos e também podia ver esperança. Ela amava sua vida, seu dom especial e era feliz.

Mas a rosa que Tsuka podia ver agora era mais branca do que todas que havia visto antes, era pura luz, pura energia. Era um confronto que nunca antes imaginara. No alto do telhado, contemplanto a explosão atômica, Tsuka entendeu que não havia tempo…

A explosão alcançava mais longe que seu olhar.

A cidade inteira estava condenada.

Tsuka viveu alguns anos naquela fração de segundos até descobrir o que ela precisava fazer. Levar uma pessoa para fora da cidade, para longe da explosão, levaria décadas, pois ela teria que fazê-lo sozinha, usando apenas a força de seus braços. Tsuka decidiu que levaria quatro.

Assim ela o fez.

Tsuka levou uma mulher grávida, uma criança, uma senhora idosa e um homem ferido.

Ela colocou os quatro sob uma pedra nos arredores da cidade e os contemplou uma última vez.

A mulher grávida fora congelada no momento em que acariciava sua barriga, nutrindo a criança de amor e esperança. A criança foi congelada durante um sorriso e alegria seria necessária nos dias que estavam por vir. A senhora idosa tinha olhos que lembravam os da enfermeira que criou Tsuka e ela sabia que todos ali precisariam de uma mãe… Por fim, o homem ferido foi escolhido para que todos lembrassem da luta e, principalmente, lembrassem da dor.

Tsuka viveu o equivalente a quarenta anos para arrastar aquelas quatro pessoas até um local seguro, anvançando poucos metros por dia, mas sem nunca desistir.

Muito velha, muito cansada e dolorida, Tsuka sentou-se sobre uma pedra, em suas mãos calejadas, ela segurava quatro rosas brancas, uma para cada pessoa que conseguiu salvar, então olhando para a rosa branca que brilhava no horizonte, ela decidiu que nunca poderia deixar o tempo fluir, não enquanto soubesse que o destino de milhares de pessoas estava em suas mãos.

Tsuka permaneceu sentada, segurando suas rosas brancas e encarando a rosa de Hiroshima.

Não lhe restava muito tempo.

Ela faleceu…


Hiroshima sumiu numa fração de segundos, mas nessa mesma fração de segundos, Tsuka viveu uma vida inteira. Graças a ela, quatro sobreviventes despertaram longe da explosão. Eles sobreviveram para contar essa história, para lembrar dos que perderam a vida e para fazer de Hiroshima um exemplo imortal e atemporal da covardia e da crueldade humana.

Hiroshima nunca será esquecida.

 

 

FIM

Publicado por homeromeyer em: Agenda | Tags: , , , ,
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Poesia de Abertura dos Dias Amargos

Qual o Demônio que habita seus olhos?
Qual a Besta que te corrói por dentro?
Começou a semana mais longa da Terra
Em meados dela já começou a perder a fé nas pessoas
E comecei a desacreditar na boa forma.
Ter de ficar de fora, sem o tempo
Queria parar…

A Carne é transparente
Mas é fácil perceber o que nela habita
O mau não é você
E nem ao menos te pertence
O mau tenta apenas acompanhar o meio.

Dormindo não sinto nada mais
É a mesma coisa que morrer
(Blasfêmia)
Eu não sei o que é morrer
Só sei que escurece tudo
Desejo apenas que as horas passem
Para que eu possa sair dessa semana
Deixando pra traz o inferno astral
E sem receio ou anseio só quero que isso acabe.

(15/09/1999 do Quinto caderno da Sabedoria)

Publicado por Tiago Malta em: Agenda | Tags: , , , , , , ,
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Fluxo das dunas

poesiaAutor: Gabriel Mendonça

O mundo está em constante movimento.
O mundo muda.
Mesmo que você deseje o contrário,
Mesmo que você lute,
Mesmo que você morra por isso,
Mesmo que todos lhe ajudem,
O tempo flui.
E se transforma.
E sempre te vence.
O céu que você tentou agarrar,
Não está mais ali.
(more…)

Publicado por Omninerd em: Poesias | Tags: , , , ,

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