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conto da noiteO Conto da Noite
Rituais
As pessoas trabalhavam felizes em meio aos limoeiros. Homens e mulheres contentes colhiam os frutos que surgiam abundantemente naquele lugar.

Em meio ao tumulto, um casal arrumava tempo para brincar.


Publicado por Evandro Furtado

– que publicou 95 textos no ONE.

Ocupações: Estudante de Letras (sim, isto é ocupação) e escritor amador em tempo vago.

Base de operações: Lavras/MG (por mais que eu duvide que esteja realmente aqui, às vezes).

Interesses: Cinema, música, literatura, professional wrestling e uma boa pizza se for possível.

Autores Influentes: Stephen King, Dan Brown, Agatha Christie, Paulo Coelho, Tolkien.

Objetivos: Parafraseando o Coringa de Heath Ledger: “I just do things!”

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A Voz da Loucura

— Zap! Este nem sempre fora meu nome… — Disse o individuo de roupas chamativas.

Seu rosto estava coberto por uma pasta branca, o que destacava ainda mais a maquiagem vermelha em volta de sua boca. Havia um sorriso assombroso estampado em sua face. O palhaço andava de um lado para o outro na escuridão que era o palco. Não dava se quer uma pausa entre suas palavras e suas risadas exageradas e confusas. A plateia permanecia imóvel em suas cadeiras. Aparentemente, apenas o palhaço achava graça em suas piadas. Zap continuou seu monologo:

— Está é minha historia… Eu aprendi com meus próprios erros, que rir é a melhor maneira de enfrentar os problemas. Meu senhor, disse que eu estava rindo quando ele me encontrou. Não lembro. Mas, sei que estava rindo quando o atirei da escadaria para depois esfaqueá-lo. Mark também riu. Disse que eu não poderia por um fim a sua não-vida daquela maneira. Então tentei o fogo. — Zap continuava falando, andando pelo palco e gargalhando.

A sala era escura. Havia algumas lanternas a querosene aleatoriamente espalhadas sobre o chão do palco, iluminavam o palhaço. Além de Zap, dava pra ver algumas silhuetas, eram cinco pessoas, estavam sentadas em poltronas da primeira fileira do teatro, mas a luz tremula das lanternas não era tão forte a ponto de clarearem seus corpos.

— Ah… Sim! O fogo funcionou muito bem. No começo, Mark também sorriu, mas aos poucos, enquanto o fogo ia consumindo seu corpo antigo, seu sorriso fora se transformando em gargalhadas doentias, que por sua vez se transformaram em gritos de dor e terror á medida que o fogo transformava seu corpo em brasa. Observei-o queimar até restarem apenas pó do Vampiro que ele um dia fora — Zap fez uma pausa, pensativo, era a primeira vez que falava a palavra vampiro para mortais, mas no fim deu de ombros e continuou: — Duas noites depois de sua morte eu comecei ouvir sua voz em minha mente. Maldito Mark! Mesmo depois de morto vinha me atormentar. Sua voz me passava algumas informações e vezes ou outra me fazia pedidos. Por isso hoj… — Um barulho interrompera o monologo.

Era um som baixo e abafado. Zap franziu o cenho irritado. Prestou atenção no som: Algo se movia na penumbra. Era uma das silhuetas, se remexia incessantemente soltando um som de desespero, um tipo de gemido abafado. O palhaço parecia assustado, pegou uma das lanternas que estava perto de seus pés e deu alguns passos em direção á plateia. A luz tremula da lanterna iluminou a primeira fieira da arquibancada, revelando os cinco ouvintes: Eram todos homens, estavam amarrados ás poltronas, suas bocas foram amordaçadas. Quatro dos cinco estavam aparentemente mortos, seus corpos mutilados e repletos de marcas de violência. Mas, para surpresa de Zap o quinto estava vivo.

“Termine o trabalho!” — Ordenou a voz.

Zap se aproximou do individuo. Ele estava visivelmente apavorado, respirava incontrolavelmente soltando pequenos gemidos de dor enquanto seu corpo se contorcia na vã tentativa de se libertar das amarras.

— Fique Calmo — Pediu Zap, enquanto se aproximava com a lanterna em mãos. Seus olhos brilhavam como os de uma criança que acaba de ganhar um novo brinquedo. Suavemente o palhaço passou sua mão livre no rosto do homem:

— Está tudo bem! — O prisioneiro soava frio. As lagrimas saiam em abundancia de seus olhos castanhos, escorriam por seu rosto pálido, até finalmente se juntarem ao liquido rubro e quente que saia por muitos dos cortes que havia em seu rosto.

— Está tudo bem… — Zap repetiu — Tudo bem! Em breve você vai QUEIMAR!

O palhaço se afastou das poltronas e jogou a lamparina com toda sua força na direção do prisioneiro. No momento em que a lanterna tocou o corpo do homem o fogo se expandiu. O som que veio a seguir fora um misto dos gritos abafados de dor do prisioneiro e as risadas histéricas do palhaço, depois se ouvia apenas as risadas e no fim apenas o crepitar das chamas consumindo os corpos e grande parte do teatro.

O palhaço dançava em volta dos corpos enquanto as chamas se espalhavam por toda a extensão do teatro, um verdadeiro demônio dançando ao som da morte.

“QUEIME, QUEIME!” — Cantarolava a voz em sua cabeça.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Publicado por thethiagost em: Agenda | Tags: , , , , , ,
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O Vampiro

meus dedos tinham fogo, minha alma sonhava com os mortos.
um dia, noite alta, vi uma garota sair da lua sussurrando:
“eu sou do sol”.
No dia seguinte, deixei as cortinas abertas …

 

Publicado por dracula rumanesk em: Agenda | Tags: , , , , , ,
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Clausura

as chamas me comem enquanto ainda me sento na cadeira da sala, alta, cismo… minhas minúcias são corvos na imensidão da noite que me assombra, fantasmagórica ópera do meu caráter estóico, pranto severo na clausura em desafeto.

Publicado por dracula rumanesk em: Agenda | Tags: , , , , ,
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Taça

Eu e ela na escuridão aspirando o sangue em uma taça.

Publicado por dracula rumanesk em: Agenda | Tags: , , , ,
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Lua Branca

Cheiro a noite enquanto ela voa ao meu redor.
O ar tem o perfume da lua branca e então continuamos casados.
Nós estamos nos jardins da Morte.

*rumanesk.wordpress.com

Publicado por dracula rumanesk em: Agenda | Tags: , , , , ,

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