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conto da noiteO Conto da Noite
Rituais
As pessoas trabalhavam felizes em meio aos limoeiros. Homens e mulheres contentes colhiam os frutos que surgiam abundantemente naquele lugar.

Em meio ao tumulto, um casal arrumava tempo para brincar.


Publicado por Evandro Furtado

– que publicou 95 textos no ONE.

Ocupações: Estudante de Letras (sim, isto é ocupação) e escritor amador em tempo vago.

Base de operações: Lavras/MG (por mais que eu duvide que esteja realmente aqui, às vezes).

Interesses: Cinema, música, literatura, professional wrestling e uma boa pizza se for possível.

Autores Influentes: Stephen King, Dan Brown, Agatha Christie, Paulo Coelho, Tolkien.

Objetivos: Parafraseando o Coringa de Heath Ledger: “I just do things!”

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A origem dos anjos caidos

      depois de pedirem perdão a deus pela revolta comandada por lúcifer,moloch,baal e belial que eram os 3 generais mais confiantes dele em sua revolta,foram perdoados e lucifer foi condenado por toda a eternidade com suas tropas que virariam mais tarde demônios,mesmo traido ele propos uma maneira de resgatarem sua confiança.A ascensão de lúcifer seria os 3 generais matarem miguel,o arcanjo mais poderoso de Deus,que sucumbiria em uma possivel guerra entre céu e inferno mas foram derrotados pelo arcanjo que portava a espada dos anjos produzida por deus,a única arma que mata instantaneamente um vampiro,seja por um golpe desferido ou mesmo pelo simples toque.A arma se fragmentou pela intensa batalha,desaparecendo pela terra,os generais foram queimados e atirados na terra,aquele seria o fim dos últimos anjos caidos,porém as cinzas dos 3 traidores foram veneradas por homens,que viram as cinzas como algo divino.

     moloch,baal e belial ressucitaram com uma sede de sangue e aparentemente ”imortais”.Não possuiam mais a beleza dos anjos,as belas e brancas asas tornaram-se escuras ,secas e rasgadas,moloch voltou com cabeça de boi,chifres longos e cascos,uma extrema força física junto com uma ira destrutiva principalmente de humanos,baal ficou parecido com um duende pequeno sedento por poder embora dotado de charme e inteligência,descobriu como controlar humanos pela mente,e belial o uníco que ficou parecido com sua antiga forma de anjo exceto pelos 3 pequenos chifres na cabeça e asas demoniacas,se isolou em uma montanha esquecida. eles dizimaram quase todas as pessoas da vila,beberam o seu sangue e perceberam que o sangue os fortalecia então assim por diante somente se alimentaram de sangue.

      Não seguindo mais deus nem diabo,cada um partiu para um caminho mas antes eles firmaram a regra dos três,onde cada um só podia formar um descendente,os escolhidos, que seriam transformados,cada um deles teria poderes dos anjos caidos respectivamente e transformariam mais humanos em vampiros mais fracos que eles,espalhando assim a maldição pelo mundo.Moloch escolheu com cautela,procurou por milênios em forma de humano pelo mundo inteiro para achar um humano de seu gosto,os sentimentos dos humanos o irritava,não se comparavam com nenhum outro ser mágico,sentimentos comuns,porém extremamentes intensos,maléficos,egoístas e contagiosos.olhou fundo o coração de todos que cruzavam seu caminho,somente achando répudio dos humanos e então,em atenas por volta do séc 2 a.C encontrou uma criança pequena,que o encantou,ele olhou bem fundo dentro do seu coração um ódio especial,único que ele tanto almejou encontrar entre os humanos,que considerava tão repugnantes,seu nome era Adriaan.Moloch matou toda a família de Aadrian e a criou como uma filha, mostrando como ele era por dentro de seu disfarçe humano.ele a trasformou aos 30 anos,baal trasformou 60 anos depois em tebas um homem chamado Caanto e belial em istambul um homem chamado Osman.

     Moloch sempre anseava por mais poder e percebeu que belial se arrependia de seus atos,então mandou Adriaan,que era fruto de seu orgulho,matar Osman e sugar todo o seu poder.

     Tudo ocorria bem mas em certo tempo tudo veio a desmoronar.Uma velha bruxa que foi um dos poucos sobreviventes do ataque de moloch em sua vila,frustrada por tanto sofrimento e destruição causado por ele que já vinha espalhando terror a seu país por muito tempo,requisitou um grande sacrifíco para que ninguém jamais tivesse que enfrentar ele e tudo que era parecido com ele de novo.A bruxa condenou para que todos as pessoas fossem destruídas por uma maldição,que tudo beirasse no esquecimento,transformando todo seu país em pedra o reduzindo em três partes espalhadas pelo mundo,hoje conhecidas como(não,não é o triângulo das bermudas.)Cabo Horn,Pirâmide de ball e Rockall.

     Mesmo diante de tanto sacrifício acredita-se que somente estão presos em um sono e esquecidos.Os escolhidos não foram mortos, Adriaan conheceu Caanto.Adriaan e Caanto se casaram,uniram seu sangue,cada um conseguiu compartilhar o poder característico do outro,tiveram vários filhos e muitos continuam vivos até hoje,e assim seguiram por milênios, mas acredita-se atualmente que estão desaparecidos.

Publicado por jimmy ortiz em: Agenda | Tags:
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O Segredo Esquecido – contos de vampiros Parte I

Era uma noite quente, ventos mornos sopravam por toda a praia como uma espécie de previsão a forte tempestade que estava por vir. Toda a orla estava praticamente deserta, exceto por haver um rapaz que apertava os passos devido à chuva eminente. Lucas Bertoli caminhava rapidamente e naquele momento odiava a si próprio por não ter ido à universidade com seu tênis esportivo, pois o pouparia, um pouco, do esforço em ter de andar por quase dois quilômetros, com aquela mochila pesada até o ponto de ônibus.

Escutava distraidamente o tocador de musica de seu celular quando avistou um grupo fora do comum caminhando pela areia da praia. O grupo, que era formado por jovens, era composto por duas garotas e três rapazes. Todos aparentavam estar embriagados e riam muito alto aparentemente sem motivos. Mas isso não era o que causara a impressão de fora do comum no jovem estudante. Certamente a forma como estavam vestidos era causa de estranheza a quem quer que os vissem. As moças vestiam um longo vestido, parecido ter saído do século dezoito. A loira vestia um vermelho carmesim, já a ruiva deslizava pela areia com seu preto longo e justo. Os rapazes praticamente idênticos trajavam terno escuro e gravata borboleta. Lucas diminuiu os passos enquanto os observava. “São tão pálidos… como isso é possível vivendo numa cidade tão quente e ensolarada como essa?” pensou o rapaz.

Foi tirado desses pensamentos, pois a garota ruiva acabara de abrir uma garrafa de vinho, naquele momento, ejetando a rolha com um som grave, o que pareceu ter sido o desencadeador de um uhuuu geral levando todos a rirem como se aquele som houvesse criado um novo mundo de emoções do qual só os embriagados fazem parte. A garrafa foi passada de mão em mão, tomavam a bebida com muita avidez, o liquido escorria por suas bocas caindo e manchando seus trajes, mas não pareciam se importar, percebeu Lucas que agora passava por um quiosque enquanto observava aquela gente estranha.

Consultou as horas em seu telefone móvel e já iria correr percebendo, que naquele ritmo, perderia o ônibus das dez, quando um som de garrafa se espatifando o fez parar imediatamente. O moço mais alto e provavelmente mais forte daquele grupo estava com um corte na testa e sangrava muito, estava ainda meio desnorteado com o golpe, porém avançou rapidamente, humanamente impossível, sobre o agressor que ainda segurava parte da garrafa quebrada na mão. O grandão tomou o caco de vidro para si ameaçando o atacante com ela bem próxima de sua garganta. E então aconteceu algo que iria mudar a percepção de Lucas quanto ao que de fato é real. O jovem rendido no chão tornou uma expressão animalesca e, agora, eram visíveis presas bem afiadas no local onde deveriam estar seus caninos. Então todos os outros liberaram as suas também.

– Mozard, não! Não aqui – gritou a loira tentando inutilmente tirar o grandalhão de cima do colega.

A ruiva e o outro mais jovem não se moveram, ela parecia estar se divertindo com o ocorrido.

– Esse imbecil precisa aprender com quem está lidando – disse o grandão, aproximando ainda mais o caco de vidro no pescoço do outro.

– Foi você que me insultou, Mozard. Sempre com essas insinuações quanto ao jeito como eu falo, bebo, me porto…

– E eu disse alguma mentira? Você está sempre se portando como um delrise, todos esses hábitos sulistas…

– Chega! Parem vocês dois. Era para estarmos comemorando nossa primeira noite de liberdade, mas agora vocês estragaram tudo – lamentou a loira. Recolham suas presas, alguém pode ter visto a gente. Sob tal comentário todos recolheram as presas e Lucas estremeceu atrás da bancada do quiosque onde agora se escondia e observava o movimento.

– Estragaram mesmo, todo esse sangue desperdiçado na areia – disse a ruiva exagerando a sua perda do conteúdo da garrafa em pedaços.

– Vou ter que reportar isso para o Archibald – continuou a loira parecendo não ter escutado a outra. Este nome pareceu provocar certo arrepio em todos. Mozard vacilou um pouco ao escutar o nome, o que permitiu ao rapaz rendido tomar vantagem e se livrar do golpe empurrando o grandão e tirando de sua mão o objeto cortante.

– Denise, certamente não será necessário tal relato – disse Mozard para a loira, enquanto se levantava . Acredito que Tiago tenha entendido minha posição em relação à gente como ele. Além do que, peço minhas sinceras desculpas pelo ocorrido.

Tiago, que ainda limpava a areia de sua roupa, parecia fuzilar Mozard com o olhar, abriu a boca para falar alguma coisa, mas se calou e apenas mostrou um concordar de mal grado balançando a cabeça.

– Bom, sendo assim, vamos todos embora.

– Hã, mas já?  – disse a ruiva. Ainda podemos fazer uma pequena caça. Há sempre um humano vagando pela noite sem rumo à espera que algo importante lhe aconteça.

– Mariana, isto está totalmente fora de cogitação. Nada de humanos, lembra? – disse Denise determinada. Até porque, Archibald colocaria uma estaca em nossos corações e nos mandaria para a Caverna até que apodrecêssemos lá.

– Sempre dramática, não é garota? – rebateu Mariana revirando os olhos.

Todos caminharam para o mais próximo possível da água do mar, Denise ainda olhou em volta para se certificar de que não havia ninguém, então acenou para os demais que num instante giraram sob seus pés e, para o espanto de Lucas, se transformaram cada um num morcego de longas asas. Então voaram rapidamente em direção à cidade. Lucas ainda os acompanhou com o olhar até perdê-los de vista.

Havia passado cinco minutos desde o inusitado encontro e Lucas continuava sentado no escuro dentro do quiosque. Ainda tentava entender o que acabara de presenciar. Todos seus pesadelos vinham à tona naquele momento. Conseguia se lembrar de todas as historias sobre vampiros das quais lera quando criança e adolescente, mas sempre os imaginou serem vistos em castelos e países nórdicos, não ali em São Vicente. Não ali numa praia. Além do que, ou ele estava delirando ou parecia ter os visto se transformarem em morcegos. “Como isso poderia ser p…”

– Possível?  – interrompeu, os pensamentos de Lucas, uma voz de um ser todo vestido de preto que aparecera em sua frente. O rapaz se levantou com o susto segurando a mochila como escudo. Uma parte sua, seu extinto de sobrevivência, o fez querer correr. Porém, outro lado seu – o racional – sabia que seria inútil e se odiou naquele momento por isso.

– Oh, não se preocupe. Não pretendo te machucar… ainda. – disse o homem numa voz tranquilamente aterrorizante. Apenas parte do seu rosto era visível sob a quase ausência de luz. Parecia ter entre uns vinte e cinco e trinta anos. Era de uma palidez mórbida, mas parecia ser bem afeiçoado.

– Como você fez isso? – perguntou Lucas tentando manter a calma usando sua curiosidade.

– Como li seus pensamentos? Ora, digamos que este é um segredo, do qual pessoas como eu não deve revelar a pessoas como você.

– Claro, vocês são vampiros.

– Precisamente. Estava acompanhando aqueles jovens os quais você teve o infortúnio de conhecer, quando percebi que se esquentaram os ânimos, então decidi verificar se algum humano havia, não intencionalmente, presenciado tudo. Porque se este fosse o caso deveria lidar com esse problema. Dito isso, o homem deu alguns passos em direção a Lucas que agora parecia petrificado em seu lugar, com os olhos vidrados de medo com a morte eminente. Mas então, veio uma ideia, na verdade uma possível clareza sobre tudo aquilo, podia ganhar tempo. “O tom que usou para se referir aquele grupo, essa espécie de proteção no modo como falou, talvez…”.

– Você é o Archibald, não é? – perguntou Lucas tentando manter firmeza na voz, o que não deu certo, acabou saindo entrecortada pela pulsação acelerada. O homem parou a um palmo do jovem rapaz, ao escutar a pergunta. Lucas podia ver agora o castanho dos olhos daquele estranho ao encará-lo e sentia um cheiro incrivelmente bom vindo dele  – Você é o cara que eles se referiam agora pouco, Archibald, acho que foi esse nome que eles disseram – completou agora com mais firmeza na voz.

O homem pareceu abrir um sorriso de canto de boca e disse:

– Muito esperto. Vejo que você não é, de todo, um  estúpido.

Lucas preferiu tomar aquilo como elogio devido às circunstâncias.

– Mas me pergunto como você chegou a esta conclusão.

– Percebi certa preocupação, sua, com a exposição deles – começou o rapaz –  e levando em conta de que falavam sobre certo Archibald como se fosse um superior deles, dos bem carrasc… quer dizer, bem protetor, eu diria, tive o palpite de que fosse você. Afinal, se eu fosse um tutor faria o mesmo, me certificaria em manter meus subordinados protegidos.

O homem pareceu satisfeito com a explicação do rapaz, pois recolhera a presa.

– Muito inteligente de sua parte, reconheço. Assumo, sou Archibald Guimarães – e aproximando o rosto no pescoço de Lucas, continuou quase que num sussurro:

– Só discordo em uma coisa. Não sou o tutor deles. Sou o que vocês humanos chamariam de, na falta de uma palavra melhor, parente. Lucas não conseguia se mover, devido a grande e misteriosa influência daquele ser sobre ele.

– Mudei de ideia, não vou mais te matar. Não me perdoaria tirar dentre os vivos um ser tão perspicaz como você. Terei de remover suas memórias sobre hoje a noite. Disso você não poderá se lembrar.

– Você vai me hipnotizar ou algo assim? – disse Lucas fechando os olhos para evitá-lo.

– Não precisa fechar os olhos, tolinho. Nós os vampiros da Ordem dos Libertos não hipnotizamos assim. Esse é um método utilizado pela escória dos Imperialistas Portugueses – confessou com certa repugnância. Nosso método de hipnose reside no beber do sangue de nossas vítimas, as quais no final do processo se esquecem de tudo que queremos – Lucas então abriu os olhos, estava ainda mais apavorado – mas isso é algo que você também não deve lembrar. Então se agarrou ao pescoço do estudante que ao sentir o perfurar das presas, gritou a todo fôlego para o esquecimento.

Publicado por Clewerton Silva em: Agenda | Tags: , , , , , ,
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O dia em que o Drácula leu o ONE

encontro_com_o_vampiro

Quando o dia amanhecia o criado Spuk Verbrecher apertava o botão de escurecimento fazendo com que todas as janelas da casa fossem tampadas por grossas placas de aço, impedindo assim que a luz do sol penetrasse na moderna mansão. Nesse momento todos partiam para o merecido descanso diário e o silêncio passava a reinar no nobre lar.

(more…)

Publicado por J.Nóbrega em: Contos | Tags: , , ,
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Autora de “Crepúsculo” quer convencer público a trocar vampiros por aliens

Stephanie MeyerA autora Stephanie Meyer espera que os fãs de sua trama de vampiros estejam dispostos a entrar em um novo mundo e acolher sua história sobre aliens, com a estreia do primeiro filme baseado na nova série de livros, “A Hospedeira”.

Os fãs da bem-sucedida franquia “Crepúsculo” aguardam ansiosamente a próxima aposta de Stephanie nos cinemas, com o lançamento de “A Hospedeira” no dia 29 de março, nos Estados Unidos.

Mas Stephanie disse, em declaração no tapete vermelho da premiére em Los Angeles, que o novo filme pode não ser o que os fãs da popular série de vampiros esperam dela.

“Se (os fãs) entrarem querendo uma repetição de ‘Crepúsculo’, eles provavelmente não ficarão empolgados, porque não é. É um tipo de história muito diferente”, disse a autora à Reuters TV.

“A Hospedeira”, adaptação do romance de Stephanie com o mesmo nome, explora um mundo pós-apocalíptico em que seres alienígenas chamados Almas invadem a Terra e assumem corpos e mentes humanas, causando emoções conflitantes entre os dois seres no mesmo corpo. [via Folha]

Leia o que mais a autora disse sobre a adaptação de seu novo livro clicando no link da Folha.

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Extinction Parade | Autor de Guerra Mundial Z vai fazer HQ sobre vampiros vs. zumbis

exctintionAvatar Press anunciou para junho o lançamento de Extinction Parade, HQ de Max Brooks e Raulo Caceres que apresenta como criação de um novo gênero:vampiros vs. zumbis.

A premissa é simples: se a praga zumbi acabar com a humanidade, os vampiros vão ficar sem comida. Então, os vampiros resolvem acabar com os zumbis antes que eles acabem com os humanos.

A HQ estreia nos EUA perto do lançamento da adaptação para o cinema de Guerra Mundial Z, com direção de Marc Foster e Brad Pitt no papel principal – em 21 de junho por lá e 28 de junho no Brasil. [via Omelete]

Saiba mais sobre a HQ clicando no link do Omelete.

Publicado por Bruno Vox em: Notícias | Tags: , , , , ,

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